"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)

"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)



sexta-feira, 7 de junho de 2013

CONTROLE DA MÍDIA PELOS PRÓPRIOS JORNALISTAS 'PENAS ALUGADAS DO PT' TENTA CALAR O MOVIMENTO DOS EVANGÉLICOS PELA LIBERDADE


Num país de jornalismo verdadeiro esta foto da grande manifestação evangélica em Brasília seria destaque de capa de todos os veículos da grande mídia. Mas não foi isso que ocorreu. A censura partiu dos próprios jornalistas, o que é algo vergonhoso e a ante-sala para um regime ditatorial.
Um dos sintomas mais evidentes de que a grande imprensa brasileira,como raras exceções, já vive sob o tacão da censura fica evidente no conteúdo deste post. Entretanto, essa censura não se enquadra no seu conceito clássico, ou seja, em decorrência de uma ação oficial que pode até mesmo recorrer à força policial.

A censura que vem ocorrendo no Brasil sob o império do PT é praticada pelos próprios jornalistas que, em esmagadora maioria são esquerdistas e, por isso mesmo, completos idiotas. E, como idiotas, compõem a principal, senão a fundamental, linha auxiliar do PT. São os próprios jornalistas os novos censores e esta é a verdade irrefutável, embora isso seja uma contradição inexplicável, haja vista que não existe a possibilidade do exercício do jornalismo sem a liberdade de imprensa. Isto é mais uma inovação surpreendente, uma jabuticaba, ou seja, jornalistas que promovem a censura ao seu próprio trabalho.

Na verdade o controle social da mídia já existe sem que nenhum lei o consagre. Quando o PT defende o controle social da mídia está apenas querendo calar a revista Veja e os blogs de seus jornalistas, como os de Reinaldo Azevedo, Augusto Nunes e Ricardo Setti e mais alguns poucos blogs independentes.

O PT continua no poder exatamente por esse controle da imprensa que, ao escamotear a realidade dos fatos promove diturna lavagem cerebral coletiva. A maioria da população se informa principalmente pela grande mídia, especialmente a televisão. O resultado de uma década de doutrinação subliminar embalada pela pensamento politicamente correto já idiotizou, no mínimo, 80% da população brasileira, a ponto de levá-la a acreditar que Lula é um grande líder e a Dilma uma grande "presidenta".

Esta dramática realidade ficou evidenciada na manifestação dos evangélicos ocorrida na última quarta-feira e que reuniu cerca de 70 mil pessoas em defesa da liberdade de expressão, da liberdade religiosa, da família tradicional e da vida, ou seja, contra o aborto. Falou-se inicialmente em 40 mil pessoas, conforme noticiei aqui em post mais abaixo, mas a polícia do Distrito Federal estimou em cerca de 70 mill pessoas, segundo anota o jornalista Reinado Azevedo em seu blog no site da revista Veja.

Seja como for, o fato é que é que foi evidentemente um evento inaudito. Há muito tempo não se registra no Brasil uma manifestação popular de viés social, religioso e político dessa magnitude, mormente quando essa multidão não está financiada pelos cofres estatais ou de ONGs, sindicatos e organizações assemelhadas e sem contar com a divulgação ampla pela grande mídia, algo, portanto, muito diferente do que ocorre em relação a paradas gay e marchas em defesa da maconha e demais entorpecentes que têm um apoio ostensivo dos jornalistas.

Assim sendo, sob o tacão da censura imposta pelos próprios jornalistas militantes do delirante esquerdismo, o evento dos cristãos evangélicos foi simplesmente banido do noticiário dos jornalões, quando merecia, evidentemente, manchete e foto de capa em todos os veículos de comunicação. Mas não foi isso que aconteceu.

O insight para escrever este  post me ocorreu ao ler o excelente escrito do Reinaldo Azevedo, que recomendo a leitura (cliquem AQUI).

E para concluir, devo assinalar que quando um assunto volta ao destaque dois dias depois de haver ocorrido, demonstra de forma cabal que há algo de muito perigoso acontecendo no Brasil, ou seja, que a liberdade de imprensa pode ter seus dias contados. E, sem liberdade de imprensa tem-se uma ditadura pura e simples que significa o fim da liberdade e o início das prisões por supostos delitos de opinião.

