"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)

"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)



segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Vaiados no ABC.

Uma foto vale mais que mil palavras...

A frase, quase clichê, se adequa bem ao notório constragimento de Lula e Haddad quando vaiados no ABC.
Lula insiste em "empurrar" Haddad como candidato em São Paulo, mas depois de o Enem de 2010 ter mostrado uma acentuada queda no desempenho das 50 melhores escolas de São Paulo, Fernando Haddad, foi vaiado na Faculdade de Educação da USP e se envolveu em bate-boca com estudantes que criticavam a situação de abandono de várias instituições federais de ensino superior.

Lula também foi contemplado com vaias. Ninguém, de sã consciência, pode se esquecer de suas mancadas como presidente.

O CAMINHO ESTÁ ABERTO PARA A IMPUNIDADE


Delegados da Polícia Federal se declaram perplexos com a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que mandou anular as provas da Operação Boi Barrica.

Eles avaliam que o Judiciário se curva ante investigados que detêm poder político e econômico. Temem que outras operações de grande envergadura tenham o mesmo fim. 'A PF não inventa, ela investiga nos termos da lei e sob severa fiscalização', disse o delegado Marcos Leôncio Sousa Ribeiro, diretor de Assuntos Parlamentares da Associação Nacional dos Delegados da PF.

'No Brasil não há interesse em deixar investigar', afirma Leôncio. 'As operações da PF são executadas sob duplo grau de controle, do Ministério Público Federal, que é o fiscal da lei, e do Judiciário, que atua como garantidor de direitos. Aí uma corte superior anula todo um processo público com base em quê? Com base no 'ah, não concordo, a fundamentação do meu colega que decidiu em primeiro grau não é suficiente'. Nessa hora não importa que os fatos são públicos e notórios e que nem sequer há necessidade de se ficar buscando uma prova maior.'

Leôncio considera 'revoltante' ouvir críticas de que a PF investiga mal. 'O País não pode aceitar que uma operação seja anulada porque o tribunal não concorda com a fundamentação do juiz de primeiro grau, 'ah, quem tinha que ter autorizado não era o juiz federal da 1.ª vara, a competência era do juiz da 2.ª vara'. Isso atende a uma elite.'

Para o delegado, 'o Legislativo faz mal as leis' e 'a polícia trabalha com instrumentos legais limitadíssimos'. 'As leis são limitativas e restritivas, como a da interceptação telefônica. O pano de fundo é o Judiciário a serviço das elites.'

Contaminação

Segundo Leôncio, as recentes decisões do STJ, que jogaram na gaveta inquéritos sobre grandes operações, 'vão contaminar várias outras investigações e sob esse mesmo argumento'. 'O problema está nos tribunais superiores: eu não quero condenar, eu não quero deixar condenar. Maquiavelicamente, setores da mídia atacam a PF e passam a imagem de polícia nazista, que não respeita direitos e garantias fundamentais.'

'A PF investiga, apresenta provas, mas tudo isso não tem valor porque temos um Poder Judiciário cuja cúpula é comprometida com esse status que está aí. Chega uma turma de um tribunal superior, distante dos fatos, diz que isso tudo é abuso, não está bem fundamentado e que a legislação não permite que se faça isso ou aquilo. O Brasil está nesse dilema. Essas decisões têm caráter ideológico, não jurídico. A PF está no meio dessa guerra. Um Brasil que compactua com a corrupção e um Brasil que quer ser passado a limpo.'

'A PF respeita as decisões judiciais, mas o trancamento da Boi Barrica é temerário', assevera Amaury Portugal, presidente do Sindicato dos Delegados Federais em São Paulo. 'Fica muito difícil para a PF trabalhar, primeiro as algemas que não podem ser usadas no colarinho branco, depois as escutas.'

Ele não aceita o rótulo de ilegalidade que o STJ cravou na Boi Barrica. 'Como ilegal se tudo foi realizado com autorização da própria Justiça? O delegado que presidiu o inquérito da Boi Barrica não ia fazer escuta se não estivesse amparado em decisão judicial. Qualquer passo o delegado tem que comunicar ao juiz, abrindo vista para o procurador.'

Para Portugal, 'as últimas decisões judiciais são estapafúrdias'. Ele faz um alerta. 'Vamos cansar. O governo está intimidado. A porta para a impunidade está aberta.'

Defesa da PF

LEÔNCIO RIBEIRO

DIRETOR DA ADPF

'A PF não inventa, ela investiga nos termos da lei e sob severa fiscalização, sob duplo grau de controle, da procuradoria e da Justiça'

AMAURY PORTUGAL

PRESIDENTE DO SINDICATO DOS DELEGADOS FEDERAIS EM SP

'Trancamento da Boi Barrica é temerário. Vamos cansar. A PF faz a sua parte, mas o governo está intimidado.'

Fausto Macedo, Estadão, 18/09/2011

DISCURSO DE DILMA NA ONU, NO QUE RESPEITA A ISRAEL É, PARA DIZER POUCO, IRRESPONSÁVEL!


