"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)

"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)



quinta-feira, 7 de junho de 2012

DOIS JEITOS DE JOGAR

Não fiquei empolgado com as duas boas atuações com vitórias, contra Dinamarca e Estados Unidos, nem decepcionado com a má atuação e a derrota para o México.
Várias circunstâncias de jogo facilitaram e prejudicaram o Brasil nos três amistosos, como o pênalti a favor, malmarcado, contra os Estados Unidos, e o primeiro gol, sem querer, do México. Nas duas situações, o jogo estava 0 a 0. É isso que chamo de acaso, detalhes frequentes e imprevistos que podem mudar a história da partida, ainda mais entre times de nível parecido. Erros técnicos, obviamente, não fazem parte do acaso.

Repito o que escrevi antes do primeiro amistoso: que o Brasil, por ser o único país que tem um time olímpico quase igual ao principal, é o mais forte candidato à conquista da medalha de ouro.
Contra o México, o Brasil não aproveitou as vantagens de marcar por pressão e sofreu com os riscos de jogar dessa forma.
O time tomou pouco a bola no campo adversário porque não fez isso bem e porque os jogadores mexicanos têm mais habilidade que os dos Estados Unidos e da Dinamarca. Como sofreu dois gols, o time não teve força física para reagir, já que é desgastante marcar por pressão.

Ao adiantar a marcação e perder demais a bola no ataque, o Brasil deu muitos espaços para o contra-ataque. Se o México não tivesse errado tantos passes decisivos, poderia ter feito mais gols.
Neymar, acostumado a driblar, com sucesso, todas as vezes que quer, tem muito mais dificuldades contra equipes que deixam pouco espaço entre a defesa e o meio-campo e que possuem um armador de cada lado para proteger os laterais, em uma linha de quatro no meio. Isso já havia ocorrido nos jogos do Santos contra o Vélez.

Sábado, contra a Argentina, é a chance de o Brasil, sob o comando de Mano Menezes, ganhar, pela primeira vez, de uma forte seleção. O técnico Sabella aposentou vários defensores decadentes e definiu duas maneiras de jogar. Uma, como na goleada contra o Equador, com três no meio-campo, mais Messi e dois atacantes à sua frente.
Outra, como na goleada sobre a Suíça, com uma linha de quatro no meio, mais Messi e outro atacante (Agüero ou Higuaín). Assim deve jogar contra o Brasil.
Com Dunga, o Brasil ganhou várias vezes seguidas da Argentina, marcando atrás para contra-atacar. Sábado, provavelmente, veremos o contrário. A Argentina é que deve esperar o Brasil. São apenas detalhes táticos. Um grande número de outros fatores vai interferir no resultado.

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RONALDINHO

Se Ronaldinho receber salários de um bom jogador, que já são absurdamente altos no Brasil, e não o de um dos melhores do mundo, se todos assistirem a seus jogos com o olhar atual, e não com o dos anos de 2004 e 2005, e se a imprensa não for tão policialesca, ele poderá ser um reforço para o time. Pode ser a pitada de criatividade na correria do Galo.
Ronaldinho nunca foi um bom atleta, disciplinado, mesmo em seus melhores momentos. Sempre gostou das baladas. Como era jovem, atuava em uma das melhores equipes do mundo e estava no esplendor técnico, tudo dava certo. Dizer que ele, se quiser, desequilibra e dá show, é um lugar-comum, uma ilusão. Ele não mais brilha tanto porque não consegue, e não porque não quer.

(Transcrito do jornal O Tempo)

O SILÊNCIO ESTRONDOSO DOS ACUSADOS

Lula não fala, Dirceu não fala, Demóstenes não fala, Cachoeira não fala. É a conspiração do silêncio.

Muito interessante o raciocínio de Marcelo Mafra, em artigo aqui na Tribuna sobre a estratégia de Lula ao procurar os ministros do Supremo junto com os “padrinhos” deles, que os indicaram para o tribunal.

Mafra observou que o próprio ministro Ayres Brito confirmou que Lula lhe dissera recentemente que gostaria de se reunir com ele e seu “padrinho” de indicação para o STF, o jurista Celso Antonio Bandeira de Mello, para tomarem um vinho.

Destacou também que o “padrinho” da indicação de Gilmar Mendes para o Supremo, quando Fernando Henrique Cardoso era presidente, foi exatamente o ex-ministro Nelson Jobim, que armou o encontro de Mendes com Lula em seu escritório. E salientou que também na conversa apareceu também a iniciativa de se usar o “padrinho” da indicação da ministra Carmen Lúcia, que foi o ex-ministro Sepúlveda Pertence.