É emblemática a declaração do pastor evangélico Silas Malafaia, um dos organizadores da manifestação, e que empresta inelutável conteúdo político não-partidário, é óbvio, ao evento porquanto enfoca o principal, que é o direito à liberdade de expressão e à imprensa livre, pilares fundamentais da democracia e das liberdades civis, sobretudo da liberdade de divergir! Fecho este post com a declaração do Pastor Malafaia:
“Senhores da imprensa, nós, que somos chamados de fundamentalistas, queremos uma imprensa livre até para falar mal de nós. Nós não queremos cercear imprensa, não. Agora, eu fico vendo esses esquerdopatas, que querem o controle da mídia para controlar o conteúdo… Eles estão pensando que o Brasil é Nicarágua, Venezuela, Bolívia, Equador e Argentina. Aqui, não! Imprensa livre, sempre livre!”
 
07 de junho de 2013
aluizio amorim

AMPLOS SETORES DA IMPRENSA TENTARAM CASSAR DOS EVANGÉLICOS O DIREITO DE DIZER "NÃO".

Agrediram os fatos, a democracia e os seus leitores

 


A grande imprensa brasileira, com as exceções costumeiras, escreveu um capítulo vergonhoso de sua história na quarta-feira. Cerca de 70 mil pessoas — segundo estimativas da Polícia Militar do Distrito Federal — participaram de uma manifestação em Brasília em defesa da liberdade de expressão, da liberdade religiosa, da família tradicional e da vida (leia-se: contra o aborto).

Num dia útil, certamente arcando com o custo de faltar ao trabalho — ninguém ali tinha o “ponto” abonado nem estava sendo pago por partido —, milhares de pessoas atenderam à convocação de diversas denominações cristãs para expressar o seu ponto de vista sobre temas que estão em debate na sociedade e que são do interesse dos brasileiros.
Não obstante, aquelas 70 mil pessoas foram praticamente ignoradas pelo jornalismo.

A IRONIA: UMA DAS PALAVRAS DE ORDEM DA CONCENTRAÇÃO ERA ESTA: CONTRA O CONTROLE DA MÍDIA.



Reproduzo palavras do pastor Silas Malafaia, um dos organizadores do evento:

“Senhores da imprensa, nós, que somos chamados de fundamentalistas, queremos uma imprensa livre até para falar mal de nós. Nós não queremos cercear imprensa, não. Agora, eu fico vendo esses esquerdopatas, que querem o controle da mídia para controlar o conteúdo… Eles estão pensando que o Brasil é Nicarágua, Venezuela, Bolívia, Equador e Argentina. Aqui, não! Imprensa livre, sempre livre!”

Não saiu praticamente uma linha do que disse Malafaia sobre o assunto. Também se omitiram as críticas muito duras que ele fez aos mensaleiros. Setenta mil pessoas pediram em coro cadeia para a quadrilha — enquanto Luís Roberto Barroso, na CCJ do Senado, dizia que o STF foi muito duro com aqueles patriotas. E também isso se omitiu.

Houve coisa pior do que omissão: uma reportagem do Estadão Online atribuiu ao pastor o que ele não disse, a saber: que união homoafetiva é crime. Não falou isso. Afirmou outra coisa: que não aceitava que sua opinião, que é contrária, fosse criminalizada, como faz o PLC 122.

Não há por que omitir os fatos. É evidente que uma concentração que tinha na sua pauta, também, a defesa da família tradicional (homem, mulher e sua prole) opõe-se ao casamento e ao ativismo gays.

E isso foi dito lá de maneira clara e inequívoca. Era um aspecto importante do protesto, mas era um deles. Não é menos evidente que a esmagadora maioria da imprensa considera essa opinião “conservadora”, “reacionária”, “atrasada” — escolham aí o adjetivo. O mesmo se diga sobre o aborto, duramente atacado no evento. Eis outro item da pauta dita “progressista” — nunca ninguém conseguiu me explicar por que o mundo e a moral progridem com a morte de fetos…

A imprensa — ou “as imprensas” — tenha a agenda que quiser! Como afirmou o pastor, que ela seja livre até para falar mal das opiniões e das pessoas da praça. Mas omitir??? Fazer de conta, como se fez, que a coisa não estava acontecendo??? Tratar a concentração como se estivesse um curso um evento corriqueiro, sem importância? Só não acho que ficou caracterizada a “censura” porque considero que a palavra cabe quando a interdição é aplicada pelo Estado. Mas se trata, sim, de um ânimo censor, que agride a essência do jornalismo.