A presidente Dilma Rousseff faz o discurso de abertura da Assembléia Geral das Nações Unidas na quarta-feira, como os líderes brasileiros têm feito desde 1947, quando Oswaldo Aranha respondeu pela fala inaugural. Deve abordar a crise internacional, dar conselhos, exaltar a solidez econômica do Brasil, fazer advertências como expressão daquela parte do mundo que está fora do centro da crise, criticar as assimetrias etc e tal, tudo o que é de rigor nesses caos. Mas vai também dar o endosso do Brasil a uma irresponsabilidade, a uma temeridade: o pedido de reconhecimento do estado palestino, que será levado à Assembléia por Mahmoud Abbas, o presidente da Autoridade Nacional Palestina.

A Palestina não pode existir como estado soberano? Pode, sim! Mais do que isso: deve. Mas sob quais condições? Ao endossar o pedido de reconhecimento como estado independente com representação plena da ONU, as lideranças palestinas apostam que o principal interlocutor deixou de ser aquele com quem tem litígio: Israel. É uma insanidade que se apele à solidariedade internacional em busca do reconhecimento num péssimo momento da relação entre os dois lados.

Que “estado” os palestinos querem ver reconhecido pela ONU? Aquele que devolve Israel às fronteira de 1967? Não vai acontecer! Que divide Jerusalém? Não vai acontecer)! Que permita a volta dos chamadas “refugiados”, com seus milhões de descendentes? Não vai acontecer! Que acate os terroristas do Hamas como uma força que luta com métodos aceitáveis? Não vai acontecer! Que elimine todas as colônias judaicas da Cisjordânia? Isso também não vai acontecer! Já não aconteceria se a região vivesse o mesmo status de há seis, sete meses. Agora então…

A iniciativa do governo palestino — e o acordo entre os arquiinimigos Hamas e Fattah assume a sua verdadeira face — é uma aposta na guerra, não na paz. Israel, de fato, raramente enfrentou uma situação tão hostil na região, mas é bom lembrar que viveu dias muito piores, E sobreviveu. Só ocupa hoje os territórios dos quais querem expulsá-lo porque venceu duas guerras que tinham o objetivo de aniquilá-lo — reagiu, não atacou. E é assim porque assim se deram os fatos, não porque eu quero.

Isso quer dizer que não deva jamais negociar? Não! Isso quer dizer que não dá — porque é assim com qualquer país; porque deveria ser diferente com Israel? — para fazer de conta que as guerras de 1967, a dos Seis Dias, e a de 1973, do Yon Kippur não aconteceram. Aconteceram! Tiveram conseqüências. Israel deixou Gaza, e Gaza foi tomada por terroristas que passaram a atacar sistematicamente o país. Israel deixou o Sul do Líbano, e o Sul do Líbano foi tomado por terroristas que passaram a atacar sistematicamente o país. E é assim porque assim se deram os fatos, não porque eu quero.

O anti-israelismo — com freqüência, não sempre, é anti-semitismo mesmo! — faz juízos curiosos. Cansei de ler textos, da imprensa brasileira e estrangeira, chamando a atenção para o fato de que raramente Israel esteve tão isolado, razão por que deveria negociar. Heeeinnn? Chamam a atenção para a mudança de status do Egito, hoje assombrado pelo fundamentalismo — aguardem e verão que “maravilha” se vai fazer por lá… Chamam a atenção para o transe vivido pela Síria; de fato, se Bashar Al Assad cair, a chance de os extremistas ganharem espaço no governo, a exemplo do que já acontece no Egito e está para acontecer na Líbia, é gigantesca! O Irã, como sempre, está por ali, prometendo “varrer o inimigo do mapa”. A “democrática” Turquia — sempre que alguém vibra com a “democracia turca”, eu reluto para não ficar muito comovido — decidiu exercer a diplomacia que consiste em apagar incêndio com gasolina…

Deixem-me ver se entendi direito: pedem ao país que quase foi destruído duas vezes por seus inimigos, que voltaram a ficar assanhadíssimos, que ceda à pressão (e à chantagem) da Autoridade Nacional Palestina, MOMENTANEAMENTE RECONCILIADA, e aceite o “estado palestino” fora do âmbito de uma negociação bilateral? E o fazem no momento em que as novas forças que governam o Egito colaboram descaradamente com o terror e o extremismo?

É evidente, a esta altura, que os terroristas que saíram de Gaza e passaram pelo Sinai para atacar o sul de Israel contaram com a colaboração dos egípcios. A embaixada israelense no Cairo ficou horas sob ataque, sem que as forças de segurança movessem uma palha para conter os extremistas. Depois do ataque, o “odiado” (pela imprensa política e islamicamente correta) Binyamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, afirmou: “Vamos continuar atados ao acordo de paz com o Egito”. Essam Sharaf, primeiro-ministro egípcio, disse algo um pouquinho diferente: “O acordo de Camp David (de 1979) não é sagrado e está sempre aberto a discussão com aquilo que poderia beneficiar a região e a defesa de uma paz justa. Nós poderíamos fazer uma mudança se fosse necessário”. Paz justa??? A paz lhes foi até benevolente, não é? Israel devolveu o Sinai ao agressor…

