"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)

"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)



quarta-feira, 7 de novembro de 2012

PENTECOSTAIS DO BRASIL: CRESCIMENTO DA IGREJA EM RISCO POR CAUSA DO SOCIALISMO

A Associated Press publicou uma reportagem curiosa nesta semana.
A reportagem disse:
 
O pentecostalismo era outrora visto como uma grande ameaça à Igreja Católica do Brasil. As igrejas pentecostais, muitas delas fundadas por evangélicos dos EUA, viram o número de seus membros dobrar mais de 12 por cento da população do Brasil durante a década de 1990, com cerca de metade dos membros estimados como ex-católicos.
Durante a década de 1990s, a economia do Brasil sofreu hiperinflação e outras desgraças, e as igrejas pentecostais ativamente recrutaram membros nas favelas e periferias das cidades brasileiras oferecendo conselhos práticos de melhoria de vida e ministério cristão.
Desde 2003, porém, as igrejas pentecostais estão vendo seu crescimento desacelerar. A percentagem de brasileiros se chamando pentecostais avançou lentamente de 12,5 por cento da população para 13,3 por cento.
O que é fascinante é que 2003 é a data em que o ex-presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva começou seu governo pró-aborto e pró-sodomia.
No passado, Lula e seu socialismo eram vistos como “demoníacos” pelos pentecostais. Por sua vez, os pentecostais eram vistos como “radicais” pelos protestantes.
No entanto, mediante os esforços de um ex-pastor superastro presbiteriano, que trabalhou para tornar Lula e sua ideologia agradáveis aos olhos dos evangélicos, os pentecostais começaram a fazer o que alguns grandes líderes protestantes (presbiterianos, luteranos, metodistas, etc.) vinham fazendo há décadas: marchar ao som da música marxista.
As igrejas protestantes nessa marcha são basicamente estagnadas, numérica e espiritualmente. O que não é de surpreender é que as igrejas pentecostais começaram a sofrer um crescimento lento depois de decidirem marchar com os protestantes.
Na eleição presidencial de 2002, pela primeira vez na história dos protestantes do Brasil, 500 grandes líderes protestantes, pentecostais e neo-pentecostais deram as mãos para eleger Lula.
O ex-superastro presbiteriano? Desde seu sutil trabalho progressista na década de 1990 para levar os pentecostais e neo-pentecostais para seguir a Teologia da Missão Integral (a variante protestante da marxista Teologia da Libertação), ele vem levando uma vida de desonra. Sua glória passada se desmoronou depois que escândalos financeiros e sexuais destruíram seu casamento e ministério no final da década de 1990.
Contudo, o desmoronamento moral dele aconteceu tarde demais para salvar pelo menos as igrejas pentecostais e neo-pentecostais das ideias progressistas dele adotadas pelos protestantes. Os pentecostais foram hipnotizados pelos seus persuasivos argumentos intelectuais progressistas, que trouxeram crescimento ideológico, mas nenhum crescimento espiritual. Eles se esqueceram das palavras do Apóstolo Paulo:
“Minha mensagem e minha proclamação não se formaram de palavras persuasivas de conhecimento, mas constituíram-se em demonstração do poder do Espírito”. (1 Coríntios 2:4 KJA)
Seduzidos pelos argumentos do superastro presbiteriano, muitos pentecostais e neo-pentecostais pararam de ver Lula, seu partido e o socialismo como “demoníacos”.
As consequências foram pavorosas. A ideologia e as políticas socialistas que Lula e seus camaradas injetaram no Estado brasileiro estão experimentando um crescimento extraordinário, enquanto os pentecostais e neo-pentecostais estão vendo a desaceleração de seu próprio crescimento.
Socialismo: o beco sem saída da igreja
Há alguma compatibilidade entre Cristianismo e socialismo? As igrejas que o adotam entregam seu crescimento a ele.
A reportagem da Associated Press não conseguiu reconhecer, mas 2003 é uma data inesquecível na história brasileira. Foi o ano em que Lula começou a governar com sua radical agenda politicamente correta de homossexualidade e aborto. Foi o ano que começou o crescimento desacelerado dos pentecostais.
O socialismo é uma religião, que exige você, sua família, seu bolso, sua saúde, seus filhos, a saúde deles, a educação deles, sua opinião, seus sonhos, etc.
A qualquer momento que algum grupo cristão o adota, fica mais fraco e o socialismo fica mais forte.
Os pentecostais do Brasil tiveram oportunidades abundantes de aprender essa lição com a trágica experiência esquerdista da CNBB e de muitos de seus irmãos protestantes, especialmente o ex-superastro presbiteriano, mas não quiseram.
Agora, eles não têm nenhuma escolha: terão de aprender com seus próprios pecados.
07 de novembro de 2012
Julio Severo

ASSEMBLÉIA, INEPTA E ABJETA, SEGUE ACOBERTANDO OS MALFEITOS DE SÉRGIO CABRAL

 

No último dia 1º, o Diário Oficial, ao divulgar a lista dos candidatos à vaga do Ministério Público no Superior Tribunal de Justiça (STJ), confirmou o casuísmo do governador Sérgio Cabral para beneficiar o atual procurador-geral da Justiça do Rio, Claudio Soares Lopes.

 
“Estamos fedendo demais…”

O nome de Lopes está entre os candidatos. Isto só aconteceu porque governador, com o beneplácito da Assembleia Legislativa, promoveu, em sete dias, a mudança da Lei Orgânica do Ministério Público, retirando a proibição de um procurador-geral integrar listas sêxtuplas de promoção a tribunais, nos 12 meses seguintes à sua saída do cargo.

Ou seja, foi batom na cueca. Ou, como definiu uma nota da Associação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (AMPERJ), “um grave e nefasto precedente”.

O que se questiona é a independência do chefe de uma instituição que a Constituição de 1988 fez independente financeira e administrativa do executivo justamente para melhor fiscalizá-lo. Agora, de olho em uma possível promoção a ministro de tribunal superior, ele se submete a um favor político do governador.

“É uma fenda ética que se abre”, diz a nota da AMPERJ que apela aos membros do Conselho Superior do Ministério Público, responsáveis pela elaboração da lista sêxtupla, para rejeitarem de pronto o nome de Lopes.
(Artigo enviado por Darcy Leite)
 
07 de novembro de 2012
Marcelo Auler (Jornal do Brasil)

POR QUE CALAR MARCOS VALÉRIO?

 




O que Marcos Valério Fernandes de Souza tem a dizer sobre a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ex-ministro Antônio Palocci no escândalo de corrupção do mensalão não pode ser ouvido como o verbo divino ou a voz do povo.
Condenado a mais de 40 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por um rosário de crimes, o cidadão em questão não é propriamente o que minha avó (e talvez a dele próprio) chamaria de "flor que se cheire".
Mas também não se pode por isso – e só por isso – considerar in limine que tudo o que ele tem a dizer seja mentiroso e desprezível. Desqualificar seu depoimento por esse motivo será o mesmo que negar a veracidade de tudo o têm dito, falam ou declararão outros réus do mesmo processo – José Dirceu e José Genoino entre eles.

