"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)

"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)



quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O HOAX AL QAIDA E O HOAX DO 911


O cenário mundial hoje é a única coisa a me interessar. De tudo mais sinto um grande cansaço, um grande enfaro. Das coisas brasileiras então... o mundo cada vez mais inabitável e ainda tem gente se preocupando com a pestilência petista.

O mês de setembro, e este em especial que lembra o décimo aniversário do 11 de setembro de 2001, com os atentados às Torres gêmeas, ao Pentágono, e outras fantasias bushianas, me obrigam a retornar ao tema. Meus leitores já viram que em outros posts me ocupo com freqüência desse tema – como disse, o resto me desagrada, me cansa, me rouba verve e verba.

O verbo à mão reservo para coisas em aberto, coisas que não estão decididas. O Brasil está decidido, a América Latina do Foro de São Paulo está decidida. O mundo do onze de setembro não está nada decidido. Lá ainda se mexe nas cinzas que estão quentes.
Sempre foram quentes e estavam quentes antes ainda dos atentados. As coisas por lá se esquentavam. Nós é que não sabíamos; só soubemos depois quando do estrondo. Só soubemos depois que aquilo era um falso ataque, uma false flag.

O motivo dos atentados está ligado ao desejo da Nova Ordem Mundial de dominar o mundo, incluindo aqui o Oriente e seu petróleo, seus recursos aqüíferos, suas áreas de descarte de lixo atômico, suas praias boas para se fazer portos de guerra; e, além disso, construir mais rapidamente o Estado Global Policial.

A Al Qaida, como dizem os americanos que a inventaram, é um factóide da propaganda militarista e hegemonista. O motivo da queda das Torres (ou sua derrubada controlada) teria sido a Al Qaida e seu network de terroristas profissionais. Porém, não da maneira convencional com que o mundo sabe disso.

Hoje, quando os trouxas choram de verdade nos monumentos construídos no lugar das Torres, no monumento no Pentágono; quando milhões ainda choram de ver o Bush e o Obama chorando juntos lágrimas reptilianas, ainda não se sabe no atacado que aquilo foi um falso ataque. A mídia internacional não deixa.
A mídia brasileira não deixa; a Globo em especial, chega a pronunciar a expressão Al Qaida três vezes em cada Jornal Nacional.
E tudo dito com caras muito brabas, indignadas... Puxa-sacos!

Pois bem, a Al Qaida acaba de se transformar em aliada política dos Estados Unidos e da Inglaterra que comandam a OTAN, a coalizão armada da Nova Ordem Mundial (NOM). Desde janeiro deste ano com a desestabilização do regime político egípcio um novo poder cresce nas margens do Nilo à sombra da NOM. No dia 9 de setembro deste ano a embaixada de Israel no Cairo foi atacada por islâmicos e suas correntes violentas ligadas à Al Qaida. Assim diz a mídia; assim diz o jornal militar de Israel – o DebkaFile, fonte sionista insuspeita.

Peraí, um momentinho: os Estados Unidos então não são mais inimigos mortais daqueles que ontem teriam destruído as Torres? A Al Qaida celebrou algum tratado de paz com os Estados Unidos ou está na folha de pagamento da CIA de novo, como nos velhos tempos do Saddan Hussein? O governo fantoche que “expulsou” Hosny Mubarak do poder no Egito, dominado por grupos islâmicos anti-Israel e anti-Estados Unidos não foram colocados no poder virtual do país pelos próprios Estados Unidos? Não foi a Hillary Clinton que histérica gritava para Mubarak sair fora, o mesmo que faz agora contra Kaddafi?

Que contradição! Que traição! Ou não há contradição e traição coisíssima nenhuma e tudo faz parte dos planos maquiavélicos da NOM que quer ver o mundo pegar fogo por uma mecha de óleo árabe. Então os Estados Unidos não sabiam que estavam deixando se instalar no Egito um poder terrorista islâmico, até criador do ramo egípcio da Al Qaida?