Estaremos, agora, diante de um novo paradigma, que consistirá em esconder aquilo de que se discorda? Qual é a medida? Se 500 pessoas marcham nas ruas em defesa da maconha, a foto vai parar nas primeiras páginas — afinal, é a “pauta progressista”. Se 70 mil fazem um coro contra a descriminação das drogas — e isso também ocorreu —, faz-se de conta que nada aconteceu?

Pois é… Volta e meia, José Dirceu, o chefe de quadrilha do mensalão — até, ao menos, que eventuais e ilegais embargos infringentes não livrem a sua cara —, manda alguém escrever lá no seu blog um ataque qualquer à imprensa, pedindo o “controle da mídia”. Por incrível que pareça, a mídia que ele quer controlar se encarrega de reproduzir suas cretinices. Afinal, disse-me outro dia alguém, a imprensa tem de fazer isso para demonstrar que é isenta e não tem preconceitos…

Ah, bom! Agora entendi! Para mostrar que é isenta e não tem preconceitos, até os ataques de Dirceu à liberdade de expressão são… livremente expressos! Mas os 70 mil da praça, que falaram EM DEFESA da liberdade de expressão, ah, esses foram tratados com menoscabo ou com desrespeito mesmo: “Afinal, não pensam o que pensamos; têm uma pauta reacionária…”.

O que pretende para si mesma a imprensa que age desse modo? Digam-me cá: os 70 mil que foram para a praça, numa quarta-feira gorda, tinham sido convocados por quem? Pelos jornais, TVs e sites noticiosos já tradicionais? Acho que não! As igrejas evangélicas têm seus próprios sistemas de comunicação e não dependem da boa vontade de estranhos para existir. Tratou-se de uma omissão vergonhosa, constrangedora. E, claro, havia jornalistas em penca lá.


Essência da democracia

A essência da democracia é o dissenso. O papel da imprensa não é exercer uma censura informal sobre a diversidade de opiniões. Ao contrário. Converter o espaço noticioso em área de militância é um comportamento fascistoide, que agride o fundamento da pluralidade e da liberdade.

Faltassem-nos exemplos, deveríamos olhar para o governo de Barack Obama, nos EUA. Em nome das liberdades civis que estariam ameaçadas no governo Bush; em nome da pluralidade, que estaria sendo agredida pelos supostos fundamentalistas de Bush; em nome da, santo Deus!, diversidade, à qual os republicanos de Bush seriam hostis, ONGs, movimentos sociais, imprensa, academia, intelectuais etc. se juntaram num grande coro de adoração ao candidato e depois presidente da República e à sua agenda progressista.

Quis o destino — que, para mim, sempre foi a lógica dos fatos — que aquele grande progressista liderasse o governo que montou o mais amplo, profundo e nefasto sistema de espionagem no país, que inclui a perseguição a adversários por organismos do estado e a invasão do sigilo de jornalistas.

A liberdade é e será sempre o direito de divergir. Infelizmente, amplos setores da imprensa tentaram cassar dos evangélicos esse direito. Para estes, a agressão foi irrelevante porque, reitero, não dependem dessa visibilidade para existir. Para o jornalismo, no entanto, a coisa é séria: há o risco de que o paradigma da pluralidade esteja se perdendo. Os cristãos, sempre que julgarem necessário, voltarão às praças. Espero que essa imprensa de agenda tenha como voltar a seus leitores.



07 de junho de 2013
Reinaldo Azevedo

STJ OBEDECE AO STF E LEGISLA QUE DISSOLU;'AO DE CASAMENTO GBLT É CASO PARA VARA DE FAMÍLIA

A Justiça brasileira toma mais uma decisão que reforça a ação da ideologia da Nova Ordem Mundial contra os valores tradicionais e praticamente “legisla” pela sacramentação do casamento GLBT. O Superior Tribunal de Justiça acaba de mandar para o lixo da história os valores familiares. A terceira turma do STF resolveu que as Varas de Família (e não as Varas Cíveis) serão as responsáveis por julgar as separações de casais homossexuais.
 
O STJ se baseou em decisão do Supremo Tribunal Federal que, em maio de 2011, reconheceu a união estável entre casais do mesmo sexo como “entidade familiar”. Também em agosto de 2011, o STJ já tinha decidido que a Vara de Família tinha competência para reconhecer uniões homoafetivas. Em outubro, o tribunal autorizou o casamento civil de casais homossexuais. Recentemente, o Conselho Nacional de Justiça obrigou os cartórios a realizarem os casamentos.
 
