"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)

"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)



sexta-feira, 21 de setembro de 2012

RELIGIÃO DO ULTRAJE ETERNO


Tudo ofende o Islã. Tudo. Veja a lista: cruzes, bandeiras, prédios, cristãos, judeus, todas as outras religiões, caricaturas, filmes, TV, teatro, rádio, comida, música, humor, sátira, animais, figuras públicas, mulheres, livros, arte e artistas, cabelo, roupas, etc. O supremacismo do Islã melhor se manifesta no seu ultraje eterno contra tudo que não seja "islâmico." Exemplos abaixo (em construção).

O mais interessante é que além de "ofender as sensibilidades muçulmanas", qualquer coisa serve como pretexto para radicalizar os muçulmanos, até mesmo atos generosos, tais como o acesso aos benefícios sociais na Suécia, ou o comprometimento ao multiculturalismo na Grã-Bretanha e Canadá.

Na fundo, o que ofende mesmo o Islã é uma causa interna: a rejeição e intolerância para o mundo não-muçulmano e para tudo o que não seja "islâmico." Esta rejeição e intolerância se fazem presentes deste o começo. E o surto atual é apenas o mais recente na história do Islã.
Versão islâmica da história de Maomé ofende os muçulmanos

 
Tudo é ofensivo e merecedor de derramamento de sangue. Até mesmo a versão islâmica da história de Maomé. Ibn Ishaq, o biógrafo de Maomé, narrou a vida de Maomé no livro chamado
Sirat Rasul Allah. Pois bem, dois egípcios coptas fugiram do Egito e se juntaram com o pastor Jones (aquele que gosta de queimar o Alcorão) e fizeram um filme que narra a vida de Maomé. Eles se basearam nas narrativas de Ishaq (o filme também retrata a perseguição que os coptas sofrem no Egito). O filme mostra que Maomé não é flor que se cheire (incluindo o assassinato de Umm Qirfa). O filme é de péssima qualidade e ninguém sabia da existência dele. Bem, os islamistas sabiam, e aproveitaram o pretexto para mostrar o melhor lado do Islã, organizando ataques às embaixadas americanas no Cairo, Egito, e em Bengazi, na Líbia. Nesta última, eles mataram quatro diplomatas americanos e mais dez seguranças líbios. O embaixador dos EUA na Líbia, Chris Stevens, que havia trabalhado em prol da revolução líbia, foi morto por um morteiro. Um belo modo de dizer “muito obrigado pela sua ajuda.” Estes ataques foram orquestrados para acontecerem no dia 11 de setembro, dia do ataque às torres gêmeas de Nova York em 2001 (11/8/2012, National Post, Reuters).
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Embaixador americano carregado pela multidão após ter sido morto
 
Preso por caminhar com seu cachorro em um parque
 
Em Toronto, Canadá. Um homem caminha com o seu cachorro em um parque público, adjacente a um comício do Dia do Al Quds. Um dos participantes se ofendeu. Mas o parque é público. Resultado: ele foi algemado e preso pela polícia, acusado de ser "insensível" e por "incitar desordem." (Blazing Car Fur)

Clérigos islâmicos na Indonésia ofendidos pela camisa da seleção portuguesa e brasileira, e do Manchester United 
Vários clérigos na Indonésia, país considerado como islâmico "moderado", mostraram preocupação com a venda ou uso das camisas das seleções de Portugual e do Brasil pelo fato delas mostrarem uma cruz. Do mesmo modo, eles proíbem a camisa do Manchester United, o clube mais popular na Ásia, pelo fato deles terem como apelido "Diabos Vermelhos." Um clérigo disse: "Como muçulmanos não devemos adorar os símbolos de outras religiões ou os demônios." Cômico se não fosse triste. Outro clérigo disse: "Isso vai corroer a nossa crença no Islã." (June/2012, bikyamars) Pergunta: o quão frágil eles devem achar sua religião para se sentirem ameaçados por camisas de futebol?

camisalusa
Grupo salafista no Egito ofendido pelos tomates: eles se parecem com cruzes após cortados

Associação Popular Islâmica do Egito colocou uma mensagem no Facebook pedindo a seus seguidores que não comam tomate porque o legume é um alimento cristão. "Comer tomate é proibido porque eles são cristãos. [O tomate] elogia a cruz, em vez de Allah, e diz que Deus é três (uma referência à Trindade). [Que Deus nos ajude]. Eu te imploro para espalhar esta foto porque há uma irmã da Palestina que viu o profeta de Alá [Mohammad] em uma visão e ele estava chorando, advertindo sua nação para não comê-los [os tomates]. Se você não espalhar esta [mensagem], saiba que é o diabo que te parou." (June/2012, NowLebanon) Comentário: então, além de carne de porco, agora vou comer mais tomates!

tomatecristão

Cemitério militar da Segunda Guerra dessecrado na Líbia como retaliação pela queima de alcorães

O cemitério tem os restos de ingleses, canadenses e australianos que lutaram contra o nazismo. Por serem infiéis, inclusive o cemitério contém uma cruz (horror dos horrores!), devotos islamistas o dessecraram em retaliação à queima de alcorães no Afeganistão (veja abaixo) (Março/2012, CBC). 
Alcorães queimados no Afeganistão resultam em 4 assassinatos
 
Alcorães foram dessecrados por afegãos presos. Eles foram queimados pelos guardas afegãos sob a supervisão de soldados americanos. As manifestações de protesto que se seguiram levaram ao assassinato de 4 soldados americanos (mortos por seus correligionários afegãos (23/2/2012, WashingtonTimes).

Em 2010, pastor americano queima um alcorão: 20 trabalhadores da ONU são assassinados
Pelo menos 20 trabalhadores da ONU foram mortos no norte do Afeganistão quando um protesto contra a queima de um alcorão pelo pastor americano Terry Jones descambou em baderna. PS: Os trabalhadores da ONU não tinham nada a ver com o que tal pastor fez (
CSMonitor).

Bíblias são queimadas, e nada acontece
 
Militares dos EUA queimaram bíblias que haviam sido enviadas para a base de Bagram, Afeganistão, por uma igreja. O motivo alegado foi que esta atitude poderia colocar em risco a vida dos soldados americanos neste país devotamente muçulmano. Não houve registros de badernas ou assassinatos por causa disto (2009, CNN)

Debate em universidade belga é interrompido por manifestações de islâmicos fundamentalistas

 Típico. Eles fazem tudo para impedir o exercício da liberdade de expressão, e civilidade parece ser um termo que não existe no vocabulário deles. O debate entre a secularista Caroline Fourest e o Sr. Hervé Hasquin foi interrompido aos gritos de "apedrejem Fourest." Em 2006, a senhora Fourest externou repúdio à violência que seguiu a publicação das caricaturas de Maomé (8/2/2012,
Islam in Europe).

Quebra-quebra na Macedônia
 

Muçulmanos promovem quebra-quebra e queimam igreja ortodoxa após o carnaval quando alguns homens se vestiram com burkas e ridicularizaram o Alcorão. No processo, os baderneiros defecaram na bandeira da Macedônia à frente da prefeitura, substituindo-a com a bandeira verde do Islã. (Google News, 31/1/2012)

Escrito por Blog Infiel Atento
Divulgação: De Olho na Jihad.

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