"Se eu fosse condenado a 40 anos de prisão, também estaria me mexendo", disse o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, apontado pelo operador do mensalão como o interlocutor dos petistas com ele. "Não temos nada a temer. Tudo o que ele poderia ter falado falou no processo", completou o loquaz e truculento presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Rui Falcão. "Tem que respeitar o desespero dessa pessoa", avisou o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que informou que não o processará.
Embora óbvio, o primeiro argumento não autoriza a negar o direito do réu de falar, narrar e opinar. A condenação lhe tolhe a liberdade e evita seu convívio com a sociedade, não o impede de falar. Quanto ao segundo, quem não deve não teme. E ficam no ar perguntas que não querem calar: como Falcão ficou sabendo tudo o que Valério teria a dizer sobre o momentoso caso? Por que Carvalho anuncia desde já que não o processará?

Só que o "homem-bomba enjaulado", na definição exata da coleguinha Eliane Cantanhêde, da Folha de S.Paulo, tem todas as razões para se defender. E, mais ainda, o dever, como cidadão, de contar o que sabe. Ninguém precisa acreditar nele, mas a cidadania brasileira tem direito de saber o que ele tem a dizer.

A versão de que ele teria sido convocado pelo PT para pagar pelo silêncio do empresário Ronan Maria Pinto pode ser estapafúrdia e fantasiosa. Mas o que, afinal, não é fantasioso no episódio grotesco e macabro do assassinato de Celso Daniel, o então coordenador do programa do candidato Lula à Presidência?
A família do morto, por exemplo, não dá um tostão furado de fumo podre pela versão da Polícia Civil paulista (sob governos tucanos e do DEM), à qual o PT se agarra com fervor religioso, de que o prefeito de Santo André foi baleado na cabeça, numa madrugada escura e brumosa, por um menor a oito metros de distância. Aristóteles e seu discípulo Tomás de Aquino duvidariam disso.

Pode ser que a versão de Marcos Valério seja apenas uma tentativa de jogar farinha no ventilador para merecer o prêmio pela delação, com uma redução de sua pena. Mas, no mínimo, ela serve para chamar a atenção devida para um episódio nunca esclarecido.

Que motivos escusos teria o apolítico João Francisco Daniel, irmão do morto, para garantir que ouviu Gilberto Carvalho contar que recebia do prefeito malas de dinheiro vivo e as entregava ao então presidente nacional do PT, José Dirceu, condenado, como Valério, por corrupção ativa e formação de quadrilha pelo STF?
Tudo o que o respeitável oftalmologista teve de recompensa pelo depoimento foi um exílio forçado em local incerto e não sabido em território nacional, interrompido por curtas temporadas para exercer a profissão no ABC de origem.

E que razões pode ter tido o governo francês para dar asilo político à família de Marilene Nakano e Bruno José Daniel, que acharam mais prudente passar uma temporada no exterior para escapar da vingança dos assassinos do ilustre parente?
Afinal, não teria sido um crime banal, um sequestro malsucedido, planejado e executado por bandidos comuns trapalhões? Nem a Velhinha de Taubaté acredita nessa versão!

Conceder ou não ao acusado de ter aplicado o desbaratado esquema de desvio de dinheiro público para comprar adesões a tucanos numa campanha em Minas e apoio parlamentar a petistas no governo federal é uma decisão que cabe ao procurador-geral e aos ministros do Supremo. É assunto no qual não procede a interferência do PT, da oposição e dos governos federal e estaduais.
Da mesma forma, o atendimento ao pedido de inclusão no programa de proteção à testemunha é da alçada exclusiva do Ministério Público e do Judiciário, não cabendo a ninguém fora de seus quadros querer influir ou mesmo opinar.
Mas até um palpiteiro de jornal como o degas aqui pode recorrer à lógica aristotélica ou tomística para chamar a atenção para o que está por trás desses movimentos, sejam do condenado ou dos dirigentes do partido de seus colegas de pena.

Valério tem medo de morrer e o legítimo direito de querer preservar a própria vida e proteger a família. Para tanto recorre ou ao que de fato sabe e pode incomodar poderosos (Gilberto Carvalho, homem de confiança de Lula, é ministro próximo à presidente Dilma) ou ao que seus ex-amigos sabem que fizeram e não sabem se, afinal, ele sabe. Aqui se repete a anedota do marido que não sabia por que espancava a mulher, mas desconfiava que ela sabia.

Okamotto pretende desqualificar, em princípio, o que Valério tem a dizer recorrendo ao óbvio que nada justifica. Falcão se contradiz, pois, se de fato os petistas não devem e estão certos de que a testemunha nada de novo tem a revelar, não há o que temer.
E ao não recorrer à Justiça para desmentir sua versão, Carvalho mostra que prefere manter o caso Santo André na sombra. Então, seria o caso de deixá-la falar, dando-lhe a oportunidade de se enforcar com a própria corda.
Quem tenta calá-la, seja por que motivo for, deixa no ar um cheiro de brilhantina (para não dizer coisa menos cheirosa) de que ela pode ter algo incômodo a contar. E rasgar a cortina que oculta a verdade sobre por que, de fato, Celso Daniel foi torturado até a morte.

07 de novembro de 2012
José Nêumanne*, O Estado de S.Paulo
*Jornalista e escritor

 

VALÉRIO CITA LULA E PALOCCI EM NOVO DEPOIMENTO AO MPF, DIZ JORNAL

Segundo 'O Estado de S.Paulo', Valério procurou PGR espontaneamente.
Operador do mensalão pode dar novas informações em troca de proteção.

 

Marcos Valério, condenado pelo Supremo Tribunal Federal como o responsável por operar o mensalão, prestou depoimento ao Ministério Público Federal em setembro, segundo informa reportagem publicada nesta quinta-feira (1º) no jornal “O Estado de São Paulo”.

Segundo o jornal, Valério marcou espontaneamente uma audiência com o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e fez novos relatos sobre o mensalão. Ele disse que, se for incluído no programa de proteção à testemunha, pode dar mais detalhes das acusações.

De acordo com o “Estado de S.Paulo”, investigadores informaram que, no depoimento, Valério faz menção ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci e a outras remessas de recursos para o exterior além da julgada. O STF analisou o caso do dinheiro enviado ao publicitário Duda Mendonça, em Miami, e o absolveu.

A assessoria do Instituto Lula, que representa o ex-presidente Lula, informou que não vai se pronunciar sobre o assunto por não conhecer o conteúdo das declarações de Marcos Valério feitas ao MPF. Já o criminalista José Roberto Batochio, que defende o ex-ministro, contestou a declaração de Marcos Valério e disse que Palocci ficou "perplexo".
Acusado pelo Ministério Público de ser o operador do mensalão, Valério foi considerado culpado pelo Supremo por cinco crimes (corrupção ativa, evasão de divisas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e peculato) e condenado a 40 anos, 1 mês e 6 dias de prisão - até o final do julgamento o tamanho da pena ainda pode mudar. As penas de prisão e multa ainda serão ajustadas e podem aumentar ou diminuir a depender da "coerência" e do papel de cada um no esquema, segundo ministros do Supremo.