A partir de tais decisões, casais homossexuais conquistam os mesmos direitos dos heterossexuais quando resolvem dissolver a união estável ou casamento. Pagamento de Pensões, Divisão de Herança, Partilha de Bens e até a Divisão da Guarda de Filhos. No caso de cidadãos com pênis (filhos adotivos). No caso de pessoas com vagina e útero – que podem conceber naturalmente ou usando técnicas de inseminação artificial.
 
O homossexualismo ou a homoafetividade é uma decisão individual que deve ser respeitada. O problema psicossocial é que, via ativismo e propaganda, o cidadão que não quer para si os “valores” GBLT é, na prática, forçado a aceitá-los como “normais”. No jogo da Nova Ordem Mundial, focado em derrubar os valores tradicionais, o sistema de poder globalitário impõe à maioria o suposto raciocínio “politicamente correto” das minorias. Breve, com o senso comum modificado, o que hoje é minoria se transforma, depressa, em maioria. Processo simples – como a cirurgia para a troca de sexo.
 
A decisão da Justiça vai provocar o protesto de grupos religiosos tradicionais e conservadores que são obrigados a engolir os “valores familiares” e muitos outros “valores” impostos pela Nova Ordem Mundial. O curioso é que, no Brasil que adora criar leis, nem precisou uma específica para resolver as questões oriundas do ativismo GBLT. Bastou a “avançada” interpretação do politica do Judiciário, antecipando-se a um processo legislativo, que poderia ter, em tese, influência da maioria.
 
A ditadura da Nova Ordem Mundial funciona assim. Quem discorda dos “novos valores” é classificado, automaticamente, como preconceituoso ou, na escala mais radical, é até chamado de “intolerante” e “homofóbico”. Impondo ideias hoje defendidas por minorias, até que terminem aceitas pela maioria, o sistema de poder produz conflitos inúteis e artificiais na sociedade.
 
No meio da confusão psicossocial, assuntos políticos realmente relevantes ficam em segundo plano – o que facilita o esquema da influência, manipulação, controle e dominação. Os mecanismos da Nova Ordem Mundial atuam diretamente sobre o Legislativo e o Judiciário de qualquer País. Seja para criar normas e para que os magistrados, mais rapidamente, as sacramentem. Cada vez mais, o processo legal, no mundo todo, obedece a “pensamentos únicos”, padronizados, para serem seguidos, obrigatoriamente, por todos.
 
Esta suposta segurança imposta do Direito é apenas um simulacro de democracia. Os “valores” da Nova Ordem Mundial são impostos e propagandeados a todas as nações através de organismos multilaterais – em ataque direto à soberania nacional dos países. Um mundinho todo padronizado legalmente, através do regramento excessivo, facilita a governança globalitária tocada pela Oligarquia Financeira Transnacional que dirige todo o planeta Terra, de fato, e por direito imposto.
Todo mundo deve ter direito à Liberdade e à Felicidade. O problema é que a Nova Ordem Mundial não deseja isso... E cada vez mais conflitos serão criados, artificialmente, para facilitar a governança globalitária. 
 
Discriminação e Intolerância
A 43ª Assembleia Ordinária da Organização dos Estados Americanos (OEA) aprovou ontem em Antígua (Guatemala), a Convenção Interamericana Contra Toda Forma de Discriminação e Intolerância.
 
Entre as novidades do texto está a inclusão do combate às violações motivadas por orientação sexual, identidade de gênero e condição infectocontagiosa estigmatizada.
 
A OEA é um dos principais organismos multilaterais propagadores dos “valores” da Nova ordem Mundial.
 
Caso único
Circula na internet uma série de frases atribuídas ao presidente do STF e do CNJ, Joaquim Barbosa, que ele realmente nunca falou, mas que valem como profunda reflexão sobre o cada vez mais caótico e autoritário sistema de poder vigente no Brasil:
"Somos o único caso de democracia no mundo em que condenados por
corrupção legislam contra os juízes que os condenaram”.