A “Primavera egípcia”, diga-se, faz-se com a perseguição a judeus e a cristãos, cujas casas e igrejas estão sendo sistematicamente incendiadas pelos “heróis” da nova ordem… Que dias estes! Na Líbia, a trinca Obama-Cameron-Sarkozy entrega o poder aos jihadistas… O mundo anda de tal sorte de cabeça pra baixo que os cristãos e drusos, minorias na Síria, apóiam o asqueroso Bahar Al Assad porque sabem que, se ele cair, elas serão impiedosamente perseguidas. É uma “Primavera” que se faz com o sangue dos “que não pensam como nós [eles]“. Huuummm… É mais ou menos assim desde, deixem-me ver, o século VII…

Sabe-se lá por qual desvão da lógica se cobra, então, que Israel se dê conta do seu “isolamento”, do assanhamento dos inimigos, e ceda à pressão! Mas esperem: não deveria ser justamente o contrário? Não é num momento como esse que o país mais deve se preocupar com a sua segurança e exigir garantias adicionais? É o que diz o bom senso. Pedem ao país que caminhe contra a lógica mais elementar. Não vai acontecer. Israel não existe porque tenha se ajoelhado.


O Brasil não está inovando — só está indo mais longe na impostura quando o assunto é Israel. Nos nove anos de governo petista, tem votado sistematicamente contra o país. Ainda que os EUA tenham poder de veto e possam impedir a entrada da Autoridade Nacional Palestina como membro efetivo da ONU, o eventual endosso de dois terços dos países ao pleito tem potencial para incendiar a região. Isso colocaria Israel na posição de quem só está obrigado a ceder, como se, na negociação com terroristas, intransigente fosse o outro lado…

“Pô, Dilma é capa da Newsweek, e esse Reinaldo Azevedo está falando mal da política externa brasileira e do discurso da mulher na ONU!?”. Grande coisa! Eu sou assim mesmo! Queriam que eu falasse mal de quem é capa da Carta Capital ou da Caros Amigos?

A posição brasileira na ONU, de resto, é um vilipêndio à memória de Oswaldo Aranha! A tal guinada na política externa era só uma piscadela à razão. Passou depressa! O Brasil, por força de sua economia — não de seu governo! — exerce papel crescente no mundo. Mas, por enquanto, seus dirigentes o fazem parecer mais arrogante do que propriamente grande.

Dilma talvez não se dê conta porque, em política externa, não é menos apedeuta do que Lula: o discurso que ela fará na quarta-feira, no que diz respeito ao Oriente Médio, alimenta-se com o sangue de inocentes e faz tabula rasa da história.

Por Reinaldo Azevedo

AS VASSOURAS VOLTARAM...


As 594 vassouras pintadas de verde e amarelo fazem referência à soma dos 513 deputados federais com 81 senadores; ONG Rio da Paz fez a intervenção durante a madrugada
19 de Setembro de 2011 às 11:50

Agência Brasil - Voluntários da organização não governamental (ONG) Rio de Paz fincaram, na madrugada de hoje (19), 594 vassouras pintadas de verde e amarelo nas areias da Praia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. O ato representa um protesto contra a corrupção no país. O grupo também estendeu uma faixa com a inscrição “Congresso Nacional, Ajude a Varrer a Corrupção do Brasil”.

Segundo o líder do movimento, Antonio Carlos Costa, a ideia é conscientizar a população para cobrar mais transparência na utilização do dinheiro público, já que os desvios desses recursos são responsáveis pela morte de muitos brasileiros. Ele explicou que as vassouras são uma referência aos 513 deputados federais e 81 senadores, que integram o Congresso Nacional.

“Nós precisamos inaugurar uma nova fase no nosso país, marcada por um controle social maior das ações do Legislativo e do Executivo, porque hoje esse controle está sendo mediado apenas pelos partidos políticos, que se reúnem e tomam suas decisões, enquanto o povo observa de braços cruzados. É um movimento pacífico para mobilizar a população até vermos essa quantidade absurda de dinheiro [arrecadada pelos cofres públicos] ser canalizada para as obras de infraestrutura, escolas, assistência médica, entre outros”, afirmou.

Costa também informou que uma nova manifestação está marcada para amanhã (20). O grupo vai fixar em Copacabana e no Aterro do Flamengo, também na zona sul da cidade, cartazes com a foto de uma bala de revólver e a inscrição “Corrupção Mata”.

GREVE É BOM, MAS DEPENDE...


- Caso verídico, que está no livro Viagens com o Presidente -

Em 2006, ano eleitoral, durante um vôo Lula chamou um auxiliar para uma rápida conversa. Queria saber quais seria a chance de ocorrerem greves em alguma categoria de servidores federais.

-Meu caro, onde você acha que pode ter greve neste ano? – perguntou, ainda muito docemente, ao seu subordinado.

Lula começou a perder a paciência, assim que ouviu o INCRA e o IBAMA como resposta. Uma paralisação na autarquia da reforma agrária poderia atrapalhar a relação presidencial com o MST.


"-Puta que o pariu, assim não dá, porra!" – esbravejou o ex-sindicalista que passou a maior parte do tempo de ‘trabalhador’ incentivando os operários a entrarem em greve.

