"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)

"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)



sábado, 5 de janeiro de 2013

HONESTIDADE EM 73o LUGAR

 

Numa das minhas últimas colunas, abordei o tema da honestidade e do desenvolvimento social, dois fatores interligados e imprescindíveis, um ao outro, para realizar justiça, progresso e bem-estar de uma nação.

Basta analisar o ranking dos países mais socialmente “desenvolvidos” e outro ranking dos “menos corruptos” e se encontrará uma inquestionável coincidência de nomes e endereços.

Entre os 155 países avaliados por institutos de transparência internacional e pela consultoria KPMG, emergem Nova Zelândia, Dinamarca, Finlândia, Suécia, Cingapura, Noruega, Holanda e Austrália como os mais “honestos”.

Na lista do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), a sequência começa com
Noruega, Austrália, Holanda, Estados Unidos, Nova Zelândia, e ainda tem a Suécia entre os dez primeiros colocados. O Brasil, em 2011, caiu do 66º para o 73º lugar.




Já o pior IDH anda junto com a maior incidência de corrupção, e a essa se associa também a burocracia.
Quanto maior, pior para a nação. Inexplicavelmente justificada para um maior controle, acaba por ser o meio mais certo de corrupção, desvios e desmandos.

Entre as principais democracias do planeta, o Brasil se apresenta como o mais burocrático, portanto, o mais exposto ao risco da corrupção, e ainda é avaliado como o mais corrupto entre as primeiras 20 economias mundiais.

###

ESTÁGIO DEMENCIAL

Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), entre os anos de 1988 e 2008, transcorridos 20 anos da Constituição em vigor, foram editadas 3.776.364 de leis ordinárias, decretos, decretos-lei, medidas provisórias, emendas constitucionais, portarias, regulamentos e outros dispostos, provocando a média de 774 normas por dia útil.

O acinte burocrático revela um estagio demencial da catástrofe a qual se chegou. Pode-se citar, a título de exemplo de um dos incontáveis absurdos, o ICMS incidente sobre as contas de energia elétrica. Para a nossa burocracia predatória, o imposto é 18%, mas quando se trata de energia elétrica, não é suficiente. Apenas por esse serviço, contrariando os demais casos, o ICMS incide “por dentro”, ou seja, o “disposto” obriga a calcular o ICMS sobre o próprio ICMS.

Quer dizer, a alíquota “especial” se calcula, por exemplo, em 18% de R$ 100 mais 18%, assim a garfada sobe para R$ 21,2. Pouco importa que a constituição vete a cobrança de imposto sobre o próprio imposto que, nos demais casos, não se aplique “por dentro”. Coerência, legalidade e respeito são as últimas preocupações do bizantinismo governamental. Também o povo desorientado e inculto não aprendeu a reagir, limita-se a pagar a conta e ponto final.

Essa é apenas uma das 220 mil alterações na legislação tributária que ocorreram nos 20 anos subsequentes à proclamação da Constituição de 1988, uma lei maior que deveria colocar o país em ordem. Pior que a fúria dos burocratas, chega a ser, no contexto, a corrupção que se desencadeia nesse cipoal, pois a “propina” passou a ser o meio mais comum para dirimir dúvidas.

Quando será que a consciência da maioria se dará conta? Certamente, não será em 2013, mas é dever augurar a nação que algo aconteça; que Deus permita que muitas mentes e consciências recebam um raio de luz; enfim, que se faça um passo na direção certa para nossos bisnetos gozarem de um Brasil melhor.

(Transcrito do jornal O Tempo)

05 de janeiro de 2013
Vittorio Medioli

TRISTE REALIDADE...




05 de janeiro de 2013

QUANDO O HUMOR DESENHA A REALIDADE




05 de janeiro de 2013

E LÁ VAI O BRASIL DESCENDO A LADEIRA... EU TAMBÉM QUERO O MEU HIDRATANTE, MEU CONDICIONADOR...