Assim, Marcelo Mafra trouxe a público a estratégia de Lula de uma forma tão precisa e insofismável, que nem cabem desmentidos. Por isso, o ex-presidente continua calado, não dá uma palavra sobre o assunto. Chega a ser constrangedor.

Da mesma forma, o ex-ministro José Dirceu também começa a usar a estratégia do silêncio. Depois de passar anos e anos alardeando que queria pressa do Supremo e seu interesse seria de provar sua inocência o mais rapidamente possível (recordar é viver), repentinamente, tudo mudou.

Perguntado se tinha conhecimento da conversa entre o ex-presidente Lula e o ministro Gilmar Mendes, na qual, segundo a revista “Veja”, Lula tentou pressionar o ministro para adiar o julgamento do mensalão, Dirceu afirmou que estava proibido por seu advogado de dar qualquer declaração.

“Não vou falar do meu processo e nem do julgamento (referindo-se ao mensalão) porque foi a ordem que recebi dos meus advogados”, declarou Dirceu, ao participar da mesa de debates do 14º Congresso Estadual da CUT, (Central Única dos Trabalhadores). Ele mesmo disse que o mensalão era o assunto que todos estavam esperando, mas repetiu que não falaria nada sobre o julgamento.
Lula não fala, José Dirceu não fala, Demóstenes Torres não fala, Carlinhos Cachoeira não fala. Será que os ”padrinhos” deles falariam?

QUANDO O HUMOR RETRATA A REALIDADE

COMPANHEIROS, CHEGA!

É conhecida mas merece ser recontada a história daquele jornalista italiano, comunista ferrenho, a quem coube editar o primeiro número do jornal do partido depois de décadas de censura e perseguição pelo regime fascista de Mussolini. Os alemães haviam abandonado Roma, as tropas do general Mark Clark estavam às portas da cidade e toda imprensa recém libertada preparou, para aquele dia inesquecível, manchetes entusiasmadas como “Benvindos salvadores!”, “A Itália agradece à América”, “Todos às ruas para aplaudir os libertadores”. O nosso comunista, porém, destoou: “Americanos, fora de Roma!”

Era uma premonição, uma provocação ou uma bobagem? Tanto faz, mas o episódio se conta a propósito do que poderia ser, mas tão cedo não será a manchete de um de nossos jornalões: “Chega de PT!”, “Companheiros, ninguém aguenta mais!”, “Chegou a hora de mudar!”

A verdade é que a saída dos libertadores de Roma parece longínqua, entre nós. O PT, conforme as pesquisas, vencerá as eleições de 2014, com Dilma ou com Lula. Sem dúvidas a maioria da população apóia, senão apenas o partido, com certeza suas figuras exponenciais. E com razão, reconheça-se, pois como os americanos prestes a libertar a Itália, os governos do PT libertaram muita gente da miséria, da pobreza absoluta e do desemprego. Foi criada uma nova classe média que só tem que aplaudir o Lula e sua sucessora, pronta para a reeleição. Se ela não quiser, o antecessor e mentor entrará em campo outra vez. Aliás, de onde nunca saiu.

O problema, para quem se dedicar à ousadia de olhar mais adiante, é que os americanos esgotaram seu modelo imposto aos italianos. Logo as massas perceberam o engodo e os partidos Socialista e Comunista, junto com a Democracia Cristã, reivindicaram e conquistaram o governo adaptado às características de seu povo, mesmo conflitantes.

Aqui, algum dia, acontecerá a mesma coisa. Deverá esgotar-se o figurino imposto pelos companheiros, aqueles que em prol dos menos favorecidos oprimem a classe média. Ironicamente, ampliada por eles. Desde a ascensão do Lula ao poder prevalece a grande contradição: melhoria para as massas e, ao mesmo tempo, benesses e favores para as elites. A conta vem sendo paga pelos que ficam entre os dois extremos.

Com a ilusão de chegar ao topo e o medo de retornar ao porão, cada vez mais o cidadão comum abrirá espaço. Será a vez daquele que paga impostos, carece de políticas públicas eficazes, assiste a redução de seu salário e o fracasso de seus pequenos empreendimentos, percebendo haver sido garfado pela necessidade de uns e a esperteza de outros.
Não se sabe quando, talvez demore tempo, mas haverá que esperar a inevitável manchete de algum jornal, exprimindo o sentimento majoritário: “Companheiros, chega!”

