Segundo Claudio Humberto, a decisão do Conselho de Ética Pública, que recomendou a demissão do ministro Carlos Lupi, não foi produto de “milagre” ou de mudança radical de atitude de um órgão marcado por decisões tardias e que mais parecem destinadas a colocar panos quentes em crises morais do governo. A decisão do Conselho de Ética Pública foi acertada previamente com o gabinete da presidenta Dilma Rousseff, por sua determinacão.
Ela não participou diretamente dos entendimentos, mas sim o ministro Gilberto Carvalho, chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, à qual a comissão é vinculada.
Tudo porque Dilma cansou de esperar que Carlos Lupi apresentasse sua exoneração, por isso a deliberação do Conselho de Ética se transformou em nova oportunidade de promover a saída do ministro.
Na noite desta quarta-feira, fonte do Palácio do Planalto informou que Dilma espera a carta demissionária do ministro antes de decidir sobre a recomendacão da Comissão de Ética Pública.
Nesse caso, os fins justificam os meios. Aliás, alguém sabia da existência desse tal de Conselho de Ética Pública?
Por Ricardo Froes
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