“Somos o único caso de democracia no mundo em que as decisões do
Supremo Tribunal podem ser mudadas por condenados”.
“Somos o único caso de democracia no mundo em que deputados após
condenados assumem cargos e afrontam o Judiciário”.
“Somos o único caso de democracia no mundo em que é possível que
condenados façam seus habeas corpus, ou legislem para mudar a lei e
serem libertos".
Conclusão: O Super Barbosa não falou, mas bem que poderia ter falado...
Ditadura indígena
Outra imposição da minoria sobre a maioria – com interesses econômicos escusos bem evidentes – é a questão indígena no Brasil.
Os supostos índios, além de “cidadãos” com privilégios acima dos normais, são hoje os dirigentes de verdadeiras nações (prestes a serem independentes) nas terras da Amazônia Legal cheia de riquezas naturais e minerais.
Leia no Blog Questão Indígena como a presidência da Fundação Nacional do ìndio (Funai) pode estar negociando a venda de terras brasileiras com um banco alemão.
O link da matéria é: http://www.questaoindigena.org/2013/06/presidencia-da-funai-pode-estar.html 
Silêncio do Inocente?
 
Manda quem pode...
 
Impensável no Brasil
Seria imagem de ficção científica – ou montagem de Photoshop – a foto de algum alto dirigente político brasileiro  andando de metrô, como um cidadão comum, indo para de casa para o trabalho.
O carinha da fotografia é o primeiro-ministro inglês James Cameron que nem encontrou lugar para viajar sentado no fantástico metrô londrino.
Por aqui, não veríamos tal imagem porque os poderosos têm carros oficiais, bancados pelo dinheiro público, a seu dispor, para que não precisem usar o ineficiente transporte público que temos (?) por aqui...
Netinho abduzido?

 
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.
 
07 de junho de 2013
Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor.

UMA NOVA ORDEM

O que há de errado neste mundo?
Ninguém mais respeita hierarquia.
Ninguém respeita pai e mãe.
Que dirá o professor.
Crianças velhas ou proto-adultos de 20 anos, qual o objetivo de vida?
A tal geração Y está se mostrando geração Z...ero à esquerda.
Bater boca, intimidar, mostrar competência à violência. Chilique de uma criança de 5 anos num adulto biológico.
Será que isso é consequência da nova criação em que pais aceitam tudo?
Aqueles mesmos que foram censurados pelos seus progenitores não entenderam a radicalização de suas ações.
É lamentável, desde que o mundo é mundo, existe quem manda e quem obedece.
Quem a hierarquia é conquistada pela experiência, competência ou ainda pela idade.
Não seguir essa ordem é destruir uma escala social.
Arrisco a dizer que a população tenderá a diminuir, não por uma questão de controle de natalidade, mas porque as crias não conseguirão sobreviver com as próprias pernas. Mesmo se achando arrogantemente capazes.

É fato que a tecnologia ajuda. Mas a tecnologia foi criada por gente que respeita a hierarquia, a anarquia só gera a necessidade de uma nova ordem.

07 de junho de 2013
Fabrizio Albuja é Jornalista e Professor Universitário.

LIVRE ARBÍTRIO E BEM ESTAR SOCIAL: A TEORIA DO PARADOXO



Carros incendiados em Estocolmo, em maio de 2013,  e a explicação absurda de que o verão sueco pode ter levado mais “gente para as ruas”
 
