"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)

"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)



domingo, 21 de julho de 2013

GOVERNO ACEITA CALADO AS DECLARAÇÕES DE BLATTER SOBRE A ESCOLHA DO BRASIL PARA SEDIAR A COPA

 

Medo palaciano – Acostumado a rebater críticas, o governo de Dilma Vana Rousseff se apequenou e não contestou a declaração do presidente da FIFA, Joseph Blatter, que disse ter sido um equívoco escolher o Brasil para sediar a edição 2014 da Copa do Mundo.

Blatter e a entidade que dirige faturarão perto de US$ 2 bilhões com o evento, ao passo que aos brasileiros restará uma dívida de R$ 30 bilhões, valor que supera o montante gasto nas últimas três Copas (Coreia do Sul/Japão, Alemanha e África do Sul). Enquanto isso, a saúde, a educação, a segurança e o transporte a que os cidadãos têm direito continuam desmoronando.

Confirmando um histórico de superfaturamento de obras que são verdadeiras odes à megalomania, o governo aceita ser criticado por um cidadão do naipe de Joseph Blatter, que comanda uma organização cuja contabilidade chega a fazer inveja às organizações mafiosas existentes mundo a fora.
Esse silêncio mostra a qualidade de um governo marcado por um coquetel que mistura incompetência e corrupção.

A preocupação de Blatter está centrada nas manifestações que têm acontecido em todo o País, algumas das quais o cartola teve de enfrentar nas cidades que sediaram os jogos da Copa das Confederações.

Em nenhum momento o presidente da FIFA criticou o custo final do Estádio Mané Garrincha, que ao se aproximar de R$ 1,5 bilhão tornou-se a mais cara arena esportiva do planeta em todos os tempos.

É bom lembrar que a FIFA não escolheu o Brasil para sediar a Copa, mas cedeu à pressão exercida pelo então presidente Lula e sua horda de malfeitores.

http://lorotaspoliticaseverdades.blogspot.com.br/2013/07/governo-aceita-calado-as-declaracoes-de.html#links

21 de julho de 2013
ucho.info

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