Sepúlveda Pertence, que deixou segunda-feira a presidência da Comissão de
Ética da Presidência, disse ao repórter Chico de Góis, do Globo, que foi avisado
há alguns meses, por um auxiliar da presidente Dilma Rousseff, de que ela não
reconduziria os conselheiros Marília Muricy e Fábio Coutinho a mais um mandato
de três anos.
Ele esperou até segunda-feira para anunciar sua decisão de se retirar da
presidência do órgão para não parecer que se opunha aos três novos conselheiros
escolhidos por Dilma.
Mesmo evitando comentários sobre os motivos da presidente, lamentou o fato, lembrando que é uma tradição o segundo mandato dos conselheiros, e declarou que ouviu murmúrios de que a não recondução de seus dois apadrinhados ocorreu por conta da atuação deles na comissão, que não tem mordomias nem remuneração.
Ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), disse Sepúlveda: Lamentei a não recondução porque se trata não apenas de duas pessoas que aceitaram participar da comissão por indicação minha, como são dois valores excepcionais, seja do ponto de vista moral, seja da perspectiva intelectual.
Pimentel está encrencado
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Detalhe importante: no caso do ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, o processo ainda está em andamento. Foram pedidos novos esclarecimentos, alargando-lhe a possibilidade de defesa. Mas o problema do Planalto é que não adianta ampliar a possibilidade de defesa, porque Pimentel não tem como explicar ter recebido R$ 1 milhão da Federação das Indústrias do Estado de Minas Geral para pronunciar palestras em cidades do interior, e não ter feito uma só delas.
27 de setembro de 2012
Mesmo evitando comentários sobre os motivos da presidente, lamentou o fato, lembrando que é uma tradição o segundo mandato dos conselheiros, e declarou que ouviu murmúrios de que a não recondução de seus dois apadrinhados ocorreu por conta da atuação deles na comissão, que não tem mordomias nem remuneração.
Ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), disse Sepúlveda: Lamentei a não recondução porque se trata não apenas de duas pessoas que aceitaram participar da comissão por indicação minha, como são dois valores excepcionais, seja do ponto de vista moral, seja da perspectiva intelectual.
Pimentel está encrencado
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Detalhe importante: no caso do ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, o processo ainda está em andamento. Foram pedidos novos esclarecimentos, alargando-lhe a possibilidade de defesa. Mas o problema do Planalto é que não adianta ampliar a possibilidade de defesa, porque Pimentel não tem como explicar ter recebido R$ 1 milhão da Federação das Indústrias do Estado de Minas Geral para pronunciar palestras em cidades do interior, e não ter feito uma só delas.
27 de setembro de 2012
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