Ainda segundo o jornal, Valério falou durante o depoimento que foi ameaçado de morte.
Caso o Supremo aceite a proposta de “delação premiada” (dar novas informações sobre o processo em troca de benefícios), Valério pode até se livrar da prisão. Isso porque uma pessoa condenada que aceita colaborar com a Justiça, pode ter sua pena reduzida ou extinta, além da possibilidade cumpri-la em regime semiaberto.


A assessoria do Supremo Tribunal Federal informou ao G1 que o tribunal recebeu em setembro um fax, endereçado ao presidente Carlos Ayres Britto, no qual Valério oferece a delação premiada.
Questionado pelo G1 na última terça (30) sobre o fax enviado pela defesa de Valério com pedido de delação premiada, o procurador-geral assegurou que Marcos Valério não pode ser beneficiado no processo do mensalão.
"Não nesse processo [obter a delação premiada]. Na Justiça, ele [Valério] ainda tem um grande volume de processos. O que se entende normalmente é que só é possível qualquer benefício de delação até o final da instrução [depoimentos]."

Valério responde a cerca de dez processos pelo país, como a ação sobre o mensalão tucano e suposta fraude em empréstimo no BMG, que tramitam em Minas Gerais.

O procurador lembrou que Valério pediu delação premiada ao antigo procurador-geral, Antônio Fernando de Souza, mas ela "não se concretizou".
Ele destacou que Marcos Valério ainda poderá ter proteção, que pode significar cumprimento diferenciado da pena, que não em um presídio normal.
Sob condição de anonimato, um dos ministros do STF disse ao G1 que, nesta altura do julgamento, ainda que Valério preste novo depoimento com informações sobre o esquema do mensalão, a iniciativa não ajudará a reduzir a pena.

Segundo esse ministro, a única hipótese plausível para Valério ter proposto a delação premiada na reta final do julgamento é tentar evitar a prisão em regime fechado.

Outro ministro ouvido pelo G1, que também não quis se identificar, observou que, se trouxer fatos novos relevantes, Valério pode, em tese, ser incluído em um programa de proteção a testemunhas.

07 de novembro de 2012
Do G1, em Brasília

INDIRETAS, UMA ÓTIMA FORMA DE NÃO FALAR NADA



Eu sou muuuito sincero, já viu minhas Indiretas?
Estamos em meio a uma consquista do mundo, por meio de indiretas, de todos os tipos!

Todo mundo reclama de indiretas nas redes sociais, mas observe bem que isso é uma dinâmica da vida: quem não fala na lata na real, nunca falará no virtual.
"Eu sou sincero, falo mesmo... #prontofalei"

 
Eu tenho uns conceitos que entendo serem complexos pra galera entender, são coisas que invento pra mim, mas, que até agora tem dado certo, rsrs. Tipo, fidelidade não é algo que temos para o outro e sim para nós e a mesma coisa é a tal da sinceridade.

Todo mundo cobra sinceridade e tem probleminhas com mentiras, sei lá, fico muito cabreira com gente que se incomoda demais com isso e tem neurose de ser enganada. É que nem o malandro-safado que pega todas e se torna obsessivo-compulsivo-possessivo em ser traído, tremendo espelho! Como ele faz, acha que todo mundo é igual.

Detesto mentiras, mas a gente mente. Seja uma desculpinha esfarrapada aqui, um não quero me aborrecer ali ou um não vou magoar acolá, a gente mente. Sempre temos uma mentirinha branca na manga pra lançar mão e ninguém se faz de rogado pra isso, é praxe.

Mas a pior mentira é aquela que inventamos para nós mesmos, tipo, "sou super sincero", porra nenhuma! Não acredito que jogar indiretas seja o mesmo que ser sincero, já falei isso em algum post por aí. Entendo que jogar indiretas é:

- Quando não temos capacidade, nem coragem de mandar a real - diretamente - a quem tem questões pendentes conosco;

- Uma baita de uma dificuldade no ato de se comunicar, que vêm da pura ausência de clareza interna;

- Quando jogamos a responsa nos ombros do outros e queremos que eles tenham atitudes das tais não fazem a menor idéia que deveriam ter (e esse item volta ao segundo no quesito "dificuldade de comunicação");

- Uma auto-ilusão no sentido de ser "sincero";

- Outra auto-ilusão na construção de uma identidade que tem "atitude"... #porranenhuma




Existe uma linguagem não verbal que poucos dão valor, mas que em suma é o que dita a regra da vida. Se comunicar bem é uma arte, e quem manda indireta, definitivamente, não a domina.

Indireta é a arte direta do "vou mandar verde pra colher maduro". Péssima forma no cultivo de relações. Se a semente é incerta, dela pode crescer qualquer coisa, concorda?

Uma pessoa com clareza interna, que entende e respeita seus limites, dificuldades e que sabe o que quer, consegue se colocar de forma clara e DIRETA, a quem quer que seja sem ser rude, vil ou vingativa em suas palavras, mesmo que o que tenha a expor sejam as suas incertezas. Ela não pecisa se defender com verbos.
A sinceridade tem sido confundida com agressividade verbal.

Indiretas só chamam mais indiretas, pois não alimentam a necessidade interna-humana de ser entendido e atendido pelo outro. Já um papo direto, sim.

Uma indireta é como fazer uma cesta: para que ela acerte a pessoa que se deseja atingir, é necessário que a mesma esteja com sua carapuça aberta. E para infelicidade e indignação de quem manda, na maioria das vezes, ela não está, em contrapartida, existem milhares de pessoas que se sentem vitimadas pelo mundo e vivem encarapuçadas, de forma que agarram qualquer indireta como se fosse um presente de grego para a sua baixa auto-estima. Logo, indireta = desserviço para a humanidade.

E essa tem sido a dinâmica da vida em sociedade: indiretas, telefones sem fio, conversas de sudo e mudo, linguagem de sinais para cegos emocionais e tantos outros modos que só refletem a dificuldade interna de todos nós em ter um papo direto com quem realmente somos.


Abraços diretos!
Monik Ornellas
07 de novembro de 2012

terça-feira, 6 de novembro de 2012

ANTROPÓLOGOS E INDIGENISTAS MANIPULAM MISÉRIA DOS CAIOVÁS

 
Ainda os caiovás. Falei há pouco do embuste do prometido suicídio dos caiovás. A carta anunciando o suicídio coletivo de uma tribo era obviamente obra de brancos, a começar pelo estilo burocrático em bom juridiquês, típico de funcionário público. Comentei, na ocasião, antigos embustes, todos patrocinados por brancos, como o de Gray Owl e a famosa carta do cacique Seattle. Mais recentemente, tivemos a farsa do massacre ianomâmi em 93, que rendeu três Bélgicas a dez mil índios (ou talvez menos da metade disso), que só passaram a ser ianomâmis a partir de 1973. Milagre do jornalismo eletrônico: jamais se construiu uma nação em tão pouco tempo.