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AGORA VAI

Nenhuma dúvida como resultado da sessão administrativa do Supremo Tribunal Federal, ontem: o julgamento dos réus do mensalão será realizado em agosto e setembro. O ministro Ricardo Lewandowski conclui em poucos dias o seu relatório e os demais ministros já começaram a examinar os autos do processo, até preparando suas intervenções com base nas conclusões do ministro Joaquim Barbosa. Seria prematuro e perigoso supor resultados, seja pela absolvição, seja pela condenação, mas julgados os 38 mensaleiros estarão, antes das eleições municipais de outubro. Desesperados ou confiantes…

LEI DA COPA: MEIA ENTRADA PARA MAIS DE 60 ANOS E ESTUDANTES

A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que regulamenta a Copa do Mundo de 2014 e a Copa das Confederações de 2013, estabelecendo o direito à meia entrada, em todo o país, às pessoas com mais de 60 anos de idade e aos estudantes que comprovarem legitimamente esta condição. A lei, que tomou o número 12.663/2012, está publicada no Diário Oficial de 6 de junho.

A venda de bebidas alcoólicas nos estádios foi indiretamente permitida com base no artigo 11: assegura a FIFA, com exclusividade, divulgar suas marcas, distribuir, vender, dar publicidade ou realizar propaganda de produtos e serviços, bem como – acrescenta – comércio de rua nos locais oficiais de competição, nas suas imediações e principais vias de acesso. Esta exclusividade abrangerá perímetro máximo de dois quilômetros.

Os itens 12 e 13 do artigo 1º tratam dos direitos de transmissão negociados pela Federação Internacional. As emissoras não constantes do contrato com a FIFA poderão transmitir a partida de abertura e inserir imagens em seus noticiários até o máximo de 30 segundos. A FIFA é a titular exclusiva dos direitos de transmissão, podendo proibir retransmissões. No Brasil, o contrato da FIFA é com a Rede Globo.

Um capítulo refere-se à proteção especial aos direitos de propriedade industrial.
A FIFA (art. 25) estabelecerá os preços dos ingressos, dividindo-os em quatro categorias. Para todas as categorias, valerá a redução de 50% para as pessoas com mais de 60 anos e os estudantes. O item 8 do art. 28 está voltado para impedir a prática de violência entre os espectadores das partidas.


O governo brasileiro patrocinará campanhas, a serem veiculadas durante as Copas de 2013 e 2014. A primeira delas “Por um mundo sem armas, sem drogas, sem violência, sem racismo”. A segunda “Pelo trabalho decente”. A terceira em torno dos pontos turísticos brasileiros. A quarta para incentivar a prática esportiva pelas pessoas com deficiência. A quinta refere-se à construção no país de centros de treinamento de futebol de acordo com as disposições legais existentes.

A cada jogador, titular ou reserva, das Seleções Campeãs de 58, 62 e 70, o governo destinará um prêmio de 100 mil reais pagos em parcela única. Esta tarefa será atribuição do Ministério do Esporte. Nos casos de falecimento, o pagamento caberá à viúva e filhos. Os estabelecimentos de ensino deverão agendar as férias de acordo com os calendários da Copa das Confederações e da Copa do Mundo.

Como se constata, finalmente saiu publicada a Lei das duas Copas, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela presidente da República. Agora – digo eu – faltam as obras para modernização ou construção dos estádios adaptados às disposições e padrões internacionais da FIFA. É indispensável maior agilidade e eficiência, atributos que estão faltando.
Está havendo atraso.
Inclusive a saída da Delta de vários empreendimentos tem que levar a uma rápida substituição. Se ela recebeu cartão amarelo ou cartão vermelho, a responsabilidade de que se encontrava investida deve ser transferida de imediato. O que não pode acontecer com a equipe das obras é jogar com menos uma de suas integrantes. Mesma coisa que no futebol. Alguém machucado, o reserva sai da sombra e ocupa seu lugar. A vida é assim. O esporte e as obras públicas também.

O DINHEIRO DE GETÚLIO

 
Seu Calazans, dono do hotel Calazans, era o homem mais rico de Penedo, em Alagoas. Na campanha eleitoral de 1950, Getúlio ficou hospedado lá. Depois do comício, o povo queria chegar perto dele, falar com ele, pedir dinheiro.
O senador Hidelbrando Falcão, chefe político de Penedo, resolveu afastar o povo dali, para Getúlio poder dormir:
- Minha gente, o doutor Getúlio está muito cansado. A campanha exige muito dele, precisa repousar. E não está direito vocês pedirem dinheiro a ele. Fiquem tranqüilos que amanhã, logo que ele viajar, Seu Calazans distribuirá um dinheiro que ele vai deixar para vocês.
Uma semana depois, Seu Calazans teve vir passar uma temporada em Maceió.
Ninguém conseguiu convencer o povo de que ele não tinha ficado com o dinheiro que Getúlio tinha deixado para ele distribuir.