Há séculos o tema da liberdade humana é estudado pela filosofia. Mais recentemente, tornou-se também campo de discussão da ciência. Nesse terreno são a psicologia e a genética as disciplinas que mais parecem ter feito avanços. Independente disso, parece-me sempre ter havido uma grande polêmica entre aquilo que escolhemos e aquilo que, como dizia Sartre,  somos “condenados” ou não a fazer. O presente texto sustenta a ideia de que o advento do assim chamado “estado de bem-estar social” parece às vezes deslocar essa balança.
O termo “sistema”é cada vez mais utilizado para nos afastar das possibilidades de escolha. Tudo está definido, tudo está programado..Tornou-se cada vez mais difícil escutar uma antiga expressão que diz “foi minha culpa”. Soa muito mais contemporâneo dizer que isso faz geneticamente parte do “meu perfil” emocional ou que não tive escolha “frente as alternativas do mundo globalizado”. A palavra responsabilidade, ironicamente, passou a ser cada vez mais acompanhada do adjetivo “social”.
Pergunto: qual a relação que existe entre essa sensação de “diluição de responsabilidades” com as chamadas conquistas sociais? De certa forma parece que, quanto mais garantidos são certos direitos, mais claro está para nós que alguém, que não nós mesmos, há de se oferecer para defendê-los. Talvez o que justifique essa falta de iniciativa seja a fantasia  de que o verdadeiro princípio de liberdade seja algo capaz de ser entendido numa experiência coletiva, que o Estado “já está pronto” e que já nascemos livres – ideia muito bem descrita em aproximadamente 1923 por ocasião da publicação de A Rebelião das Massas, por Ortega y Gasset.
Recentemente a Suécia apresentou ao mundo o resultado explosivo de uma combinação de multiculturalismo e apologia do bem-estar social. Mergulhada num caos em que cada minoria acreditava que aquele Estado havia sido feito para ela, Estocolmo mostrou aos telespectadores perplexos cenas de violência incompatíveis com a imagem de um país de primeiro mundo.
Não há dúvida de que a ilusão de liberdade como um bem a ser oferecido pelo Estado e não uma conquista individual foi responsável por essa situação. Aceitando pacificamente que já nasceu livre, o homem típico das democracias ocidentais  substitui certeza da escolha pela certeza de “direitos”. Garantidos determinados direitos somos automaticamente livres – ideia perigosa e  que atribui ao Estado a prerrogativa de dizer ao cidadão  o que significa exatamente a palavra liberdade.
O conceito de liberdade nasce da experiência individual do homem. Contemplando um mundo primitivo rico em perigos naturais, enfrentando sistemas políticos tirânicos, e realizando escolhas que originalmente diziam respeito apenas a si mesmo, o homem adquiriu a duras penas a noção do que se significa ser livre.
Seu sofrimento,uma vez percebido,tinha de ser confrontado com uma ordem interna de valores primitivos, incapazes de ser compartilhados e cuja existência é anterior a qualquer experiência racional. Princípios de causa e efeito não são suficientes para explicar sentimentos de caridade e bondade que vieram mais tarde dar origem a ordem política da primeira sociedade humana.
Pensando assim, às vezes vejo que o ato de filosofar não é propriamente uma atividade “civil”. Talvez seja justamente esse o seu grande mérito num mundo como o nosso!
Não deixa de ser triste perceber que a chamada “razão democrática” acabou finalmente por nos tornar escravos de determinados “direitos” - paradoxo máximo criado numa sociedade que fez da apologia do bem-estar coletivo sua nova religião e onde poucas pessoas ainda sabem o significado do verdadeiro livre arbítrio.
Para o meu amigo Astolfo,
 
07 de junho 2013
Milton Pires é Médico.

PT PREPARA GOLPE CONTRA A DEMOCRACIA SOB O FALSO PRETEXTO DE FAZER REFORMA POLÍTICA


O panfleto vermelho que tenta iludir os incautos para assinar um projeto que significará o fim da democracia e da liberdade no Brasil. É o mesmo esquema que foi feito na Venezuela, na Bolívia, no Equador.
Enquanto a oposição dorme de touca e quando acorda pisa nos astros distraída, o PT vai alinhavando um esquema golpista para transformar o Brasil numa república socialista onde as eleições, como em Cuba e na Venezuela, consistem apenas numa pantomima destinada a revestir de democracia uma ditadura pura e simples. E quando o caldo engrossa, como ocorreu no dia 14 de abril na Venezuela, a eleição é simplesmente fraudada na maior cara de pau.

A jornalista Adriana Vandoni, do blog Prosa & Política, acaba de revelar o conteúdo de um folder que o PT está distribuindo a seus militantes destinado a doutrinar as pessoas para que aceitem assinar um projeto de iniciativa popular que, na verdade, é um ardil que levará ao enterro do regime democrático, transformando o Brasil numa república bolivariana. Adriana Vandoni faz o seguinte alerta:
“Com o argumento de “acabar com a força do poder econômico nas eleições”, o PT está colhendo assinaturas em todo o país para um projeto de iniciativa popular. Na proposta que busca “aperfeiçoar” a democracia, o PT quer “alterar o sistema político eleitoral”.
 
Nos folders distribuídos aos filiados para que colham assinaturas, tem os dizeres de Lula conclamando uma Constituinte para “mudar o jogo”.
 
“A eleição está ficando uma coisa muito complicada para o Brasil. No Brasil se o PT não reagir a isso, poucos Partidos estarão dispostos a reagir. Então o PT precisa reagir e tentar colocar em discussão a Reforma Política e uma Constituinte exclusiva que é o caminho: Eleger pessoas que só vão fazer a Reforma Política, que vão lá (para o Congresso), mudar o jogo e depois vão embora. E daí, se convocam eleições para o Congresso. O que não dá é para continuar assim”, diz Lula.
 
