"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)

"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)



segunda-feira, 25 de junho de 2012

YAKUZA, A MÁFIA JAPONESA



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Yakuza, o principal grupo da máfia japonesa, tem um status praticamente mitológico, amplamente retratado no cinema, na literatura e nas artes plásticas. Conhecida por controlar as ruas de Kabukicho, no centro de Toquio, pelas tatuagens de seus membros e pela prática de cortar os dedos de seus membros quando estes cometem erros ou traições.
Ao mesmo tempo em que é uma poderosa organização criminosa que deve ser combatida, é também uma subcultura que fascina a muita gente e possui grande apelo, mesmo que apenas como estudo sociológico e antropológico. Foi nesse sentido que o fotógrafo Anton Kusters, durante dois anos, retratou o submundo controlado pela Yakuza, em uma oportunidade única de observá-lo por dentro. O resultado é o ensaio fotográfico que reproduzimos aqui.

Gabriel Mallet Meissner
25 de junho de 2012

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