"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)

"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)



quinta-feira, 13 de setembro de 2012

FILME QUE IRONIZA MAOMÉ TEM TUDO PARA SER UM EMBUSTE GROSSEIRO ALIMENTADO PELA GRANDE MÍDIA POLITICAMENTE CORRETA


Cena do filme 'Innocence of Muslims' (Reprodução)
 
O vídeo que serviu de pretexto para os protestos na Líbia e no Egito – e para o posterior ataque ao consulado americano em Bengasi que resultou na morte do embaixador J. Christopher Stevens pode não ser o trailer de um filme de verdade. Diversos aspectos da produção foram colocados em dúvida por especialistas ouvidos pela imprensa americana.

Técnicos que analisaram as imagens do trailer de Innocence of Muslims (A Inocência dos Muçulmanos) afirmaram que quase todos os nomes citados na fita, que retrata o profeta Maomé como um aproveitador, foram gravados sobre o som original.
A edição, segundo eles, tem trechos desconexos e deixa a impressão do uso da utilização de cenas de diferentes origens. Outro indício que desperta suspeitas é o uso quase amador, em diversas sequências, do cromaqui – técnica visual que permite inserir paisagens de fundo que não faziam parte das locações do filme.

Incertezas – A rede CNN entrevistou uma das atrizes identificadas no vídeo. A mulher afirmou que não tinha ideia sobre o conteúdo do trabalho quando foi contratada. Além disso, a equipe que trabalhou no filme publicou um comunicado no qual acusa o produtor de "se aproveitar" dos atores e técnicos.

"Todo o elenco e equipe estão chateados e se sentem enganados pelo produtor. Estamos chocados pelas mudanças drásticas no roteiro e pelas mentiras contadas a todos envolvidos", diz a nota.

Também há incerteza se o cineasta Sam Bacile existe mesmo – ou se ele é mesmo o diretor responsável pela produção. O homem que deu entrevista usando o nome afirmou ser californiano de origem israelense. Tel Aviv, no entanto, não encontrou o nome em seus registros civis.

Outro detalhe questionado é não existir nenhuma menção do filme nas associações cinematográficas dos Estados Unidos. Além disso, produtores de cinema afirmaram que o valor informado do custo do filme independente (cinco milhões de dólares) possibilitaria filmagens com qualidade muito superior.
Do site da revista Veja


MEU COMENTÁRIO: Desde o começo dessa encrenca sinto o cheiro de um embuste. Esta matéria que está no site da revista Veja é a ponta do fio da meada. Nesta quarta-feira vi um trecho do filme. A primeira impressão que tive é o filme não tem pé nem cabeça.

O suposto diretor ninguém sabe onde está. A imprensa politicamente correta dos Estados Unidos contentou-se com um telefonema de alguém que afirmou ser judeu e que o filme teria sido feito com recursos amealhados entre judeus.

A justificativa para a elaboração do filme não pode ser mais cretina e idiota.
É muito difícil imaginar que judeus tenham financiado essa coisa sem pé e sem cabeça. Ainda que tudo seja possível, é difícil acreditar nessa mal contada história.

Com todos os recursos disponíveis que têm os Estados Unidos em termos de inteligência esse suposto diretor do filme idiota já teria sido identificado, se já não foi.
Coincidentemente o resultado desse mistério são ações contra os Estados Unidos e Israel.
E coincide também com a eleição presidencial americana.
A grande imprensa em todo o planeta é indisfarçavelmente contra os Estados Unidos e contra Israel. Sobre os Estados Unidos, é contra o país, mas não é contra Obama.

Estamos, de todas as formas, perante um embuste.
 
13 de setembro de 2012
in aluizio amorim

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