Projeto na Câmara prevê pacote de benefícios a presos

Texto do Estatuto Penitenciário Nacional estabelece a concessão de privilégios para detentos, como creme hidratante e biblioteca, e cria o Dia do Encarcerado

Gabriel Castro
Penitenciária Estadual de Charqueadas, no Rio Grande do Sul
Penitenciária Estadual de Charqueadas, no Rio Grande do Sul (Jefferson Botega/Agência RBS)
Sob o comando de Marco Maia (PT-RS), a Câmara dos Deputados decidiu acelerar a tramitação de um projeto que prevê a concessão de um pacote de benefícios para detentos, como creme hidratante, condicionador de cabelo, chuveiro quente e biblioteca.
O texto do Estatuto Penitenciário Nacional ainda assegura os direitos políticos a presos sem condenação transitada em julgado e fixa até o Dia do Encarcerado: 25 de junho.

O estatuto contém um ponto ainda mais controverso: determina a prisão de diretores de presídios que permitirem a alocação de mais detentos do que a capacidade máxima da unidade. Segundo dados do Ministério da Justiça, o déficit carcerário do país, hoje, é de pelo menos 240.000 vagas.

Como seria quase impossível erguer presídios em tempo recorde, o autor da matéria, deputado Domingo Dutra (PT-MA), sugere a ampliação das chamadas penas alternativas:
"A construção de presídios obedece a um esquema que interessa às construtoras e despreza penas alternativas, a aplicação de multas, o monitoramento eletrônico".

A proposta lista ainda outros dispositivos como a obrigatoriedade de presídios com 400 detentos contarem com ao menos cinco médicos - o que resulta em uma proporção de 1,25 médico por cem pessoas. No Brasil, essa média é próxima a 0,2 médico por cem habitantes.

O projeto foi apresentado em 2009, como fruto da CPI do Sistema Carcerário, e retomado em 2011, por iniciativa do deputado Domingos Dutra. Mas, só no fim do ano passado, já após a condenação dos réus no processo do mensalão, é que parece ter atraído o interesse da Câmara.

O presidente da Casa, Marco Maia, criou uma comissão especial para agilizar a tramitação do texto sem que o plenário precise analisar o assunto. Se aprovado, seguirá para o crivo da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, em seguida, irá direto para o Senado.
Adversário da proposta, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) reclama:
"Dada a pressa disso tudo, com toda a certeza é para ajudar os mensaleiros".

Domingos Dutra afirma que não há relação entre as condenações de petistas e a retomada do projeto de lei. "Essa meia dúzia que foi condenada pelo mensalão vai ter um padrão que a massa carcerária não tem, porque eles não são da mesma classe social que compõe a esmagadora maioria dos presos", diz. O texto em análise entraria em vigor um ano após a sanção.
 
Hidratante - O projeto em discussão prevê que o agente penitenciário que não fornecer o material de higiene necessário - inclusive o creme hidratante - corre o risco de ser condenado a seis anos de prisão.
O texto determina punições até mesmo para juízes e promotores que não cumprirem o dever de fiscalizar as condições nas unidades prisionais - o que pode resultar em até quatro anos de prisão para as autoridades.
Mas Domingo Dutra não vê excessos na medida: "É preciso estabelecer punições, inclusive para os juízes e promotores que não fazem as inspeções que deveriam realizar mensalmente".
 
Para a professora de Direito Penal Soraia Rosa Mendes, da Universidade Católica de Brasília, esses dispositivos da proposta dependeriam de uma alteração na legislação que trata da execução penal. “Não é o diretor do presídio que manda encarcerar. E o Judiciário trabalha com a legislação existente, que é encarceradora de grandes massas”, afirma ela, que acha "grave" a possibilidade de que magistrados sejam condenados por não resolverem uma situação insolúvel como a das cadeias.
 
A especialista concorda com o autor do projeto, entretanto, quando defende a redução do número de presos provisórios (42% do total) e a aplicação da pena de prisão apenas a criminosos que representem perigo maior à sociedade, possibilidade que o deputado Bolsonaro não admite: "Prefiro uma cadeia cheia de vagabundos a um cemitério cheio de inocentes".
 
Mais comedido, o deputado Walter Feldman (PSDB-SP) critica o projeto do Estatuto Penitenciário e diz que é inviável a tentativa de resolver todos os problemas do sistema prisional em um texto único “É uma medida profundamente demagógica e absolutamente fora da realidade. Claro que você pode construir metas, mas só é possível discutir isso a longo prazo", diz.
 