E bem mais recentemente ainda, em agosto, tivemos mais um massacre de 80 ianomâmis na Venezuela, farsa que morreu em menos de uma semana. Não sem antes fazer manchete nos jornais do Brasil e do mundo inteiro.

A criação da “nação” ianomâmi foi obra de uma fotógrafa, ora húngara, ora romena, ora suíça, chamada Claudia Andujar, que ianomamizou uma babel de tribos que pouco ou nada tinham a ver entre si. A ficção tomou força na imprensa internacional e os “ianomâmis” passaram a “existir”. Quando Brasília se deu conta de que o reconhecimento de grupos indígenas requeria capacitação em Antropologia, o mal já estava feito: a fotógrafa havia criado uma nação. Cabe lembrar que a profissão de antropólogo, como a de prostituta ou psicanalista, não estão regulamentadas por lei no Brasil. A propósito, nestes dias, a fotógrafa está expondo fotos gigantescas de adoráveis criancinhas ianomâmis no centro de São Paulo.

Criancinha, como expliquei há pouco, é um poderoso recurso para comover a opinião pública. Claro que jamais são expostos os cadáveres das criancinhas que muitas tribos enterram vivas, só porque nascem com deficiências ou são gêmeas. Diga-se de passagem, tanto a Funai como o Cimi dão aval a estes assassinatos, por se tratarem de tradições culturais dos povos da selva.

A defesa de reservas indígenas imensas, desproporcionais ao número de selvagens que abrigam, tem sido o recurso mais utilizado pelas esquerdas, empresas multinacionais e missionários a serviço delas para impedir o progresso de um país e o uso de seus recursos minerais, hídricos e de sua agricultura. Índios e passarinhos são as melhores armas contra o desenvolvimento de países pobres.

Em 1990, quando vivia no Paraná, durante semanas foi vedete dos noticiários televisivos um pequeno pássaro, uma espécie de pardal, que estaria ameaçado de extinção. Chamava-se curiango-do-banhado e habitava nos arredores de Curitiba. Durante longos minutos, o bichinho era exibido em seus ângulos mais simpáticos, sempre com a mensagem: corre perigo de extinção. Ano seguinte, foi a vez de uma nova espécie de tapaculo, da família Rhinocryptidae, batizada com o nome popular de macuquinho-da-várzea. Também vivia nos arredores de Curitiba.

Algumas semanas mais tarde se soube ao que vinham o curiango-do-banhado e o macuquinho-da-várzea. Para preservá-los, era preciso preservar seu habitat natural. E para preservar seu habitat natural, as tais de ONGs fizeram uma ferrenha campanha para impedir a construção de uma barragem que abasteceria a capital paranaense. Me consta que o projeto de barragem morreu na casca.

Quando ouço falar de reservas indígenas, puxo os recursos naturais. Quando os defensores incondicionais das culturas nativas falam em waimiri-atroaari, leia-se cassiterita. E, quando se lê cassiterita, leia-se Paranapanema. Quando se fala em reserva ianomâmi leia-se cassiterita, mais ouro e fosfato. Macuxis, podemos traduzir por diamantes. A demarcação das terras indígenas pela Funai (Fundação Nacional do Índio) é sempre precedida pela descoberta de jazidas minerais.

Uma das raras denúncias desta estratégia na grande imprensa foi feita há mais de dez anos, por Marcos Losekan, no "Jornal Nacional" da Rede Globo:

"Os índios da Amazônia se tornaram os maiores latifundiários do mundo. As reservas dessa região ocupam um terço do território da Amazônia. A reserva dos Waimiri-Atroari no Amazonas, rica em cassiterita, dobrou do tamanho nos últimos anos. A reserva dos macuxis, em Roraima, recheada de diamante, aumentou duas vezes. A reserva dos ianomâmis no norte do Amazonas, rica em ouro, cassiterita e fosfato, cresceu cinco vezes. Em 1979 eram dois milhões de hectares. Em 85 passou para sete milhões e na demarcação definitiva em 1990 atingiu quase dez milhões de hectares. Hoje, a reserva ianomâmi é do tamanho de Portugal”.

Se não há riquezas mineirais, é porque há uma agricultura próspera do malvado homem branco. Jornais como o Estadão e a Folha de São Paulo caíram como patinhos no recente conto dos guaranis-caiovás. Para salvar o bom jornalismo, só restou a Veja. Que, nesta sua última edição, denuncia a farsa forjada pela Funai e pelo Cimi. Segundo a revista, alguns antropólogos e indigenistas querem transformar o sul de Mato Grosso do Sul em uma única e extensa reserva indígena. Trata-se da área mais produtiva da região, onde são produzidos 60% da soja do Estado, 4,3% da soja colhida no país, gerando uma economia de 5 bilhões de reais. Funai e Cimi não se interessam por fixar bugres em terras sem subsolo rico ou agricultura próspera.

O episódio recente da carta-suicida dos caiovás fez com que o governo pedisse a suspensão da ordem de despejo dos caiovás que haviam invadido a fazenda Cambará. Depois que o ET de Xapuri passou a se assinar Marina Silva Guarani-Kaiowá, miríades de almas ingênuas passaram a assinar-se da mesma forma no Facebook, endossando a farsa da Funai e do Cimi. Vamos à Veja:
Com o episódio, o Cimi conseguiu mais uma vez aproveitar a ignorância das pessoas das grandes cidades sobre a realidade em Mato Grosso do Sul e, principalmente, sobre quais são as reais necessidades dos índios. As terras indígenas já ocupam 13,2% da área total do país. Salvo raras exceções, a demarcação de reservas não melhorou em nada a vida dos índios. Em alguns casos, o resultado foi até pior. A 148 quilômetros da Fazenda Cambará, no município de Coronel Sapucaia, há uma reserva onde os caiovás dispõem de confortos como escolas e postos de saúde, mas não têm emprego, futuro nem esperança. Ficam entregues à dependência total da Funai e do Cimi, sem a menor chance de sobrepujar sua trágica situação de silvícolas em um mundo tecnológico e industrial. São comuns ali casos de depressão, uso de crack e abuso de álcool. A reserva Boqueirão, próximo a Dourados, abriga caiovás submetidos ao mesmo estado desesperador. Levantamento feito por agentes de saúde locais revelou que 70% das famílias indígenas têm um ou mais membros viciados em crack. “Infelizmente, a vida dos 170 caiovás acampados na fazenda em Iguatemi não melhorará com um simples decreto de demarcação”, diz o antropólogo Edward Luz.
(...)
Em sua percepção medieval do mundo, os religiosos do Cimi alimentam a cabeça dos índios da região com a ideia de que o objetivo deles é unir-se contra os brancos em uma grande “nação guarani”. Ocorre que o território dessa “nação” coincide com a zona mais produtiva do agronegócio em Mato Grosso do Sul. O Cimi e algumas ONGs orientam os índios a invadir propriedades. A Funai também apoia o expansionismo selvagem. Os 170 caiovás acampados na Fazenda Cambará moravam em uma reserva situada do outro lado da margem do Rio Hovy. Em novembro do ano passado, membros dos clãs Pyelito Kue e Mbarakay foram levados pelos religiosos e antropólogos a cruzar o rio e se estabelecer em uma área de 2 hectares. O secretário nacional de Articulação Social da Secretaria-Geral da Presidência da República, Paulo Maldos, visitou os caiovás em Iguatemi um dia antes e deu-lhes a garantia de que o governo federal zelaria pelos seus direitos. Ex-marido da presidente da Funai, Marta Azevedo, Maldos é um conhecido oportunista que não perde a chance de usar a desgraça alheia em favor de suas convicções políticas. “Além de terra, queremos ter condições de plantar e trabalhar, mas isso nem a Funai nem ninguém faz por nós”, diz o cacique caiová Renato de Souza, da aldeia Jaguapiru, em Dourados. Enquanto os índios tiverem a vida manipulada pelos medievalistas do Cimi, pelos ideólogos da Funai e pelas ONGs, seu destino será de sofrimento e penúria.