A SAÚDE CAÓTICA

Caos: infecção hospitalar mata 100 mil por ano no Brasil

A falta de cuidado com a higiene nos hospitais públicos e privados produz um quadro dramático no país: a cada ano, cerca de cem mil pessoas morrem devido às infecções hospitalares, conclui levantamento feito pela Associação Nacional de Biossegurança (Anbio).

. O governo não tem dados consolidados sobre o problema, apesar de uma comissão ligada ao Ministério da Saúde ter sido criada há 26 anos com esse objetivo.

A pesquisa da Anbio mostra que, em média, 80% dos hospitais brasileiros não fazem o controle adequado para evitar a disseminação das infecções.

políbio braga

ALTA DO IPI. TIRO NO PÉ?

O governo não resistiu ao loby das grandes montadoras instaladas no Brasil e aumentou o IPI, atingindo algumas grandes montadoras que ainda não estão por aqui. Exemplo típico da JAC Motors, que está pretendendo instalar uma montadora em 2014, mas que está importando seus carros a preços realmente competitivos e com itens de série que são opcionais nos outros fabricantes.

A idéia geral é que a indústria brasileira estaria sendo ameaçada por estas importações e que seria preciso algum tipo de atitude para impedir o crescimento dos importados em nosso mercado.
A coisa parece simples, mas não é. Mercado externo é coisa séria e pode resultar em ações contra o Brasil na OMC e retaliações que irão atingir outros setores que não o automotivo.

Mas o velho PoPa acompanha desde muito tempo estes mercados e sabe que a margem da indústria automotiva é muito grande. Tanto que durante a recente crise, a GM sustentou-se mundialmente com os lucros da unidade brasileira.
E esta elevada margem permitiu a introdução destes modelos da JAC e de outras a preços competitivos. Mas ainda com uma grande margem...

Este final de semana, as revendas da JAC bateram recordes de vendas, com a ameaça do aumento de preço. Pois com este aumento súbito de preços, é possível que a empresa consiga manter o mesmo preço, com redução de margem unitária. Simples matemática... Ou com aumento bem menor do que o mercado está esperando.

O loby das outras grandes pode estar indo para o lixo. Um tiro no pé, como se diz por estas bandas.

O PoPa fica com um pensamento voltado à indústria verdadeiramente brasileira. Onde está a proteção às carnes aqui produzidas, ao arroz, às conservas, ao leite? Bem, o PoPa não acha que tenha que existir proteção, quando as regras de mercado estão sendo cumpridas. Se há dumping em algum destes produtos, no entanto, é direito do País de se proteger. Mas não proteger a incompetência ou a ganância.

Pensa nisso!
PoPa

BRASIL S.A. : OS TRÊS MINISTROS E AS CARROÇAS


Foi, no mínimo, constrangedor ver os ministros Guido Mantega (Fazenda), Fernando Pimentel (Desenvolvimento) e Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) anunciando o aumento de 30 pontos percentuais do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) cobrado dos carros importados.

Sem argumentos consistentes, forçaram a população a engolir a justificativa de que o governo estava protegendo os empregos no país.

Se não fosse fechada logo a porteira para os veículos que vêm de fora, o Brasil assistiria a uma onda de demissões nas montadoras que produzem em terras nacionais — todas elas, estrangeiras, ressalte-se.

Na verdade, o que o trio informou foi um golpe nos consumidores, impedidos de se beneficiarem de uma concorrência nunca vista no país no setor automotivo. Justamente por causa da chegada dos carros importados, os preços dos veículos caíram, em média, 2,41% neste ano, enquanto a inflação oficial, o IPCA, acumulou elevação de 4,42%.

Quem vai às concessionárias hoje consegue excelentes descontos só em apresentar o orçamento de um modelo de outra fabricante. Mais que isso:
é tratado com respeito, pois acabou o abuso das ditas montadoras nacionais de cobrarem até pelos tapetes dos veículos.

Como os importados são ofertados a preços acessíveis, com todos os itens de conforto e segurança incluídos, as empresas que o governo quer proteger tiveram de mudar a forma de atuar.
Para um país que, durante décadas, se acostumou a conviver com carroças motorizadas, a chegada dos importados se tornou um alento.

Mas, enquanto o dólar permaneceu caro e a concorrência beneficiando apenas os mais ricos, nenhuma das empresas aqui instaladas se preocupou em investir em pesquisa e tecnologia para oferecer veículos de qualidade, modernos, econômicos, comprometidos com o meio ambiente.

À medida, porém, que a moeda norte-americana foi perdendo valor, a classe média pôde driblar o descaso. Tão logo se deparou com a combinação de preços competitivos e qualidade, não pensou duas vezes em sair do cerco armado pelas tradicionais empresas.

Mas, independentemente de todo o apetite por importados, eles representam apenas 7% de todos os automóveis comercializados no país. Ou seja, nada.

O que torna a decisão do governo mais absurda é que, dos 40 principais veículos importados pelo Brasil, mais da metade não será afetada pelo aumento do IPI. Os carros são produzidos na Argentina e no México, países com os quais há acordos comerciais.