Feldman também vê excesso na inclusão de benefícios como condicionador de cabelo e creme hidratante em uma lei federal. “Essa medida é característica de portaria, de decretos. É um equívoco achar que tudo precisa ser detalhado em lei”, diz ele. Domingos Dutra se explica: “Infelizmente, nosso país tem uma tradição de que tudo tem que ser na base da lei.”
 
Apesar dos pontos questionáveis, o texto de Domingos Dutra também trata de medidas relevantes para reduzir o caos nas unidades prisionais, como a colocação de integrantes de facção criminosa em celas individuais, a realização de trabalho compulsório pelos presos, e a normatização dos castigos aos detentos indisciplinados.
A proposta torna definitivos alguns benefícios como a benefício da visita íntima, que hoje é aplicado de forma diferente em cada presídio.
 
05 de janeiro de 2013

ASSEMBLÉIA VENEZUELANA REELEGE CABELLO COMO PRESIDENTE

Votação na casa legislativa do país foi feita em meio à incerteza sobre o estado de saúde de Chávez. Chefe do Parlamento pode assumir o governo provisoriamente, caso ditador não tome posse

 
Diosdado Cabello, é reeleito presidente da Assembleia Nacional venezuelana
Diosdado Cabello é reeleito presidente da Assembleia Nacional venezuelana (Miguel Gutierrez/EFE)
 
Em uma sessão sem surpresas, a Assembleia Nacional da Venezuela reelegeu o chavista Diosdado Cabello para mais um ano como presidente do Parlamento do país nesta tarde de sábado.

De acordo com informações do jornal El Nacional, Darío Vivas foi escolhido primeiro vice-presidente, posto que já havia ocupado anteriormente. Iván Zerpa foi eleito secretário-geral, Victor Clarck assumiu o cargo de subsecretário e Blanca Eekhout foi reeleita segunda vice-presidente, completando a lista de principais postos do Legislativo venezuelano.
São todos chavistas: a oposição não conseguiu eleger nenhum representante para os cargos de liderança da Assembleia.

Apesar da reeleição de Cabello já ser esperada, a sessão da Assembleia foi acompanhada de perto pelos venezuelanos. Segundo a legislação do país, o chefe do Parlamento venezuelano (que é unicameral, ao contrário do Brasil, onde coexistem Câmara e Senado) poderá assumir provisoriamente a Presidência do país, caso Hugo Chávez, reeleito presidente em novembro, não seja empossado.

O estado de saúde de Chávez ainda é incerto. O ditador está internado em Cuba desde o início de dezembro para o tratamento de um câncer.

Cabello tem 49 anos e é a figura mais influente do chavismo depois do próprio presidente e de seu vice, Nicolás Maduro. Ex-tenente, participou da tentativa de golpe fracassada de Chávez em 1992.

Força "física e espiritual" – Desde cedo, seguidores do presidente venezuelano Hugo Chávez se reuniram nos arredores do prédio da Assembleia, em Caracas, à espera da decisão sobre a eleição dos novos líderes do Legislativo.
Participaram da reunião, que estava inicialmente marcada para começar às 14h30 (horário do Brasil), parlamentares, ministros e autoridades do chavista Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) e da coalização opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD).

O primeiro a dar declarações à imprensa foi o ministro da Comunicação e Informação da Venezuela, Ernesto Villegas, que afirmou que Chávez segue cumprindo seu tratamento com força "física e espiritual".
"Essa é a verdade. O que falam além disso são boatos", disse, conforme o site do El Nacional. O ministro assegurou que não existe crise institucional, como "alguns meios de comunicação internacionais tem falado".
E aproveitou a ocasião também para dizer que a doença de Chávez não servirá de atalho para a oposição chegar ao poder.

Na sexta-feira à noite, o vice-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que o novo mandato de Chavéz começará no próximo dia 10, mesmo que ele não possa fazer o juramento oficial perante à Assembleia Nacional – o que Maduro considera apenas uma formalidade.

Segundo Maduro, Chávez pode fazer o juramento posteriormente ante o Tribunal Superior de Justiça.