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PESQUISAS E TVS

O Congresso e a Justiça Eleitoral fizeram uma reforma eleitoral fajuta, alegando que era preciso diminuir o custo das campanhas. Na verdade, o que fizeram foi tomar do povo o pouco que seria gasto com ele e entregar as campanhas aos institutos de pesquisas, às televisões e às empresas de aluguel de automóveis.
Mataram os comícios e, com eles, acabaram com os cantores e bandas animadores de comícios, acabaram com os foguetes dos comícios, acabaram com as festas populares dos comícios, as quermesses dos comícios, as comidilhas dos comícios, as camisetas e bonés dos comícios. E sobretudo acabaram com os discursos e apartes dos bêbados de comícios.
E concentraram as campanhas nas televisões, nas pesquisas compradas pelas televisões e nas carreatas de centenas de automóveis. Ficou tudo mais caro, muitíssimo mais caro. E sem que os candidatos tenham, como reunir o povo para falar com ele, discutir coisas e programas.

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CHURRASCARIA

Quanto milhões escondidos custam os “acordos” das televisões com os institutos de pesquisas? Há candidatos atrás desses misteriosos “acordos”? Quem tem “bala” se arranja e negocia. Quem não tem se isola e se ferra. Durante a campanha, as televisões, sobretudo a Globo, é que apresentam a churrascaria eleitoral.
São rodízios de pesquisas, em todos os jornais de televisão, que no dia seguinte viram manchetes em todos os jornais.
Esse rodízio de pesquisas é tramado, montado e financiado exatamente para dar ao povo a impressão de que a eleição já está decidida desde o início da campanha.

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CADASTRO

Há alguns anos, descobri em Alagoas o resultado mais gritante e criminoso dessa “reforma eleitoral” feita pelo Congresso e a Justiça Eleitoral. É o “cadastro”. Você sabe o que é o “cadastro”? Já tinha ouvido falar no “cadastro”? Eu nunca. Em Alagoas ficou comum como pão de padaria.
O cabo eleitoral, qualquer que ele seja, do mais poderoso ao de esquina, faz um caderno com os nomes dos eleitores que controla ou diz controlar, com endereço, local de trabalho, número da carteira de identidade e, sobretudo, do título de eleitor, e vende ao candidato.
O candidato compra, paga e recebe um documento garantindo que os votos vão sair.
A batalha pela pureza do voto e pela transparência das eleições é uma guerra fundamental da democracia brasileira. Enquanto o dinheiro não deixar de comprar eleição, não teremos democracia assegurada.

PESADELO ACORDADO


07 de junho de 2012

A CORRUPÇÃO ACELEROU O PAC

A crise do Brasil passa pela falta de investimento público. E investimento público está todo centralizado no PAC, o programa eleitoreiro criado para eleger Dilma Rousseff. Com as sucessivas denúncias de fraude, superfaturamento e aparelhamento de instituições, os investimentos desabaram. A aceleração da corrupção desacelerou o crescimento. O PT montou um governo sem projeto. E a falta de projetos, misturado com uma sucessão infindável de roubos e fraudes, está paralisando o país.
Vejam o que aconteceu com o DNIT, no editorial do Estadão.

É flagrante o contraste entre a rapidez com que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) aprovou a celebração de novos contratos e liberou novas verbas que beneficiam diretamente a construtora Delta - empresa cuja atuação está sendo investigada pela CPI do Cachoeira e que, por isso, pode ser declarada inidônea pela Controladoria-Geral da União (CGU) - e a exasperante lentidão com que o mesmo Dnit trata da recuperação de cerca de metade da malha rodoviária de mais de 50 mil quilômetros sob sua responsabilidade, boa parte em situação crítica.

Envolvido em denúncias de irregularidades que levaram à substituição do ministro dos Transportes e à mudança radical na composição e nos métodos de sua diretoria em 2011, o Dnit parece ter mudado muito pouco, pelo menos no que se refere a resultados práticos, a obras e a critérios de contratação e pagamentos de serviços. O tratamento preferencial à Delta, relatado pelo Estado no domingo, e a completa paralisia, descrita pelo jornal Valor (4/6), do plano de recuperação de cerca de 30 mil quilômetros anunciado há quatro anos mostram que, apesar da indignação da nova direção do Dnit com o que encontrou quando assumiu suas funções em setembro do ano passado, os resultados ainda demoram.