Não é só:
são justamente as montadoras que dobraram Brasília com um lobby fortíssimo as que trazem veículos dessas localidades, onde têm fábricas e geram empregos.

Quer dizer: elas continuarão importando e, com a concorrência restrita, poderão aumentar, sem constrangimento, os preços e empurrar a conta para os consumidores.

Caixa-preta

Sob o beneplácito do governo, o Brasil sempre foi um paraíso para as montadoras. Aqui, elas não prestam conta a ninguém.

Apesar de, nos países de origem, terem ações negociadas em bolsa e serem obrigada a publicar balanços sistematicamente, informando aos acionistas e ao mercado de onde vem e para onde vai o dinheiro que faturam, aqui são companhias fechadas.

Nem mesmo ao governo abrem os números para justificar medidas protecionistas como a anunciada na última quinta-feira.

No país, por venderem os carros mais caros do mundo, as montadoras registram lucros tão espetaculares, que, desde 2008, quando o mundo ruiu com a quebra do banco norte-americano Lehman Brothers, tornaram-se a tábua de salvação de suas matrizes, sobretudo as dos Estados Unidos.

Desde então, têm sido as companhias que mais remetem lucros e dividendos para o exterior, em vez de reinvestirem os recursos no país para desenvolver novas tecnologias.

O que, por sinal o governo espera que elas façam a partir de agora, ao condicionar o aumento do IPI à aplicação de 0,5% do faturamento bruto em pesquisas.

Sindicato de pelegos

O que dá alento aos consumidores é que, mesmo com a barreira imposta pelo governo para proteger a ineficiência e o lucro fácil, as montadoras coreanas e chinesas, as mais afetadas pela alta do IPI, vão levar adiante os projetos de abrir fábricas no Brasil.

E, ao que tudo indica, continuarão a oferecer automóveis mais baratos, forçando a concorrência. O país oscila entre o quarto maior produtor de carros do mundo e um dos mais promissores mercados consumidores.

Todas as empresas que têm visão estratégica sabem da importância de fincar os pés por aqui.

Sendo assim, as companhias que se acostumaram a buscar proteção em Brasília verão que a guerra é para valer. Não adiantará usar sindicatos de pelegos para propagar o medo e anunciar férias coletivas fictícias, porque erraram no planejamento da produção, para impressionar as autoridades.

Os consumidores viram que têm muito a ganhar com a maior oferta de modelos e marcas no país.
Não será por meio de canetadas que os brasileiros serão obrigados a se locomover por meio de carroças motorizadas, das quais Mantega, Pimentel e Mercadante poderiam ser garotos-propaganda.

Você compraria um carro anunciado por eles?
Eu não!

Vicente Nunes é editor de Economia/Correio

UM OLHO ABERTO E... TRÊS FECHADOS.


Quer Dilma queira, quer não, parte da classe média furiosa com a roubalheira debita na sua conta o que a mídia teima em chamar de "faxina ética". E a aplaude. Ironia para Lula ser sucedido por quem parece ter dificuldades em tolerar malfeitos. Ou por quem carece de cara de pau e de gogó afiado para justificar o injustificável. Como ele faz.

Notem que no parágrafo anterior deixei Dilma bem e mal ao mesmo tempo. Bem por apontá-la como uma pessoa, ao que tudo indica, pouco à vontade para engolir malfeitos. Mal por insinuar que procede assim à falta do cinismo e da lábia que sobram em Lula. Descartem a hipótese de que faço média à esquerda e à direita. Ou que dissimulo.

Como Dilma não costuma contar a ninguém o que lhe vai na alma e detesta auxiliares boquirrotos, só me resta tentar perceber seus verdadeiros sentimentos. Dilma lamentou ter herdado ministros de Lula? É provável que sim. Mas ela é realista o bastante para lembrar que Lula tinha esse direito ora se tinha! Faz favor...

Restava-lhe dar tempo ao tempo. Empossado pelo destino em 1985, José Sarney levou apenas um ano para livrar-se de ministros nomeados pelo presidente Tancredo Neves aquele que subiu a rampa do Palácio do Planalto dentro de um caixão. Um ano para Dilma estava de bom tamanho. Eis, porém, que entra em cena o imprevisto.

Quando ministro da Previdência do governo Lula, o senador Romero Jucá (PMDB- RR) foi acusado de oferecer fazendas fantasmas como garantia de empréstimos que tomara em bancos oficiais. Lula o manteve no cargo do mesmo modo como Dilma tentou manter Antonio Palocci na Casa Civil, ao se tornar público seu súbito enriquecimento.

No caso de Palocci não deu. Uma vez demitido, a ele se seguiram os ministros dos Transportes, da Agricultura e, finalmente, o do Turismo, os três suspeitos de envolvimento em falcatruas. Do último, Pedro Novais, diz-se que era homem de confiança de Sarney. Como seu substituto, Gastão Vieira, também é. Nada a corrigir.

Acontece que Novais virou ministro por empenho dos colegas Henrique Eduardo Alves (RN), líder do PMDB na Câmara dos Deputados, e Eduardo Cunha (PMDBRJ). Sarney faturou em silêncio uma indicação que não foi bancada por ele. No que Novais, mais tarde, naufragou, Sarney foi à luta em silêncio e emplacou Gastão.