Lembrem que os americanos já tinham catalogado a Al Qaida como o maior inimigo do povo americano e contra qual valia e vale a pena a Guerra contra o Terror. Não repetiram exatamente isso ontem mesmo, no décimo aniversário (11/09/2011) do massacre? E agora, como explicar aos telespectadores com olhos ainda úmidos a agitação islâmica da Jama’l El Islamiah, ramo da Al Qaida?

Como explicar isso a quem ousar fazer a pergunta: a Al Qaida que mata soldados americanos e ingleses no Oriente é a mesma que manda no Egito, colocada lá que foi pelos Estados Unidos e pela NOM?

Então, por favor, não me chamem mais de conspiracionista ou de negador do 11/09. Aquilo foi um falso ataque feito para perseguir um falso inimigo – a Al Qaida – com direção teatral americana. Não há contradição nenhuma; há cálculo frio e cruel, assassino – há crimes em série, genocídio em série, “holocaustos” em série.

A mesma coisa vale para Israel que novamente se torna vítima dos ataques “covardes” feitos por terroristas muçulmanos. Mas, ora, esses terroristas islâmicos são do pleno conhecimento e contam com ajuda americana (na Líbia são unha e carne), ao mesmo tempo que os sionistas mandam em Hollywood, na mídia, no Congresso Americano, na Casa Branca, nos bancos e no Banco Central, o Federal Reserve. Tudo mundo sabe que Israel escolhe quem será presidente americano, ou não será. E não precisam das armas do Mossad nem dos seus métodos, basta o controle do dinheiro mundial, da mídia, da cultura, e das perversões da sociedade americana e mundial. Mas Israel adora se passar por vítima de “holocaustos”.

A propaganda sionista dentro e fora dos Estados Unidos faz isso há décadas, e com grande sucesso. E o que muita gente não sabe é que o sionismo é essa agência maligna, militar, anticristã, antijudaica. Já reparam que Israel não pertence oficialmente a OTAN; que não pertence oficialmente a nada? Você sabia que anti-semitismo vale tanto para árabes quanto para judeus, pois que ambos são semitas? Você sabia que sionismo é contra a religião judaica do Torá? Você sabia que o sionismo é inimigo cristão? Você é ainda sionista? Sionista cristão?

A Al Qaida teve um começo material. A história registra que ela era aliada americana nos tempos da guerra do Iran contra o Iraque. Os americanos estavam com Saddan Hussein.
A Al Qaida assim transitou da materialidade clandestina para uma existência virtual, psicológica. No caso de Osama bin Laden, este trânsito invadiu a dimensão espiritual e fantasmagórica, pois até o cadáver de bin Laden, ou sua memória, qual um El Cid moderno, foi mantido vivo – um zumbi psicológico.

Chamam-se psi ops às operações psicológicas que usam e abusam de recursos como esses. Bin Laden foi um zumbi feito para durar até que uma nova situação estivesse estabelecida – e uma nova situação está se estabelecendo no Oriente. O zumbi Bin Laden só foi exterminado dos anais históricos (aqui não faz diferença nenhuma o fato de ele estar morto desde fins de 2001) porque a NOM está segura que sua falta não faz falta nenhuma. Por isso ele morreu de novo. Continua o factóide psi op Al Qaida no seu lugar. Como símbolo (do medo) vale a mesma coisa.

E como a NOM não está mais se escondendo – conta com a grande confusão geral – um novo líder da Al Qaida está livre e solto para “assombrar” os irmãos sionistas que, alegando medo noturno de monstros, têm motivos bastantes para continuar suas guerrinhas e assim continuar no caminho da Grande Guerra, essa sim, o Armagedon.

E ainda querem que eu me dedique aos assuntos brasileiros. Deixo isso para desocupados ou para quem ganha dinheiro com informação ou desinformação.

charles london

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