Há duas boas décadas venho denunciando estes senhores, os antropólogos e indigenistas, que empunham o discurso das terras indígenas para manter os indígenas na miséria e afastados da civilização, encerrados em uma jaula atemporal para contemplação dos homens do futuro. Por esta frase singela, pediram para mim cinco anos de prisão. Obviamente, não levaram.

Mas ainda conseguem enganar multidões, como é o caso destas almas ingênuas que freqüentam o Facebook e, só porque expressam o que pensam numa rede informática, acham que estão sendo solidários com os índios. Sem ter a mínima noção do que, no fundo, está em jogo.


06 de novembro de 2012
janer cristaldo

HAVIA UM MENSALÃO NO MEIO DO CAMINHO IMAGINADO PELOS SETE RISONHOS COMPANHEIROS



 
As anotações manuscritas no verso não identificam o autor nem informam a data da foto que documenta o iminente início de uma reunião na Casa Civil da Presidência da República, no quarto andar do Palácio do Planalto. Apenas registram que a imagem foi congelada no primeiro semestre de 2003, pouco depois da chegada ao coração do poder dos sete risonhos companheiros sentados à mesa.
Na cabeceira, José Dirceu, chefe da Casa Civil, é o mais velho do grupo ─ e nem completou 60 anos. Tem ainda 57 e o sorriso de quem só precisa esperar mais oito para instalar-se no gabinete presidencial. É o superministro que comanda simultaneamente as articulações políticas e as ações administrativas. É o líder do núcleo duro, o capitão do time de Lula. O Sucessor.
À direita de Dirceu, o deputado federal Nelson Pelegrino tem 42 anos e o sorriso de quem está convencido de que vai vencer a próxima eleição para a prefeitura de Salvador. Fracassara em 1996 e 2000, mas conseguira em 2002 uma vaga na Câmara e é um dos vice-líderes da bancada do PT.
À esquerda do anfitrião, o senador Aloizio Mercadante tem 49 anos e o sorriso de quem acha que valeu a pena sacrificar-se pelo partido. Em 1994, o deputado federal paulista trocara uma reeleição sem sobressaltos pela candidatura a vice-presidente na chapa de Lula. Fora recompensado em 2002 com a vaga no Senado. Líder da bancada do PT, sonha com o Palácio dos Bandeirantes.
No meio da mesa, o deputado federal João Paulo Cunha tem 45 anos e o sorriso do ex-metalúrgico de Osasco que virou presidente da Câmara. Sentado à sua frente, Tião Viana, vice-presidente do Senado, tem 42 anos e o sorriso de quem foi escolhido pelo destino para conferir dimensões nacionais aos domínios da família que governa o Acre.
Em primeiro plano, completam a mesa José Genoino e Delúbio Soares. O companheiro cearense tem 57 anos e o sorriso de quem fora consolado pela derrota na disputa do governo paulista com a presidência do PT. O companheiro goiano tem 48 anos e o sorriso de quem desde 2000, quando se tornara tesoureiro nacional do partido, é chamado por Lula de “nosso Delúbio”.
Nesta primavera de 2012, a imagem parece velha de muitos séculos. Em menos de 10 anos, José Dirceu, por exemplo, perdeu a chefia da Casa Civil, perdeu o mandato de deputado e, condenado pelo Supremo Tribunal Federal por corrupção ativa e formação de quadrilha, está prestes a perder a liberdade.
Nelson Pelegrino convalesce do quarto fiasco como candidato a prefeito. Aloizio Mercadante lambe no Ministério da Educação as feridas abertas por duas derrotas consecutivas na disputa do governo de São Paulo. Condenado por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro, o mensaleiro João Paulo Cunha perdeu a chance de candidatar-se a prefeito de Osasco. No momento, luta para preservar o mandato e escapar da cadeia.
Tião Viana é o único do grupo que pode sorrir, mas só em casa ou no gabinete de governador do Acre. Em público, ele é obrigado a caprichar na cara de velório recomendada aos Altos Companheiros pelo julgamento do mensalão. José Genoino perdeu a presidência do PT, perdeu a vaga na Câmara e foi condenado pelo STF por corrupção passiva e formação de quadrilha.
Antes de ser enquadrado nesses mesmos crimes, Delúbio Soares perdeu o cargo de tesoureiro do PT, perdeu a carteirinha de militante e, readmitido no ano passado, está ameaçado de só conviver com os amigos no pátio do presídio. Ele achava que as bandalheiras descobertas em 2005 dariam uma boa piada de salão. Deram cadeia.
No dia em que a foto foi feita, os sete sorrisos já podiam enxergar nitidamente um mensalão no meio do caminho. O brilho do poder ofusca a vista.
 
06 de novembro de 2012
Augusto Nunes, Veja online

IMAGEM DO DIA

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    Moradoras de uma vila na Caxemira andam com tábuas de madeira presas aos pés por um terreno pantanoso para colher castanhas-de-água no Lago Wular, a 65 km ao norte de Srinagar - Danish Ismail/Reuters
     
    06 de novembro de 2012

    RITA LEE BAIXA AS CALÇAS E MOSRA A "UVA PASSA". ARGH!!!


    Gente, é phoda não saber envelhecer.
    A Sexagenária vovó do Rock Tupiniquim, Rita Lee, agora no final da carreira resolveu incorporar a Derci Gonçalves e partiu para a insanidade total.



    Já não é a ´rimeira vez que a decana do rock cisma de mostrar aquela bunda véia e branca para o público.

