"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)

"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)



domingo, 28 de abril de 2013

FIFA CONSIDERA BRASIL COMO "PAÍS DE BANANAS"




Acabei de ler atentamente o que Jorge Béja escreveu na Tribuna da Imprensa. Nesta semana que está se acabando, li em um jornal de grande circulação na Bahia (“A Tribuna da Bahia”) que a Fifa vai proibir os tradicionais festejos juninos durante a Copa da Confederações e a Copa do Mundo em Salvador, fora que já proibiu a venda do acarajé, bolinho conhecido mundialmente, que é marca das baianas em nossa capital, para que sejam vendidos exclusivamente sanduíches de uma marca internacional.

Enviei correspondências a vários jornais do Sudeste protestando sobre essa medida, que até agora estou entre perplexo e não acreditando, mas não deram a mínima sobre esse assunto. Como acredito na Tribuna da Imprensa, estou enviando esta para conhecimento de todos vocês, inclusive do mestre Hélio Fernandes, Carlos Newton etc.

O Brasil na certa voltou a ser considerado país de bananas. Na minha correspondência fiz ver que os senhores ACM Neto, prefeito de Salvador, Jaques Wagner, governador da Bahia, e mesmo a Presidenta Dilma deveriam tomar uma providência enérgica. E a nossa soberania como fica?

Também o que disse Jerome Valcke, secretário-geral da Fifa, que “o Brasil deveria tomar um chute no traseiro”? Ele continua lépido e fagueiro circulando em nosso país, quando deveria ser o contrário, considerá-lo “persona non grata” para nós.
Pobre Brasil, pobre “país de bananas”.

28 de abril de 2013
Zudgard José de Barros Paes Coelho

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