"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)

"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

UMA FARSA NO PINHEIRINHO PARA JUSTIFICAR O APOIO À DITADURA ASSASSINA DE CUBA


"Se vamos falar de direitos humanos, nós começaremos a falar de direitos humanos no Brasil, nos Estados Unidos, a respeito de uma base aqui chamada Guantánamo. Vamos falar de direitos humanos em todos os lugares"
- Dilma Rousseff, em Cuba, momentos antes de ir beijar a mão criminosa de Fidel Castro.

No dia em que Dilma apertou as mãos cheias de sangue de Fidel Castro, o maior assassino vivo da face da terra, um câncer moral que justiçou dezenas de milhares de cubanos inocentes, saiu uma nota oficial da Secretaria de Direitos Humanos afirmando que houve violação de direitos humanos na desocupação do Pinheirinho.

Assim, em Cuba, Dilma pode ficar à vontade para enterrar mais U$ 400 milhões na ilha-prisão, para dar fôlego a uma ditadura cruel, além de falar mal dos direitos humanos nos Estados Unidos e, pasmem, no Brasil.
Claro que estava falando do Pinheirinho, claro que estava atacando a oposição. Claro que estava criando um discurso de defesa contra qualquer crítica. Nem carecia. A oposição não existe no Brasil. É burra, inepta, tola. Não tem repercussão alguma na sociedade. Não tem ressonância. Não tem importância para mais de 90% da população, segundo as pesquisas que os tolos insistem em contestar.

O PT não montou apenas e tão somente uma imensa máquina de corrupção no estado brasileiro. Apoiou o seu projeto de poder em uma enorme máquina de marketing, com agências de comunicação funcionando dentro do Palácio do Planalto como se fossem da equipe do governo.

Dezenas de jornalistas e marqueteiros. Um rede paga de blogueiros sujos. Nem precisava tanto. Do lado de cá, restaram apenas alguns blogs, poucos colunistas e meia dúzia de parlamentares.

Para que tanto aparato? Algum oposicionista teve alguma manifestação sobre a viagem da presidente à ilha-prisão? Por que senadores e deputados da oposição não pegaram um avião para Cuba e foram lá ouvir os dissidentes cubanos, demonstrando que parte do Brasil abomina a ditadura castrista? No Pinheirinho, mais de 100 petistas fizeram um levantamento das "violações" dos direitos humanos, dando sustentação a uma nota oficial. O que a oposição fez pela Cuba torturada, aprisionada, assassinada?
Nem mesmo uma nota do Sérgio Guerra, o faísca atrasada, o bobão que preside o maior partido de oposição do Brasil.

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"Agora, já que a presidente falou em barbárie, ou seja, no estágio anterior ao convívio civilizado dos humanos, convém alertá-la de que bárbaros são os militantes que tentaram impedir a saída do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), da Sé, na festa do aniversário da cidade, e do secretário estadual da Cultura, Andrea Matarazzo, da nova sede do Museu de Arte Contemporânea (MAC), a pretexto de protestarem contra a desocupação da comunidade.

Kassab administra um município a 100 quilômetros de distância do território conflagrado. Foi agredido gratuitamente, portanto, à saída da catedral, e numa praça onde se realizaram grandes encontros cívicos pela conquista da liberdade de pensar, agir e empreender.
Matarazzo é titular de uma pasta responsável por teatros, museus, oficinas e salas de espetáculos e tem tanto que ver com o episódio de São José dos Campos quanto o bei de Túnis ou o califa de Bagdá.
O desforço físico é a tentativa, essa, sim, bárbara de compensar a influência que a população nega nas urnas aos grupelhos de esquerda que plantam barracos em áreas proibidas para colherem sangue e cadáveres em ano de eleições.
O saber do mestre e a imensa popularidade da presidente não conseguirão atenuar a barbárie de quem, não tendo votos, recorre a paus, pedras e ovos para tentar impor seus argumentos".
01 de fevereiro de 2012
coroneLeaks

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