    Ela já havia feito um show de despedida que acabou na delegacia por conta da senilidade aliada ao uso abusivo de substâncias fumacentas que a cantora faz uso desde os tempos em que o inferno era frio.

    Não dá para tolerar uma pessoa que perdeu de vez a mão, a decadência somada a idade avançada fazem com que certas pessoas percam a noção e insistam em continuar na profissão.
    Uma pessoa que já atingiu o auge da fama deveria sair da vida pública por cima, se despedindo do seu público e desaparecendo da mídia para curtir a vida e os netos.
    Vejam o exemplo da Tina Turner, quando ela percebeu que era hora de parar, simplesmente parou e sumiu.

    Agora, entrar na apelação e na baixaria para criar polêmica e manter espaço na mídia é o máximo da cretinice e da falta de noção. Uma pessoa pública acaba colocando uma vida inteirinha de sucessos por não saber a hora de parar.
    Rita deveria ter parado há uns 10 anos, mas seguiu em frente e agora deu para apelar para o ridículo. Uma pena.
    Vamos esperar para ver quais serão as novas baixarias promovidas pela decrépita cantora. Quem sabe ela coloque fogo ao próprio corpo em algum show só para chamar a atenção.

    E o mais bizarro, se a mãe de algum de nós baixar as calças e mostrar a uva passa, certamente internaremos a véia em uma clínica, a Rita faz a mesma coisa e vira notícia, como se ela ainda vivesse nos tempos da ditadura, onde tudo era feito para quebrar as regras e os padrões.
    E o pior, tem gente que acha o máximo e ainda bate palmas.
    O tempo passou na janela e só Rita Lee não viu....Coitada.

     
    06 de novembro de 2012
    omascate

    PAUSA PARA A DIVERSÃO!

    A FARSA DAS FOTOGRAFIAS DE FIDEL

    JORNALISTA DESMONTA A FARSA DAS FOTOGRAFIAS DE FIDEL. DITADOR REALMENTE NÃO APARECEU MAIS DEPOIS DE SOFRER EMBOLIA CEREBRAL.
    Cadê os óculos de Fidel?
     
    A jornalista venezuelana Ludmila Vinogradoff, correspondente em Caracas, do importante diário espanhol ABC, apresenta em seu blog El Bolincho Venezolano, uma detida análise desmontando a farsa do governo cubano que tenta mostrar Fidel Castro gozando de plena saúde, depois que o médico venezuelano radicados nos Estados Unidos, José Rafael Marquina, revelou que o ditador cubano sofreru uma embolia cerebral (AVC), aguda.

    Naquela oportunidade o médico afirmou que jamais se voltaria a ver Fidel Castro publicamente. Até hoje Fidel realmente não apareceu mais. Sua última aparição pública se deu quando da visita do Papa à Ilha.

    Imediatamente após a revelação do AVC que pode ter levado Fidel a uma vida apenas vegetativa, já que conta com 86 anos de idade, o governo cubano espalhou para o mundo uma série de fotos tentando fazer crer que o ditador está em gozo de perfeita saúde.

    Com base em análise de especialistas, a jornalista Ludmila Vinogradoff, desmascar a montagem realizada pelo partido comunista cubano.

    Transcrevo o início do post em tradução livre do espanhol, com link para leitura completa ao final:

    "É increível as maravilhas que pode realizar o Photoshop ( programa de tratamento de imagens). As imagens que publicou o diário oficial Granma de Fidel Castro lendo sua edição cde 19 de outubro tem chamado a atenção dos especialistas que as tem analisado com lupa descobrindo detalhes que põem em dúvida a autenticidade das fotografias.


    Por exemplo, que poderia ser uma montagem a imagem de Fidel lendo o Granma, pois em outra foto aparece na mesma posição com um exemplar de El Periodigquito (Vejam nas duas primeiras fotos acima), um diário regional da Venzuela, do Estado de Aragua. Tudo isso se pode fazer com a nova tecnologia.

    Os especialistas que pediram anonimado de sua identidade, disseram a esta correspondente que "os pixel das fotos de Fidel não coincidem, é uma montagem. Há m softwarwe que detecta a montagem".
    Em inglês o programa se chama "Image error level analysis", que cria um mapa como térmico de um JPEG. "Este mapa detecta imagens alteradas. No caso das fotos de Fidel, o que não coincide são áreas de compreensão do JPEG", dizem as fontes.


    EN ESPAÑOL - Es increíble las maravillas que puede lograr el photoshop. Las imágenes que publicó ayer el diario oficial Gramma de Fidel Castro leyendo su edición del 19 de octubre ha llamado la atención de los expertos que las han analizado con lupa descubriendo detalles que ponen en duda la autenticidad de las fotografías.

    Por ejemplo, que podría ser un montaje la imagen de Fidel leyendo el Gramma pues en otra gráfica aparece en la misma posición con un ejemplar de El Periodiquito, un diario regional de Venezuela del céntrico estado Aragua. Todo eso se puede hacer con la nueva tecnología.
    ¿Qué cómo se hace?. Los expertos, que pidieron el anonimato de su identidad, dijeron a esta corresponsal que “los pixel de las fotos de Fidel no coinciden, es un montaje. Hay un software que detecta el montaje”.

    En inglés el programa se llama “Image error level analysis”, que crea un mapa como los térmicos de un JPEG. “Este mapa detecta imágenes alteradas. En el caso de las fotos de Fidel, lo que no coincide son áreas de comprensión del JPEG”, dicen las fuentes.
     
    Haga CLICK AQUI para leer toda la história.
     
    06 de novembro de 2012
    in aluizio amorim

    ASSIM JÁ É DEMAIS!

           
              Artigos - Governo do PT 
    Aquelas instituições que Lula elogiava enquanto se declarava vítima de uma traição, foram fazendo, com rigor, o que lhes competia. Ele, Lula, foi o único poupado. Não há registro, em cinco séculos de história do país, de maior atentado contra as instituições nacionais.

    Até os índios kaiapó, às margens do rio Iriri, sabem que o mensalão aconteceu. Sabem que foi uma trama criminosa, montada para corromper partidos políticos e deputados e, com isso, alinhavar maioria parlamentar na Câmara dos Deputados. O próprio Lula perfilou-se entre os primeiros a admitir a natureza criminosa dos fatos. Lembro muito bem disso porque o reconhecimento se deu em cadeia nacional de rádio e televisão. Resultou inesquecível a cena, tendo como palco o ato de abertura da reunião ministerial do dia 12 de agosto de 2005.

    Nessa fala, o ex-presidente disse:
    a) que se sentia traído por práticas inaceitáveis;
    b) que nunca teve conhecimento dessas práticas;
    c) que por ser o primeiro mandatário da nação, era seu dever zelar pelo Estado de Direito;
    d) que o Brasil tinha instituições democráticas sólidas e que o Congresso e o Judiciário estavam cumprindo a sua parte;
    e) que a Polícia Federal estava investigando a fundo todas as denúncias; f) que determinou, desde o início, que ninguém fosse poupado, pertencesse ao PT ou não;
    f) que não tinha qualquer vergonha de dizer ao povo brasileiro que "nós temos que pedir desculpas" e explicitou esse "nós" afirmando que o PT tinha que pedir desculpas e que o governo, onde errou, tinha que pedir desculpas;
    g) que o povo brasileiro não podia estar satisfeito com a situação que o país estava vivendo. Quem quiser voltar a assistir essa fala, procure no youtube por "Lula pede desculpas pelo mensalão".
     