Enquanto a Delta - pouco antes de pedir concordata - teve homologado o resultado de concorrência que venceu no mês passado e voltou a ser aquinhoada com termos aditivos a contratos antigos que lhe asseguram mais verbas por obras públicas, a situação da maioria das estradas federais, que já era ruim, torna-se cada vez mais ameaçadora para milhares de brasileiros que as utilizam. A paralisia do programa de recuperação da malha federal é mais um retrato do estilo de governo do PT, marcado por discursos grandiloquentes e ação tímida, quando existe.

Diante dos seguidos relatórios de entidades do setor de transportes de cargas mostrando o péssimo estado de boa parte das estradas federais - em flagrante contraste com as estaduais cuja operação e cuja manutenção foram transferidas para empresas privadas -, o governo Lula anunciou, em 2008, a contratação de projetos básicos para a recuperação de mais de 30 mil quilômetros de rodovias.

O prazo era de seis meses para a contratação dos estudos que balizariam os editais. Desde sua concepção, o plano de recuperação da malha previa contratos de cinco anos para cada trecho licitado. Nos primeiros três anos, seriam executadas todas as obras necessárias. Nos dois anos seguintes, seriam feitas obras de manutenção.

Chegaram a ser assinados cerca de 50 contratos para a elaboração de projetos. Alguns venceram, outros foram barrados pelo TCU e outros, ainda, simplesmente foram abandonados.

"O que encontrei aqui foram 30 mil quilômetros de confusão", disse ao jornal Valor o general Jorge Fraxe, que comandava a Divisão de Obras do Exército e foi escolhido para sanear o Dnit administrativa e financeiramente e dar-lhe competência técnica. "Tudo está sendo totalmente revisto porque 100% dos projetos têm problemas. Está tudo errado."

A diretoria do Dnit está convocando as empresas de projetos para rever os contratos. Depois de advertidas sobre as imprecisões dos projetos originais, elas têm prazo de 20 dias para a revisão. Se o projeto voltar com erros, além de não receber pelo trabalho, a empresa será multada. "O Dnit nunca tinha punido empresa nenhuma", afirmou o diretor-geral do órgão, depois de informar que uma empresa de projetos foi multada em R$ 100 mil. "Outras multas virão por aí e teremos até processo de inidoneidade contra empresas projetista."

Os novos contratos terão que se basear em projetos executivos de engenharia, exigência que não havia no modelo que o Dnit utilizou até 2011. Outra mudança é a alteração do prazo de vigência, que não será mais, obrigatoriamente, de cinco anos para todos os contratos e, sim, fixado de acordo com as especificidades da obra. O diretor-geral do Dnit diz que, até o fim do ano, boa parte da malha já terá contratos assinados.
07 de junho de 2012
in coroneLeaks

O VERDADEIRO EXEMPLO DE CIDADANIA


        Entre nessa luta por um Brasil melhor divulguem e assim seremos livres

É ASSIM QUE SE COMEÇARÁ A LIMPAR ESTE QUERIDO
B R A S I L
                          E não é que funcionou mesmo!


                                 Bom Jesus de Itabapoana
  

                          89,23% de votos nulos
CIDADANIA

Bom Jesus de Itabapoana - 89,23% de votos nulos



*LIÇÃO DE CIDADANIA*

*Esse é o exemplo que deve ser seguido. Tomara que essa moda pegue. Mas prá isso necessita ser divulgado.
Vejam o município Bom Jesus do Itabapoana. Devido ao baixo nível do candidato, de um total de 26.863 eleitores que
compareceram às urnas, 20.821 eleitores conscientes decidiram anular o seu voto ...

Um exemplo para o mundo.
..*
É algo difícil de acontecer, mas aconteceu!
Os votos nulos somaram 20821 ( 89,23%). Vejam a coragem e esclarecimento dessa população.
O candidato a prefeito não servia e a população cuidou de eliminá-lo no voto.


O TRE terá que fazer nova eleição e
o candidato reprovado não poderá ser candidato novamente.
O interessante é que esse fato não foi divulgado em nenhuma mídia
Até a Globo NADA FALOU
. Se a moda pega, quem sabe não poderíamos depurar essa gente que vive enganando a todos?
Quem sabe a solução que tanto almejamos não passa por aí?
Já que a imprensa está comprada por estes políticos corruptos, vamos fazer a nossa parte.
Divulgue isso para o maior números de pessoas de sua lista.
O7 de junho de 2012

SIGNIFICADO DO DIA DE "CORPUS CHRISTI"

Hoje quinta-feira 07 de junho, a Igreja Católica em todo o mundo, comemora o dia de Corpus Christi. Nome que vem do latim e significa “Corpo de Cristo”. A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia - o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo. Acontece sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem Sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.
 