Convocar uma constituinte para mudar o jogo a fim de “aperfeiçoar” a democracia, “alterando o sistema político eleitoral”, é tentativa de golpe. Ainda mais partindo do PT.”
 
A jornalista tem toda a razão. É que quando os comunistas falam em democracia não estão se referindo ao conceito consagrado na filosofia política e que tipifica as grandes democracias ocidentais, cujo escopo fundamental é a democracia representativa. Quando se ouve coisas como “democracia participativa”, já estamos entrando no terreiro comunista. 
 
A omissão dos partidos de oposição que restam no Brasil é lamentável. Aos poucos o PT vai impondo a sua agenda que é a agenda do Foro de São Paulo, a organização esquerdista fundada por Lula e Fidel Castro destinada a criar as condições para o estabelecimento de ditaduras comunistas em todo o continente latino-americano.
 
07 de junho de 2013
in aluizio amorim

AS FARC JÁ TÊM REPRESENTANTE LEGAL NO BRASIL





Entre os dias 24 e 26 de maio, a Câmara de Vereadores de Porto Alegre-RS serviu de palco para mais uma manifestação pró-FARC no “Foro pela paz na Colômbia”, promovido pela “Marcha Patriótica-Capítulo Brasil”, uma ONG das FARC que realiza o trabalho de massas. Enquanto isso, no mesmo período o presidente colombiano Juan Manuel Santos reunia-se na cidade de Cali com os presidentes do México, Peru e Chile, no encontro da “Aliança do Pacífico”, mais um desses organismos inúteis que só servem para seus membros fazerem turismo às custas do contribuinte, e estabelecer projetos que jamais serão cumpridos e menos ainda cobrados por quem quer que seja.

No evento em Cali houve festa e apresentações culturais, nos quais o irresponsável presidente ria, dançava e festejava, enquanto nesse mesmo dia - e em dias anteriores - as FARC, que estão em “negociações de paz” com o governo colombiano em Havana, assassinavam 10 soldados e o ELN, que pretende participar desta farsa, assassinava 13 policiais.

Há tempo eu tenho conhecimento de membros das FARC no Brasil, inclusive com status de “exilados”, como é o caso de Francisco Cadena Collazos, cognome “Oliverio Medina”, mas com esse evento em Porto Alegre tomei conhecimento de que há mais um exilado e é evidente que se trata de um membro das FARC. Pesquisando, encontrei que Mauricio Avilez, de 30 anos, refugiado há seis anos e vivendo há quatro no Brasil, diz que foi “preso e torturado em seus país”. 

O guerrilheiro Avilez, da Comunidade de Paz do padre Giraldo, acusado de planejar o assassinato do presidente Álvaro Uribe Vélez. Aqui junto a uma “mãe da Praça de Maio” (Foto do Foro de Sao Paulo)
 
Ocorre que este elemento foi preso em 10 de junho de 2004, em Barranquilla, junto com mais 9 elementos das FARC pela tentativa de assassinato do então candidato presidencial Álvaro Uribe Vélez. Avilez pertencia à organização comunista “Comissão Eclesial de Paz” (formada por adeptos da teologia da libertação), e foi defendido pela banca de advogados “José Alvear Restrepo”, a mesma que denunciou o Coronel Plazas Vega e tantos outros militares inoncentes, cujos advogados são conhecidos por serem “ex” terroristas aos quais defendem com testemunhas e testemunhos falsos. Se Avilez não pertencesse às FARC não estaria hoje como “porta-voz” da sucursal brasileira da “Marcha Patriótica” e da “Agenda Colômbia-Brasil”, uma vez que esta ONG, que pertence oficialmente ao Foro de São Paulo, foi criada e é mantida pelas FARC, fato há tempo denunciado pelas Forças Militares da Colômbia.