Henrique Eduardo e Eduardo Cunha deram com a cara na parede. Suaram a camisa para nomear ministro um de dois deputados dispostos a fazer-lhes todas as vontades se chegassem lá um de Sergipe, outro da Paraíba. Não eram bons candidatos. Um flertou com dinheiro para a abertura de estradas. Outro com a encomenda de assassinatos.

Com razão ou sem, o pessoal começa a achar que Dilma cedeu à pressão coletiva contra a lambança desregrada.
Em primeiro lugar, ponto para o próprio pessoal, que se acha autor da pressão. Em segundo, para Dilma. Ao contrário de Lula, ela não fecha inteiramente os olhos à corrupção. Mantém aberto pelo menos um deles.

É assim que o pessoal anda pensando, segundo atestam pesquisas aplicadas para consumo interno do governo. Guardadas em sigilo, mas consultadas por Dilma de vez em quando, elas coincidem com outras encomendadas por partidos de oposição, tão ou mais desorientados do que peru bêbado à espera do golpe fatal.

Por que Dilma não mete o pé na bunda dos meliantes infiltrados nos partidos e só escala gente boa para ajudá-la a governar? Ora, porque tem mais meliantes do que gente boa dentro dos partidos, aposta o pessoal ouvido nas pesquisas. E, se ela resolve excluir os meliantes, correrá o risco de não conseguir governar.

Dilma também não pode falar em faxina ética, nem ter a iniciativa escancarada de promovê-la a qualquer preço. Seria suicídio. Entende o pessoal que ela deve agir com discrição e a reboque das denúncias publicadas pela mídia. De resto, é razoável argumentar que lhe seria impossível ignorá-las.

Lula só existe um.

Ainda bem que só existe um.

O mundo não sobreviveria .

Ricardo Noblat

domingo, 18 de setembro de 2011

INTELIGÊNCIA E ESPERTEZA

A 'adoração' inexplicável por Lula lembra o caso de um advogado que era admirado por quase todos no ambiente de trabalho, principalmente por ele mesmo. Corria uma crença de que sua extrema inteligência e intelectualidade o levavam a ser um insatisfeito, provocando todo aquele relaxamento, a incompetência e até mesmo a burrice que era vista como inadaptação.

O que faz uma determinada idéia - totalmente desconexa - vir como uma avalanche e destruir o raciocínio lógico de todos ao mesmo tempo e da mesma forma? Uma idéia que chega de tal maneira, que, até mesmo quem consegue ficar imune, chega a pensar, no início, que ela é quem não consegue raciocinar ou enxergar direito.
O engano do jornalista Nêumane.

Nas entrevistas em que Nêumane comenta sobre seu livro - O QUE EU SEI DE LULA - por diversas vezes ele se refere a Lula como uma pessoa muito inteligente. Engano. Lula não é inteligente, é apenas esperto, muito esperto.

A diferença entre inteligência e esperteza

Inteligência - pode ser definida como a capacidade de resolver situações problemáticas, novas, mediante reestruturação dos dados perceptivos.
Esperteza - entre as mais diversas definições, é considerada a capacidade maliciosa de adaptar-se habilmente a situações adversas, tirando proveito da situação.

Este aproveitamento é considerado por muitos como inteligência e criatividade. Wikipédia

"Podemos definir o esperto como aquela pessoa que tem inteligência prática cuja referência é seu ego (como ganhar vantagem ou superar um obstáculo,
proteger-se ou obter o que se quer).

Na vida diária a esperteza é essencial para a sobrevivência,
mas deixada a si só ela se transforma facilmente em “malandragem”.


Adriana Tanese Nogueira
psicoterapeuta e escritora

INTELIGÊNCIA E ESPERTEZA

A 'adoração' inexplicável por L.I. lembra o caso de um advogado que era admirado por quase todos no ambiente de trabalho, principalmente por ele mesmo. Corria uma crença de que sua extrema inteligência e intelectualidade o levavam a ser um insatisfeito, provocando todo aquele relaxamento, a incompetência e até mesmo a burrice que era vista como inadaptação.

O que faz uma determinada idéia - totalmente desconexa - vir como uma avalanche e destruir o raciocínio lógico de todos ao mesmo tempo e da mesma forma? Uma idéia que chega de tal maneira, que, até mesmo quem consegue ficar imune, chega a pensar, no início, que ela é quem não consegue raciocinar ou enxergar direito.

O engano do jornalista Nêumane.

Nas entrevistas em que Nêumane comenta sobre seu livro - O QUE EU SEI DE LULA - por diversas vezes ele se refere a L.I. como uma pessoa muito inteligente. Engano. L.I. não é inteligente, é apenas esperto, muito esperto.