"O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna e, eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente" (Jo 6, 55 - 59).
Através da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós.
 
Origem da Celebração
 
A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.
 
Em 1264, o Papa Urbano IV através da Bula Papal "Trasnsiturus de hoc mundo", estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração.
Compôs o hino “Lauda Sion Salvatorem” (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes.
 
A procissão com a Hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças. 
 
A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento. A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo. Durante a Missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.
 
07 de junho de 2012
in blog Pedro da Veiga

PESQUISA REVELA QUE MAIORIA ESMAGADORA DOS CUBANOS DESEJA O FIM DA DITADURA COMUNISTA

O cotidiano dos cubanos: vivendo num verdadeiro lixão.
O jornal espanhol El País traz informações de pesquisa realizada pelo Instituto Republicano Internacional em Cuba, cujos números demonstram que os cubanos estão fartos da ditadura de Fidel Castro e de seu irmão Raúl e desejam a democracia e a economia de mercado. A ditadura cubana já tem mais de 50 anos. Os cubanos vivemuma vida de indigentes, já que o salário médio na Ilha é de tão somente US$ 19,00 dólares. Apenas 4% da população tem acesso à internet. As prisões dos Castro estão abarrotadas de prisioneiros políticos e a repressão do regime é draconiana.
O diário espanho El País é um jornal esquerdista, cuja linha editorial se assemelha à Folha de S. Paulo. Tanto é que de cara salienta que o Instituto Republicano Internacional recebe financiamento do governo americano. Como todo jornal esquerdista o El País é anti-americano e costuma babar a baba da idiotice. Afinal, se vê que esse Instituto está aplicando bem os recursos públicos americanos, porquanto se empenha em mostrar ao mundo o miserê em que está mergulhada a população cubana, prestando portando um um elogiável trabalho em defesa da democracia e das liberdades, revelando ao mundo que a população cubana vive oprimida há mais de meio século, sob o tacão de uma ditadura comunista.
Apresento em tradução do espanhol os dois primeiros parágrafos e transcrevo na íntegra a reportagem do El País, enquanto os leitores de língua inglesa poderão conferir a pesquisa no original clicando sobre o link do IRI. LEIAM:
Os cubanos anseiam, na grande maioria, uma mudança política na ilha, com eleições multipartidárias com e a plena liberdade de expressão, como uma forma de abertura para a democracia, de acordo com uma pesquisa recente do Instituto Republicano Internacional, uma organização que recebe financiamento do governo dos EUA e que conseguiu contornar as proibições do regime comunista para pesquisas independentes. Cinco de cada seis cubanos também acredita que as reformas económicas por Raul Castro não beneficiaram a população.

Cerca de 70% dos cubanos gostariam de ver uma mudança fundamental no sistema político da ilha, de acordo com essa pesquisa. Entre os mais jovens, aqueles que têm entre 18 e 28 anos, este número aumenta para 90%. Mais da metade dos cubanos, 55%, considera que não pode haver nenhuma mudança económica sem prévias das reformas políticas. Para 40% dos cubanos não existe liberdade de expressão na ilha, e não há um único cidadão que possa expor livremente suas ideias políticas. [Segue o texto na íntegra em espanhol]

