"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)

"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)



sexta-feira, 5 de julho de 2013

MAIS DA METADE DOS MICROEMPRESÁRIOS ESTÃO INADIMPLENTES


 
A situação financeira pessoal do empreendedor reflete diretamente nas finanças da empresa. Então, se a pessoa não tem estabilidade na própria vida, de que jeito espera conseguir fazer com que sua companhia seja autossuficiente? Está na hora de repensar os hábitos e costumes com relação ao uso do dinheiro.
 
Essa realidade não é exclusiva dos empresários. Grande parte da população brasileira se encontra em situação de endividada ou até inadimplente. Isso significa que a questão é muito mais séria do que se pensa. Há muitas maneiras de se resolver paliativamente o problema, no entanto, é preciso focar na causa.
 
A solução é educar financeiramente a população. A primeira coisa a se fazer é realizar um diagnóstico da condição financeira, ou seja, descobrir exatamente quanto se ganha e para onde vai cada centavo do seu dinheiro. Somente assim você saberá a real situação das suas finanças.
 
Com a sua vida em ordem, é hora de usar o conhecimento em prol da empresa. Recomendo que relacione, pelo menos, três metas da empresa – de curto (até um ano), médio (até dez anos) e longo prazos (acima de dez anos). Fazer um planejamento leva às melhores decisões, quando se trata de investimentos.
 
Outra questão são os custos relacionados à carga tributária, que comprometem boa parte das finanças da empresa. Sendo assim, é de extrema importância que haja uma conversa com o departamento de contabilidade, a fim de diminuir esses valores, dentro do conceito de elisão fiscal.

Além disso, deve-se levar em consideração a administração do capital de uma empresa, como gestão de compras e vendas e o setor de créditos e cobranças. Afinal, as finanças de uma empresa não estão relacionadas, apenas, a contas a pagar e a receber.

Há muitos outros aspectos, mas, uma vez que todas as áreas da empresa estejam focadas num mesmo objetivo, o resultado, principalmente financeiro, será, cada vez mais, satisfatório. E é isso que promove a força necessária para o crescimento constante do empreendimento.
 
Seguindo essas orientações, com disciplina e perseverança, o seu sucesso e o de sua empresa estão garantidos.

05 de julho de 2013
Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e Editora DSOP

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