A diferença entre inteligência e esperteza

Inteligência - pode ser definida como a capacidade de resolver situações problemáticas, novas, mediante reestruturação dos dados perceptivos.
Esperteza - entre as mais diversas definições, é considerada a capacidade maliciosa de adaptar-se habilmente a situações adversas, tirando proveito da situação. Este aproveitamento é considerado por muitos como inteligência e criatividade. Wikipédia

"Podemos definir o esperto como aquela pessoa
que tem inteligência prática cuja referência é seu ego
(como ganhar vantagem ou superar um obstáculo,
proteger-se ou obter o que se quer).
Na vida diária a esperteza é essencial para a sobrevivência,
mas deixada a si só ela se transforma facilmente em “malandragem”.

Adriana Tanese Nogueira
psicoterapeuta e escritora

VILLOLDO REVELA DETALHES DA MORTE E ENTERRO DE ERNESTO "CHE" GUEVARA

Internacional - América Latina

Villoldo, agente da CIA, recebeu o cadáver de Ernesto “Che” Guevara e o enterrou em um lugar desconhecido perto de Valle Grande, sem as mãos, que haviam sido cortados por um médico. Os restos que estão em Cuba têm as mãos...

Um cirurgião cortou as mãos do cadáver do guerrilheiro argentino Ernesto “Che” Guevara, ante o olhar impávido do agente da CIA que o perseguiu durante mais de dois anos desde as selvas do Congo até La Higuera, um vilarejo da Bolívia. As mãos cortadas foram colocadas em formol, em uma urna de cristal.

Enquanto isso, Fidel Castro, que havia determinado a morte de Guevara para que não lhe fizesse “sombra”, preparava as boas-vindas e o funeral para receber os restos do guerrilheiro.

Gustavo Villoldo não ia deixar que isto acontecesse. Com a ajuda de dois bolivianos carregou os cadáveres de Guevara e seus dois sequazes e os enterrou perto de Valle Grande.
A primeira parte de sua missão havia terminado.

Gustavo vivia com seus pais, Gustavo e Margarita, descendentes de endinheirados espanhóis, donos de uma distribuidora da General Motors e plantações em Cuba, em uma mansão no bairro havanero de Miramar.
Em janeiro de 1959 os barbudos fidelistas começaram a perseguição à família Villoldo. Queriam sua fortuna, seus negócios, suas vidas. Devido ao alto nível social e político dos Villoldo, os barbudos não podiam ocupar seus bens pela força nesses primeiros dias do ano de 1959. Gustavo, detido em 6 ou 7 de janeiro, foi submetido a torturas que incluíram simulacros de fuzilamento.


Num esforço bem organizado para tirar os bens dos Villoldo, Guevara visitou seu escritório em 15 de janeiro de 1959, sem permitir que Gustavo estivesse presente nos interrogatórios. Em 16 de fevereiro Villoldo, acreditando que era a melhor solução para proteger sua família, suicidou-se.

No ano de 2009, um juiz nos Estados Unidos outorgou mais de dois bilhões de dólares à família de Villoldo.

Entrevista para Oscar Haza

Hoje Gustavo, na primeira entrevista de rádio que concede em Miami, detalhou a Oscar Haza os esforços levados a cabo por sua família, durante vários anos, para recuperar os bens roubados pelo regime castrista. À diferença de outras pessoas que ganharam pleitos contra Cuba e não puderam executar a sentença, é possível que a família Villoldo possa sim cobrar essa soma.

Gustavo expressou a Oscar que estava concluindo um esforço para recuperar os bens roubados pelo regime castrista, sem dar detalhes precisos para não debilitar o caso legal. Também deu detalhes da disposição do cadáver do argentino em seu enterro.

“Encontrei o cadáver do meu pai em seu quarto, olhando para a parede, com rigor mortis, e levei isto comigo toda a vida”, disse Gustavo a Oscar. “A vida me levou a estar presente no caso de Guevara. Confesso que tive uma satisfação muito grande ao enterrá-lo e que por mais de 20 anos pude evitar que se saiba onde está seu cadáver”, continuou Gustavo e prosseguiu: “o mérito da operação foi dos bolivianos e do presidente René Barrientos, pela decisão que tomou”.

“Cheguei depois que Guevara estava executado por ordem de Barrientos e recebi seu cadáver que havia sido trasladado em um helicóptero a Valle Grande, onde foi levado ao necrotério. Me reuni com o general Alfredo Ovando, alguns ajudantes e membros da sociedade boliviana. Um ajudante propôs cremá-lo, mas lhe expliquei que não tínhamos as condições para isso e que não deveríamos entregar o corpo a Cuba, para que não o convertessem em um mártir. Guevara e seus ajudantes foram enterrados em um lugar só conhecido pelo chofer e o tratorista que me acompanhavam, e eu”, descreveu Gustavo.

Trinta anos depois, o regime de Cuba disse que haviam encontrado os restos de Guevara. “Na foto desses ossos vêem-se os ossos das mãos”, manifestou Gustavo a Oscar. “Como isto é possível, se havia-se cortado e levado a Cuba pelo ministro Agüedes? Se as mãos estavam separadas do corpo, como vão aparecer as mãos como parte do esqueleto? Só revelarei o local onde foram enterrados Guevara e seus cúmplices se prova-se de forma convincente que os restos que estão em Santa Clara são os do guerrilheiro”, concluiu Gustavo.