Una abrumadora mayoría de cubanos
quiere cambio político en la isla
Los cubanos anhelan, en una gran mayoría, un cambio político en la isla, que dé paso a elecciones multipartidistas y a la plena libertad de expresión, como vía de apertura a la democracia, según revela una reciente encuesta del Instituto Republicano Internacional, una organización que recibe fondos del Gobierno norteamericano y que logró sortear las prohibiciones del régimen comunista a los sondeos independientes.
Cinco de cada seis cubanos cree, además, que las reformas económicas de Raúl Castro no han beneficiado a la población.
Un 70% de los cubanos desea ver un cambio fundamental en el sistema político de la isla, según esa encuesta. Entre los más jóvenes, aquellos que tienen entre 18 y 29 años, esa cifra aumenta hasta el 90%. Más de la mitad de los cubanos, un 55%, considera que no puede haber un cambio económico sin reformas políticas previas. Hay un 40% de cubanos que considera que la libertad de expresión no existe en la isla, y que no hay un solo ciudadano que pueda exponer sus ideas políticas libremente.
El Instituto Republicano Internacional (IRI) realizó 787 encuestas a ciudadanos cubanos en la isla, entre el 29 de febrero y el 14 de marzo. Es el séptimo estudio de ese corte que realiza desde 2007, y en él queda patente un creciente escepticismo entre los ciudadanos de la isla hacia su clase gobernante. “Los cubanos continúan muy preocupados por su futuro económico”, se dice en el informe. “El 70% no tiene confianza en que el régimen de los Castro logrará resolver esas preocupaciones”.
Los encuestados se quejan del extremadamente limitado acceso a las tecnologías de la información. Solo un 4% de los cubanos dice tener acceso a Internet, y solo un 8% dispone de correo electrónico que pueda consultar de forma habitual. Asegura el informe de IRI que en ese apartado, Cuba está al mismo nivel de aislamiento informático que países como Zimbabue. Una cantidad mayor de residentes de la isla, del 21%, dispone de teléfono móvil.
Desde que Raúl Castro llegara al poder en 2008, ha descendido ligeramente la confianza de la población en su capacidad para resolver los problemas económicos de la isla. Castro ha afectuado algunas modestas reformas, como la autorización de la compra y venta de casas o la concesión de licencias para abrir negocios por cuenta propia. Hace cuatro años, un 27% de los cubanos afirmaba que el hermano de Fidel podría mejorar la situación, una cifra que ha descendido ahora hasta el 19%. Una inmensa mayoría del 85% opina que las reformas de Raúl no le han beneficiado en absoluto.
El sueldo medio en Cuba es de 19 dólares (15 euros) al mes. Según los encuestados, los precios de los alimentos han subido un 20% en el último año. Solo un 23% de los cubanos asegura que la situación económica de su familia ha mejorado en el último año. Un 39% de los cubanos considera que la situación en la isla es mala o muy mala y el 37% piensa que es regular.
07 de junho de 2012
in aluizio amorim

MENSALÃO - JULGAMENTO MARCADO: LULA E DIRCEU PERDERAM. ISSO QUER DIZER QUE O STF E AS INSTITUIÇÕES GANHARAM! PENA LEWANDOWSKI TER FALTADO!


STF reunido: a partir da esq., Rosa Weber, Luiz Fux, Carmen Lúcia, Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes, Celso de Mello, Ayres Britto, Marco Aurélio, Cezar Peluso e as duas cadeiras vazias, de Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski (Foto: Carlos Humberto SCO/STF)

Não sei qual será o resultado do julgamento dos mensaleiros no Supremo Tribunal Federal. A decisão cabe aos 11 membros da corte. Uma coisa, no entanto, sei com certeza: as instituições ainda não se renderam ao charme truculento de Lula ou à sua truculência charmosa, avalie cada um segundo a sua sensibilidade. A decisão tomada ontem por 9 dos 11 ministros do Supremo em sessão administrativa, estabelecendo o rito de julgamento do processo, definiu um caminho. Caberá agora ao ministro Ricardo Lewandowski, um dos ausentes à reunião — o outro foi Dias Toffoli, que tinha um compromisso social em São Paulo —, entregar o seu trabalho ainda neste mês de junho para que agosto ponha termo a um episódio que fez aniversário justamente ontem: no dia 6 de junho de 2005, há exatos sete anos, o então deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), em entrevista à Folha, acusava a existência da quadrilha do mensalão. Que ninguém ainda tenha sido criminalmente punido em razão do maior escândalo havido na história republicana, eis um fato que deveria nos envergonhar como nação. É impressionante que alguns ainda tenham a cara de pau de falar em “açodamento”.
Açodamento? Sete anos depois? Ignoro, reitero, o que fará cada ministro. Mas podemos declarar derrotadas todas as manobras, as legais e as ilegais, para tentar impedir que o mensalão fosse julgando ainda neste ano. Nesse particular, Lula e José Dirceu perderam. Venceram a autonomia do Poder Judiciário — ou, ao menos, a sua parte saudável — e, sim, a imprensa independente, que não existe para prestar serviço a candidatos a tiranos e a jagunços que ousam assombrar o estado democrático e de direito.
Dado o rito, o ministro Cezar Peluso tem plenas condições de participar do julgamento. Por quê? No dia 1º de agosto, Joaquim Barbosa, o relator, apresenta uma síntese do seu voto, um parecer. Em seguida, o procurador-geral da República formaliza a acusação. E tem início então a defesa, que se estende até o dia 14, em sessões diárias, de segunda a sexta. Aí os ministros começam a votar. Aqui

07 de junho de 2012
Reinaldo Azevedo - Veja online

NA COLUNA DO CLAUDIO HUMBERTO

Calote pode afastar Thomaz Bastos de Cachoeira. Amigos afirmam que estão tensas as relações do bicheiro Carlos Cachoeira e seu advogado Marcio Thomaz Bastos. É que o ex-ministro da Justiça do governo Lula somente teria recebido, até agora, um terço dos R$ 15 milhões acertados inicialmente para atuar na causa. O pagamento pelos serviços do advogado seria de responsabilidade de um amigo do bicheiro e, como ele, empresário do setor farmacêutico.
 
