"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)

"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)



terça-feira, 13 de agosto de 2013

MERCADORES DE MORTE

           
          Artigos - Movimento Revolucionário 
Como o cigarro e as bebidas alcoólicas têm efeito tranqüilizante, impedir seu uso prepara o aumento do consumo de drogas. E o lucro dos mercadores da morte.
 
Esta feliz expressão usada pelo Papa Francisco para uma situação infeliz, define bem o que se passa no tráfico de drogas, mas vai muito além! São mercadores da morte, além das FARC e outras máfias, os nobres senhores ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e César Gaviria (Colômbia), o Foro de São Paulo, os pilântropos George Soros e Peter Lewis, as Fundações internacionais Ford, Rockfeller, Carnegie, Open Society entre dezenas de outros. A liberalização das drogas será um grande negócio para os que a defendem.
 
Os lucros dos plantadores de maconha na Califórnia devem fazer brilhar de cobiça os olhos de FHC et caterva. Porque o que realmente querem é assumir - junto com as FARC, as máfias russas, turcas, e italiana - os lucros estupendos com o plantio, transporte e distribuição das drogas. É um dos ‘mercados’ mais ricos do mundo! Por isto lutam tanto contra a repressão aos usuários. 

Ora, a lei do mercado, inclusive do mercado da morte, é clara: enquanto existirem pessoas que querem determinado produto, existirá alguém que os produza! E eles sabem disto, pois foram os mesmos que reprimiram os cigarros pela repressão aos fumantes, com grande êxito. É exatamente no usuário que deve se centrar a repressão e é uma mentira deslavada que não dê resultados, veja-se Cingapura: o tráfico, a posse e o uso são reprimidos com penas que variam de vários anos de prisão até a de morte. Os estrangeiros ao chegarem lá são avisados disto e de que o país não aceita extradição por estes crimes.
 
Os usuários de droga não são doentinhos coitados, mas tão culpados quanto os traficantes! Ou mais, pois se não consumissem os traficantes ficariam desempregados. Sataniza-se o fumante de tabaco e os que usam bebidas alcoólicas e consideram-se os usuários de drogas pesadas como pobres coitados que precisam tratamento médico. Mas isto tem um propósito diabólico: como o cigarro e as bebidas alcoólicas têm efeito tranqüilizante, impedir seu uso prepara o aumento do consumo de drogas. E o lucro dos mercadores da morte.
 
Na lista acima deixei de lado propositadamente o atual presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos que se empenha em cumprir o programa das FARC para se tornarem um partido político legal – e continuar traficando! Depois de Álvaro Uribe ter feito tudo para desmantelar as FARC, Santo faz de tudo para torná-la legal.
 
Mas a coisa não para por aí, há outra categoria muito pior de mercadores da morte: os defensores do aborto com o eufemismo de ‘direito da mulher à saúde’. Não são apenas mercadores, mas criminosos da pior espécie, pois os usuários de droga, sabendo das conseqüências, têm o livre arbítrio de usar ou não. E o feto? Que direito têm de dizer se quer ou não de ser abortado?
 
A lista então cresce para incluir dona Dilma e seus ministros, a Planned Parenthood, as “Católicas (uma ova!) pelo Direito de matar”, a Oxfam, o guerrilheiro Mujica, a viúva argentina de plantão, outra vez Soros, etc.
 
São também mercadores da morte as organizações gays ao defenderem uma união estéril e, portanto, contra a continuidade da vida. Por milhares de anos, nas mais diferentes culturas e em todas as religiões o casamento é definido como a união de um homem com uma mulher. Mesmo naquelas que aceitam ou até encorajam a relação sexual entre pessoas do mesmo sexo, sempre promoveram o casamento entre homem e mulher para gerar outros seres humanos.

Em 2012, a ativista gay americana Masha Gessan admitiu publicamente que o objetivo é destruir o casamento, através de uma redefinição do mesmo: a luta pelo casamento gay envolve a mentira de que vamos querer realmente casar quando for aprovado – mentimos ao dizer que a instituição não será mudada, isto é uma mentira. Nosso objetivo é a destruição da própria instituição que não deveria existir! Eu tenho três filhos e mais ou menos cinco pais para les e não vejo porque deveria escolher dois ou três para uma relação sancionada pela sociedade. (em ‘How Liberals Twist Languagede Kate Pavlich, publicado na revista Townhall de julho de 2013).
No meu tempo esta ‘senhora’ moraria na ‘vila mimosa’ do Mangue e teria outro nome.
Querem destruir não só o casamento, mas todos os valores da vida e para conseguirem adeptos se aproveitam da noção de que quem se lhes opõem são intolerantes, extremistas, radicais e fundamentalistas religiosos. Mentem também ao defenderam um estado anti-religioso e imoral que chamam de “Estado Laico”. A propósito, vem a calhar o excelente artigo texto de Percival Puggina, ‘Democracia sem valores?
 
Quero concluir com uma consideração a respeito das recentes estripulias de vadias e vagabundos, chamadas de ‘manifestações da sociedade’. Diz um antigo adágio popular: ‘Jabuti não sobe em árvores. Se você encontrar um jabuti em cima de uma árvore, pode estar certo de que alguém o colocou lá’. É óbvio que não existem e jamais existiram manifestações espontâneas, alguém as conduz. Já organizei manifestações e sei muito bem como fazê-lo.
 
Tome-se um tema qualquer de interesse popular, p. ex., o preço dos transportes coletivos em São Paulo. Espalha-se o tema e, principalmente com as atuais ‘redes sociais’ as coisas explodem em todo o país! Idiotas inúteis (sorry, Lenin!) servem de pontas-de-lança ou bucha de canhão, para atrás virem os verdadeiros ‘manifestantes’.
 
A mídia e a organização comunista OAB e seus ‘mistérios públicos’, vêm atrás para justificar todas as ações dos bandidos e celerados quebrando agências de automóveis e bancárias. E ai da polícia, verdadeiros heróis anônimos, que ouse revidar: policial, você é o verdadeiro bandido, pois os ‘devogados’ da OAB querem linchá-los se jogarem um inútil spray de pimenta.
 
Será que vocês, policiais, não entendem que direitos humanos são os direitos dos malfeitores, traficantes, ninjas e a pqp? Vocês não são humanos, só o são os policiais cubanos que defendem a democratice dos irmãos Castro!
 
13 de agosto de 2013
Heitor De Paola

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