Chuny Montaner, 17 Setembro 2011
Fonte: Univisión Radio

OS PASSAPORTES ESPECIAIS DA FAMÍLIA LULA. "UMA VITORIA DO BRASIL QUE PRESTA".


Quatro dos oito passaportes diplomáticos dos filhos e netos de Lula foram devolvidos, por ordem do Ministério Público de Brasília.

Muito boa a notícia sobre a devolução de quatro dos oito passaportes especiais diplomáticos que foram concedidos irregularmente à família Lula da Silva.
Isso deixa milhões de brasileiros mais esperançosos.

Mas a devolução deveria ter acontecido sem a pressão do Ministério Público Federal de Brasília.
Melhor seria se os tais passaportes nem tivessem sido concedidos. Mas isso já seria esperar demais das autoridades, não é? Afinal, aqui no Brasil parece imperar aquela famosa frase do livro Revolução dos Bichos (Orwell):<b> "Todos são iguais perante a lei, mas alguns são mais iguais que outros".
( O livro trata de uma revolução comunista numa granja ). Essas coisa são levadas ao pé da letra em Brasília.

Os tais passaportes especiais transformam pessoas comuns em “representantes do Brasil”, de certo modo, pois devem ser concedidos a quem, de fato, podem favorecer o Pais no exterior. Mas no final do ano passado, no apagar das luzes da sala de Lula, a imprensa divulgou que o Itamaraty havia concedido os tais passaportes a oito membros da família do então presidente.

Isso incluía até três netos (crianças) de Lula. Embaixadores no Disneyworld?
Bem, após uma certa chiadeira em blogs independentes e alguns jornais (menos esquerdistas), e de uma defesa estranha feita pelo Itamaraty para justificar a concessão, o Ministério Público de Brasília abriu uma ação determinando que o Itamaraty recolhesse os tais passaportes.

A questão é que, além de serem pessoas comuns, que em nada beneficiaram o país em suas andanças pelo mundo, os filhos e netos do ex-presidente gozariam de benesses dadas aos diplomatas.

Poderiam embarcar e desembarcar, nos aeroportos, sem filas, sem revistas pelos agentes da Receita. Em suma, uma tremenda mordomia. Com papai faturando uns R$200 mil reais por palestra os Lulinhas podem esperar em salas Vip e pagar impostos de importação, quando for o caso, né?


Gostei do texto do Augusto Nunes, “Fruto das denúncias da imprensa independente e da insistência do Ministério Público Federal de Brasília, que pressiona o Itamaraty desde janeiro, a devolução dos documentos emitidos “no interesse do país” foi uma vitória do país que presta.
Ou meia vitória: quatro integrantes da antiga Primeira Família continuam circulando com o documento irregular.”

Quem devolveu: Marcos Cláudio, de 39 anos, Sandro Luís, de 32 e dois passaportes dados a menores de idade.
Quem não devolveu ainda: um neto menor de idade e os filhos Luis Cláudio, de 25, fábio Luís, de 35, e Lurian, 36.

Conforme Nunes, em seu blog, ” “Entre tantos personagens que Lula gosta de incorporar em comícios, um dos preferidos é o Pai Justo, que jamais permite a qualquer filho desfrutar de alguma vantagem que falte aos demais. É hora de aplicar em casa a lição que vive declamando nos palanques. Se os cinco irmãos viajarem juntos para o exterior, por exemplo, só dois terão de enfrentar as restrições impostas aos brasileiros comuns. Três usarão o salvo-conduto que Celso Amorim expediu a pedido do chefe para dispensar-se de filas e incômodos burocráticos.”

E fecha:
“Ou o pai telefona para o chanceler Antonio Patriota e exige a restituição dos documentos devolvidos ou ordena aos recalcitrantes que cumpram a lei e entreguem os passaportes malandros. Se lhe restar algum juízo, Lula embarcará na segunda opção. Como reiterou o caso Palocci, não são poucos os brasileiros que vão deixando de contemplar com bovina mansidão a arrogância dos fora-da-lei que se imaginam condenados à impunidade perpétua.”

laudaamassada

A VERDADE QUE NÃO SE REVELA

OS PRÓPRIOS BOMBEIROS DIZEM QUE OUVIRAM EXPLOSÕES DENTRO DOS PRÉDIOS ANTES DE DESABAREM. É UM DEPOIMENTO IMPRESSIONANTE, É UMA PROVA QUE A DERRUBADA DAS DUAS TORRES GÊMEAS FOI MUITO BEM PLANEJADA, E AS AUTORIDADES DO GOVERNO FEDERAL DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA SABEM DE TUDO E ESCONDEM DA POPULAÇÃO A VERDADE.
OS PRÉDIOS FORAM IMPLODIDOS POR DENTRO, NÃO FORAM OS AVIÕES QUE DERRUBAMRAM AS TORRES DO WORLD TRADE CENTER. MAS SIM UMA FARSA, UMA MENTIRA, PLANTADA NA CABEÇA DA POPULAÇÃO PELO GOVERNO SECRETO, PELO GOVERNO OCULTO, PELOS ILLUMINATIS.

QUEM SÃO OS ILLUMINATI ?