    Depois disso, seguiram-se investigações com o rigor anunciado, tanto na Polícia Federal quanto nos demais órgãos do Estado, notadamente Banco Central, Receita Federal, Controladoria Geral da União e Ministério Público Federal. O volumoso processo caiu em mãos do STF e ali foi escrutinado por uma legião de técnicos e, por fim, pelos próprios ministros, como bem pudemos assistir.
    Nós, eles, e os índios Kaiapó. Ao fim e ao cabo, o que se ficou sabendo era, em tudo, bem mais volumoso e grave do que o contido nas estudadas manifestações do deputado Roberto Jefferson.
     
    Aquelas instituições que Lula elogiava enquanto se declarava vítima de uma traição, foram fazendo, com rigor, o que lhes competia.
    Ele, Lula, foi o único poupado. Não há registro, em cinco séculos de história do país, de maior atentado contra as instituições nacionais. Para proporcionar ao governo maioria parlamentar, degradou-se o poder legislativo comprando deputado assim como muitos barões do açúcar e de cacau compravam votos. Para esse fim, o governo organizou seus jagunços de terno Armani e mocassim italiano.
     
    Fizeram grande mal à nação. Expuseram-na a um rumoroso vexame internacional. Proporcionaram péssimo exemplo ao povo. Sentada a poeira dos escândalos, perseveraram em práticas delitivas. Pergunto: não foi isso o que se viu no efeito dominó que derrubou boa parte do ministério de Dilma Rousseff em seus primeiros meses?
    E agora pretendem, em orquestrada série de manifestações, desacreditar o Supremo Tribunal Federal. Ou seja, continuam a agir contra as instituições! Parecem esquecidos de que sete dos dez membros do Supremo foram indicados por eles.
    Agem e falam como se aquela Corte, escolhida a dedo por Lula e Dilma, fosse composta por tipos sinistros, por carniceiros dispostos a eviscerar e esquartejar, membro a membro, o mais nobre partido da República para felicidade "das elite". Ninguém é mais lulista neste país do que "as elite".
     
    Escrito por Percival Puggina

    O 'MILAGRE' PETISTA DA ASCENSÃO SOCIAL

        
              Artigos - Governo do PT 
    Em 2010, para alavancagem da candidata Dilma Rousseff, Lula não se fez de rogado e irrigou irresponsavelmente o País com dinheiro farto, de modo que hoje metade da população brasileira está encalacrada em dívidas.

    Durante os oito anos do governo Lula, a economia do Brasil, nas Américas, só foi superior à do Haiti da guerra civil, dos terremotos e dos furacões. Comparado à dos BRIC, foi um fiasco total. Assim, eu nunca consegui entender como dezenas de milhões de pessoas tenham saído da pobreza e alcançado, inclusive, a classe média, como a propaganda petista continua repetindo. Para mim, trata-se de um cálculo que nunca se fechou.

    No início do governo Dilma Rousseff, o governo alardeava que o País tinha chegado à 6ª. posição, quanto ao PIB. Ocorre que, embutido, estava um embuste, pois o cálculo era simplista, apenas uma conversão do PIB para o dólar bastante desvalorizado, sem levar em conta o valor de compra do real (paridade do poder de compra).
     
    Tanto isso é verdade, que em outubro de 2003, o jornal O Globo estampava a seguinte manchete, também com base no cálculo da conversão do real para o dólar, ainda no período da ressaca do “fator Lula”, eleito presidente, o qual ainda inspirava desconfiança no mercado, quando o dólar chegou próximo a R$ 4: “O Brasil passa de 8ª. à 15ª. economia do mundo”.
    Então é isso: o Brasil dorme em 8º lugar e acorda em 15º, e vice-versa, assim sem mais nem menos?
     
    A revista Veja, de 8 de outubro de 2012, no texto “A Belíndia Revisitada” (pg. 94-5), de Giuliano Guandalini, afirma que em 1960, os 10% mais ricos detinham 40% da renda total, aumentando esse índice para 47% em 1970 e 48% em 1980. E que os 10% mais pobres detinham apenas 2% da renda total em 1960, baixando para 1% em 1980.
    Faltou à revista Veja a decência de dizer quantos brasileiros saíram da miséria no período do governo dos militares, quando o Brasil foi alçado da 46ª para a 8ª potência econômica em apenas uma década. Crescendo a taxas anuais seguidas acima de 10%, chegando a 14% em 1973, é óbvio que milhões de pessoas saíram da pobreza. Quantos milhões foram?
     
    Além do mais, se mais milionários e bilionários surgiram durante o governo dos militares (os tais 10% mais ricos), isso necessariamente não é um mau sinal.
    Afinal, são os ricos que, com suas empresas e seus negócios, tocam de fato o País, oferecendo milhões de empregos ao povo e promovendo a verdadeira e sustentável ascensão social. Quantos empregos oferecem as empresas de Eike Batista, o homem mais rico do Brasil?
    No mesmo texto de Veja, o economista Marcelo Néri serve de caixa de ressonância ao embuste petista: “O lado pobre do Brasil cresce tanto quanto a economia da Índia, o lado belga está tão estagnado quanto os países europeus” (pg. 95).
    Os fatos, no entanto, são teimosos.

    “Há uma absurda expansão do crédito, gerando bolhas no setor imobiliário. Temos hoje moças e garotos que compram imóveis financiados por 30 anos pagando a maior taxa de juros do mundo. Daqui a alguns anos, eles ficam desempregados e, aí, teremos um problema social. A propaganda foi a coisa mais eficiente do governo. Há uma espécie de otimismo trágico no Brasil. Nos anos Lula, o país cresceu, em média, 4%. Isso não é mérito. No período, a média mundial foi de 4,4%. Entre os 29 últimos presidentes, Lula fica na 19a. posição”.
    (Reinaldo Gonçalves, in “Uma voz no deserto”, Correio Braziliense, 20/3/2011, pg. 23).

    O Correio omitiu deliberadamente que a 1ª. posição pertence a Emílio Garrastazu Médici, fato que a esquerda de caviar jamais conseguirá engolir.
     
    Infelizmente, Castello Branco e os governos militares que o sucederam eram contrários à propaganda das realizações do governo. As obras dos militares foram estupendas, como a hidrelétrica de Itaipu, que consumiu em aço o equivalente a 380 torres Eiffel. Em 1963, o PIB era equivalente a 20,6 bilhões de dólares e as exportações, 1,4 bilhão de dólares, com saldo negativo de 244 milhões de dólares. Em 1984, as exportações somavam 27 bilhões de dólares.
     
