"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)

"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)



quarta-feira, 6 de março de 2013

HUGO CHÁVEZ: UMA HISTÓRIA DE ÓDIOS, AMORES E DINHEIRO. MUITO DINHEIRO QUE SUBVERTEU BOA PARTE DA AMÉRICA LATINA!



O site da revista Semana, da Colômbia, apresenta um excelente infográfico que faz um inventário de 13 anos da loucura bolivariana de Hugo Chávez. O tiranete se empenhou em conquistar vontades e somar diversos países à sua “causa”, fazendo uso dos petrodólares e aproveitando a corrente esquerdista que há uma década fincou suas garras em vários rincões latino-americanos.

Criou alianças por meio de uma rede de lealdade, compromissos, afinidades e subordinações baseadas na construção de um bloco sul-americano de esquerda internacional.

Sua política em matéria internacional foi altamente ativa e se encarregou de difundir a crença de que o modelo da “revolução bolivariana” deveria ser imitado pelo resto dos países latino-americanos, como também seu anti-americanismo. Repetidamente chamava os Estados Unidos de “império ianque”.

EN ESPANHOL - En sus 13 años en el poder Hugo Chávez mantuvo relaciones con 32 mandatarios de ocho países, unos afines otros críticos con el modelo de la revolución bolivariana. El comandante se empeñó en conquistar voluntades y sumar otros países a su “causa”, haciendo uso de los petrodólares y aprovechando la corriente de izquierda que durante una década ha llegado a varios rincones de América.

Creó alianzas por medio de una red de lealtades, compromisos, afinidades y subordinaciones basadas en la promesa de conformación de un bloque suramericano progresista y de izquierda internacional.

Su política en materia internacional fue altamente activa y se encargó de difundir la creencia de que el modelo de la “Revolución bolivariana” debe ser imitado por el resto de los países de Latinoamérica, al igual que su resistencia a lo que él ha llamado repetidamente el “imperio yankie”.

En más de una década su proyecto ha consolidado la Alianza Bolivariana de los Pueblos del Alba, Unasur y Mercosur, en materia comercial; Telesur, en el área comunicacional, y los Bancos del Alba y del Sur. Todo como parte de un proyecto panamericano.
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