No começo do mês de abril o Grupo de Trabalho do Foro de São Paulo reuniu-se em Bogotá em reunião extraordinária, para estabelecer metas para o Encontro anual e atividades paralelas visando a, sobretudo, apoiar a farsa mantida entre o Governo Santos e as FARC em Havana. No dia 9 de abril houve uma passeata em apoio a estas conversações, cujo organizador foi a “Marcha Patriótica”. Já ocorreram eventos similares na Argentina e Uruguai, e agora ocorreu no Brasil. No próximo encontro, que será entre os dias 31 de julho e 4 de agosto em São Paulo, os brasileiros verão dentre seus participantes membros das FARC que agora, mediante essas “negociações de paz”, já não têm motivos para negar que são fundadores da criminosa organização criada por Lula e Fidel Castro, e que nunca deixaram de pertencer como membros efetivos com direito a voz e voto. Também não será mais possível ao governo brasileiro negar que conspira contra as liberdades e democracia no continente, sobretudo na Colômbia e Venezuela, e que apóia terroristas recebendo-os no país como pessoas de bem, como o terrorista das FARC Mauricio Avilez, que preside foros em território nacional com a conivência dos vereadores gaúchos.

Na tarde do dia 25 estava programada uma vídeo-conferência entre os participantes do evento e os “negociadores da paz em Havana”. Entretanto, os “negociadores” ouvidos foram apenas os das FARC, evidenciando que não há interesse real na paz da Colômbia, e sim respaldar e fortalecer politicamente o bando terrorista.

Nos vídeos abaixo pode-se ouvir as mesmas mentiras velhas e carcomidas de que essa guerra insana é por culpa da “oligarquia”, de “problemas sociais” e que eles são as grandes e injustiçadas vítimas. O que os representantes da mesa de negociações por parte do Governo pensam ou tinham a dizer, não importa, niguém sabe ou lhes deu o direito à palavra.

Saludo del camarada Rodrigo Granda de las FARC
 
Saludo del camarada Nicolás Rodríguez Bautista del ELN
 
Pode-se ler o documento final desse encontro, onde as palavras mais usadas são “amor” e “paz”, “igualdade” e “justiça social”, palavras completamente vazias de sentido quando se as pronuncia ao mesmo tempo que bombas e minas terrestres explodem pessoas inocentes, e soldados são assassinados com tamanha selvageria que ficam quase irreconhecíveis. Também é importante notar que esse encontro contou com a presença de uma deputada do Euskal Erría, o partido político do bando terrorista ETA basco e que essa paz alucinógena teve, como não podia faltar, defensores de um Estado palestino.

O discurso versou sobre os mesmos temas repetidos por Santos à exaustão, de rotular de “inimigos da paz” àqueles que se opõem a esse circo macabro disfarçado de “mesa de negociações”, dos delírios em afirmar que o “imperialismo estadunidense” é quem comanda as reações militares porque quer “roubar” os recursos naturais do continente e para isso pedem o fim do “militarismo”, um dos pontos-chave defendidos pelas FARC para finalmente assinar o acordo de paz. E as ações seguem durante o ano inteiro num foro permanente, como forma de pressão aos seus desejos de transformar o continente Sul-Americano em uma republiqueta comunista, comandada desde Havana pelos decrépitos ditadores Castro.

O mundo inteiro ficou chocado e estarrecido com o assassinato brutal de um soldado inglês por um psicopata muçulmano na semana passada. Uno-me à repulsa mundial e lamento a morte deste jovem soldado. Entretanto, na mesma semana 23 jovens soldados colombianos, alguns ainda imberbes, foram igualmente assassinados pelas FARC e o ELN com requintes de crueldade, e não se ouviu uma palavra - ao menos informando o fato - da mídia brasileira. Como dar a notícia a essas famílias? Como dizer que seus filhos, irmãos, pais tiveram suas cabeças perfuradas por um projétil que lhes arrancou metade do crânio? Como perdoar monstros que praticam essas barbaridades em nome de uma paz utópica e mentirosa, e depois vê-los sentados no Parlamento legislando, criando leis para que suas vítimas as cumpram?

A mídia brasileira não deu um pio acerca deste famigerado encontro em Porto Alegre que, enquanto os guerrilheiros assassinavam soldados e policiais que cumpriam com o seu dever de defender a pátria, uma horda de comunistas insanos aplaudia e incentivava as FARC a continuar ensangüentando o país com suas ações terroristas, enquanto eles cinicamente falavam de “paz” num vídeo gravado sabendo que mentiam descaradamente pois o que desejam é a tomada do poder absoluto. Quando uma mídia chega a esse ponto de insensibilidade e conivência, já não é mais digna de merecer o respeito como “fonte de informação” e sim o escárnio e o repúdio como convém aos cúmplices de tanta desgraça.

Artigo escrito com exclusividade para o Jornal Inconfidência de Minas Gerais, versão ampliada.
 
07 de junho de 2013
Notalatina
Comentário: G. Salgueiro