    Já há algum tempo, Marcelo Neri, economista da Fundação Getúlio Vargas, vinha batendo nessa tecla da ascensão da classe média, na TV Globo, dos milhões de brasileiros que saíram da miséria e agora estavam participando da festa consumista. Neri chegou até a escrever um livro, A nova classe média, que recebeu elogios da presidente Dilma Rousseff.
     
    Em 2010, o governo Lula cantou em verso e prosa o aumento do PIB brasileiro, de 7%, uma façanha vista apenas durante o governo dos militares. Ocorre que esse índice esconde uma meia verdade, para não dizer uma mentira inteira, pois em 2009 o aumento do PIB foi negativo, cresceu para baixo como rabo de cavalo. Assim, na média 2009-2010, o aumento da economia foi em torno de 3%.
    Claro que houve uma sensível melhora das pessoas nos últimos anos, principalmente com a estabilidade do Real.
     
    Os brasileiros passaram a ter acesso amplo a empréstimos a perder de vista, ainda que a juros estratosféricos. Em 2010, para alavancagem da candidata Dilma Rousseff, Lula não se fez de rogado e irrigou irresponsavelmente o País com dinheiro farto, de modo que hoje metade da população brasileira está encalacrada em dívidas.
    esmo assim, eu não conseguia entender como 20, 30, 40 milhões – o número imaginário varia de acordo com o local do palanque petista – tinham conseguido sair da miséria, já que o crescimento econômico brasileiro continuou muito baixo nos últimos anos. Para 2012, a previsão do ministro da Economia, Guido Mantega, era que o PIB cresceria em torno de 4 a 5%.
    Hoje, o “pibinho” de 2012 está cotado em 1,5%, o que quer dizer que o Brasil crescerá no máximo 1%.
     
    A explicação do milagre petista ocorreu em 2012, quando, cinicamente, o governo Dilma classificou como classe média os que auferem renda familiar per capita entre R$ 291,00 e R$ 1.019,00. Ou seja, quem recebe 2 salários mínimos, para os petistas, pertence à baixa classe alta! E quem recebe acima de R$ 2.480,00, pertence à classe alta! Com inveja do “milagre brasileiro” dos militares, os petralhas criaram o milagre da ascensão social das massas, numa canetada! - cfr. http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1097561-classe-media-tem-renda-per-capita-de-r-291-a-r-1019-diz-governo.shtml.
    O antigo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) foi transformado em
     “Instituto de Proselitismo Econômico Aplicado”, na perfeita definição de João Luiz Mauad, depois que foi aparelhado por petistas.
     
    Assim como o sucessor de FHC não gostava dos dados estatísticos do IBGE, a não ser os que traziam boas notícias, Dilma Rousseff ficou estressada quando o IPEA afirmou o óbvio, que as obras para melhoria dos aeroportos para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 estavam atrasadíssimas.
    O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) divulgado pelo Pnud em 2011 contrariou Lula, que, entre uma sessão de quimioterapia e outra, ordenou que o presidente do IPEA, Márcio Pochmann, elaborasse um IDH próprio.
    Infiltrado por ativistas ideológicos, atualmente o IPEA tem a mesma credibilidade de um instituto cubano, argentino ou chinês.
    Recentemente, Marcelo Neri foi nomeado presidente do IPEA. É, sem dúvida, o homem certo no lugar certo.
     
    Escrito por Félix Maier

    AS ELEIÇÕES DOS EUA


    Manter Obama será enfraquecer a força do país.


    Eu comentei em vídeo ontem (assista abaixo) as eleições dos EUA, que se realizam hoje, enfatizando a preferência unânime da esquerda (e da mídia, ela toda esquerdista) pelo candidato Barack Obama e contra o candidato republicano Mitt Romney. Volto ao tema para comentar o abominável editorial do Estadão (Por que torcer por Obama), que faz coro com a esquerda mundial. Penso que vale o comentário, porque o editorialista explicitou os supostos (e falsos) argumentos em favor de Barack Obama.


    Dois argumentos se destacam logo no primeiro parágrafo. Mitt Romney é descrito como (1) um militarista obscurantista e (2) um patrocinador do “retrocesso econômico”. O editorialista sublinha que Romney teria uma suposta “dependência dos mesmos gurus neoconservadores que atiçaram George W. Bush para a aventura da guerra no Iraque” e que poderia incentivar Israel a resolver o problema nuclear iraniano por meios militares.
     
    O que divide Obama e Romney está totalmente explícito nesses argumentos. Em matéria de política externa teríamos a substituição da desastrada política externa de Obama, que levou ao desastre na Líbia e à guerra civil na Síria e ao fortalecimento do poder global da China. Queira ou não, a política de esquerda nos últimos quatro anos fragilizou a posição dos EUA, tanto em relação aos ‘amigos’ europeus como aos inimigos. Enfrentar o poderia da China é uma escolha que se impõe; ser o guardião da ordem mundial contra o terrorismo, também.
     
    Manter Obama será enfraquecer a força do país, fato que não interessa, em última análise, a ninguém do Ocidente. Apenas a esquerda ideológica ensandecida, falsamente pacifista, empunha essa bandeira equivocada. É preciso resistir aos bárbaros antiocidentais. Não é deixando que prosperem loucuras eufemísticas como ‘Primavera Árabe’ que a paz mundial será preservada. Da mesma forma, não é por assistir impassível à expansão militar da China que os interesses maiores do Ocidente serão resguardados.
     
    Em matéria econômica temos também um divisor de águas. Ou prevalecerá a proposta socialista de Obama, que acredita que é possível descolar a distribuição de renda da sua produção, ou prevalecerá a ética do livre mercado, de moral superior e de eficiência demonstrada. O flerte de Obama com as práticas socialistas tem posto em perigo o próprio dinamismo da economia americana. Mitt Romney, se eleito, reacenderá mundialmente a crença no livre mercado e nas instituições capitalista.
     
    É certo que essas eleições definirão a macro política mundial nos próximos anos. São candidaturas antagônicas, visões de mundo alternativas entre si. Ao contrário do editorialistas do Estadão, eu penso que as forças representadas – sobretudo as ideias representadas – na candidatura de Mitt Romney são as melhores para todo o mundo.
    Vídeo:

    No programa Manhattan Connection de ontem (4), todo ele dedicado a falar mal de Mitt Romney e a louvar Barack Obama e a prever a vitória deste último (estavam na dúvida se a vitória seria grande ou pequena) mostra a parcialidade que usam e o anti-jornalismo que praticam. A cobertura do Estadão de hoje é do mesmo naipe, sendo exemplo ridículo a coluna da Lúcia Guimarães (http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,de-costas-para-o-futuro-,955763,0...). O medo da esquerda se justifica porque a eleição de Mitt Romney colocará ativo um polo conservador em escala mundial, contra o movimento esquerdista.
     
    06 de novembro de 2012
    Nivaldo Cordeiro