Saia justa.
 
O ex-presidente Lula teria ficado irritado por não poder contar com Thomaz Bastos no episódio com o ministro Gilmar Mendes, do STF.
 
Sem interlocutor.
 
Thomaz Bastos também soube da irritação do amigo Lula, para quem o advogado já não pode ser seu interlocutor no julgamento do mensalão.
 
Lula tem histórico de briga com o Judiciário.
 
A suposta ingerência para tentar adiar o julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal não foi a primeira rixa de Lula com a Justiça: num discurso em Vitória (ES), no início do primeiro mandato, defendeu controle externo e a abertura da “caixa-preta” do Judiciário, insinuando ligação de juízes com o crime organizado, para favorecer “os ricos”. Na ocasião, o ministro Gilmar Mendes determinou que Lula se explicasse em 48h, após interpelação de juízes e desembargadores do Paraná.
 
07 de junho de 2012

QUE O POVO SE COCE E SE MEXA!!!

                          MOBILIZAÇÃO JÁ!!!

Esta é uma Matéria que vale a pena repassar, solicito que divulguemos com entusiasmo, chega de nepotismo e de interesses ardilosos!

A Carta publicada ontem no Globo Por Gil Cordeiro Dias Ferreira
Que venha o novo referendo pelo desarmamento. Votarei NÃO, como da primeira vez, e quantas forem necessárias. Até que os Governos Federal, Estaduais e Municipais, cada qual em sua competência, revoguem as leis que protegem bandidos, desarmem-nos, prendam-nos, invistam nos sistemas penitenciários, impeçam a entrada ilegal de armas no País e entendam de uma vez por todas que NÃO lhes cabem desarmar cidadãos de bem.

Nesse ínterim, proponho que outras questões sejam inseridas no referendo:

·Voto facultativo? SIM!

·Apenas 2 Senadores por Estado? SIM!

·Reduzir para um terço os Deputados Federais e Estaduais e os Vereadores? SIM!

·Acesso a cargos públicos exclusivamente por concurso, e NÃO por nepotismo? SIM!

·Reduzir os 37 Ministérios para 12? SIM!

·Cláusula de bloqueio para partidos nanicos sem voto? SIM!

·Fidelidade partidária absoluta? SIM!

·Férias de apenas 30 dias para todos os políticos e juízes? SIM!

·Ampliação do Ficha-limpa? SIM!

·Fim de todas as mordomias de integrantes dos três poderes, nas três esferas? SIM!

·Cadeia imediata para quem desviar dinheiro público?(elevando-se para a categoria de crime hediondo) SIM!

·Atualização dos códigos penal e processo penal? SIM!

·Fim dos suplentes de Senador sem votos? SIM!

·Redução dos 20.000 funcionários do Congresso para um quinto? SIM!

·Voto em lista fechada? NÃO!

·Financiamento público das campanhas? NÃO!

·Horário Eleitoral obrigatório? NÃO!

·Maioridade penal aos 16 anos para quem tirar título de eleitor? SIM!




Um BASTA! na politicagem rasteira que se pratica no Brasil? SIM !!!

"O dinheiro faz homens ricos; o conhecimento faz homens sábios e a humildade faz homens grandes."
07 DE JUNHO DE 2012

O CRIME DE CADA DIA SOB OS NOSSOS NARIZES

http://www.youtube.com/watch?v=6Ui10QrGwtg&feature=player_embedded

NO PAÍS DO FUTEBOL, DO PÃO E DO CIRCO, SAÚDE, EDUCAÇÃO, SEGURANÇA E OUTRAS COISINHAS MAIS, NÃO PREOCUPAM 'AZELITES'. ELAS SE OCUPAM DO RALO.
E QUANTO MAIOR O RALO DA CORRUPÇÃO, MELHOR! MAS QUE IMPORTÂNCIA TEM ISSO? 'AZELITES' ESTÃO DE COSTAS PARA O BRASIL E PARA O POVO. E ESSE NEGÓCIO DE SAÚDE, COMO DIRIA MARIA ANTONIETA, SE VIVA FOSSE E HABITASSE O PLANALTO, SE NÃO ESTÃO SATISFEITOS COM O SUS, QUE PROCUREM O SÍRIO LIBANÊS! UMA PARÓDIA DO 'SE O POVO NÃO TEM PÃO, QUE COMAM BRIOCHE...'

m.americo
07 de junho de 2012