A fala foi uma resposta ao pedido da oposição para que se convoquem novas eleições em até 30 dias se Chávez não assumir seu novo mandato na próxima quinta-feira. Maduro também acusou a oposição de alimentar rumores sobre rachas entre os chavistas.

O opositor Ramón Guillerm Aveledo, da Mesa de la Unidad Democrática (MUD), publicou neste sábado um artigo na imprensa venezuelana em que pede diálogo com o vice-presidente.

“Ele (Maduro) está em uma posição muito comprometida e já endureceu seu discurso, pois considera que o diálogo e a reconciliação fazem parecê-los fracos”, afirmou.
Aveledo disse ainda que, desde que soube que o presidente estava doente, pediu informações claras sobre seu estado de saúde e lembrou que há uma saída constitucional para a situação: convocação de novas eleições.
Para Aveledo, a eleição de uma nova diretoria da Assembleia seria crucial para evitar uma eventual crise política.
A oposição indicou Carlos Berrizbeitia para a primeira vice-presidência e Ciro Garcia como secretário, mas não conseguiu eleger nenhum.

Inconstitucionalidade - A posição defendida por Maduro – de que o juramento é uma formalidade – provocou fortes reações na Venezuela. Segundo o advogado Asdrúbal Aguiar, em entrevista ao jornal El Universal, isto é "absolutamente inconstitucional" porque o juramento de um presidente ao TSJ só pode acontecer se alguma circunstância especial impedir que a Assembleia Nacional reúna seus integrantes para a cerimônia de posse.

Leia também:

Oposiçao venezuelana já pensa em candidato para nova eleição
Hugo Chávez enfrenta uma 'severa infecção pulmonar'


Portas fechadas – Em uma reunião a portas fechadas em Cuba nesta semana, os atuais líderes venezuelanos firmaram um pacto pela continuidade do chavismo no país, juramento feito na presença do ditador cubano Raúl Castro, irmão de Fidel Castro, e do próprio Chávez.

Data desse encontro o acordo para que Cabello seja reeleito presidente do Parlamento. A ideia é que haja um conselho legislativo coeso, capaz de garantir a estabilidade do chavismo na Venezuela. Maduro, por sua vez, é o mais cotado para disputar a presidência do país, caso sejam convocadas novas eleições, e mediar as diferentes facções do chavismo.

Vizinhos – Os chefes de estado da América do Sul também estão acompanhando de perto o suspense venezuelano. A presidente brasileira Dilma Rousseff enviou seu assessor especial para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, a Havana, capital de Cuba, na quinta-feira.

Garcia, que estava passando férias no México, ficou apenas um dia na cidade, conversou com autoridades venezuelanas e cubanas e telefonou para o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, para relatar o conteúdo de suas conversas.
No governo brasileiro, Garcia é um dos mais próximos de Chávez e Maduro. Ele foi o primeiro enviado do Brasil a Cuba após o agravamento do estado de saúde de Chávez.

O presidente do Uruguai, José Mujica, convocou uma sessão extraordinária do Senado - a Casa está em recesso - para aprovar a autorização de uma viagem presidencial de pelo menos dois dias para Cuba ou Venezuela em 9 de janeiro.
Pretende encontrar-se com Chávez, de acordo com fontes ouvidas pelo jornal uruguaio El País.

Segundo jornais argentinos, a presidente Cristina Kirchner também planeja viajar à Venezuela ou Cuba na próxima semana.
Até agora, já estiveram em Havana o equatoriano Rafael Correa e o boliviano Evo Morales, ambos em dezembro.

05 de janeiro de 2013
Naiara Infante Bertão, Veja

EM CAMPANHA PELO REGISTRO ELEITORAL, PARTIDO MILITAR DEFENDE PRIVATIZAÇÃO DOS PRESÍDIOS

Força Militar: Pela privatização dos presídios


MARCO AURELIO REIS
 
Em plena campanha para obtenção de assinaturas para regulamentação, o Partido Militar Brasileiro (PMB) lançou ontem uma campanha que promete dar o que falar: anunciou que “não medirá esforços” para fazer com que os presídios passem a ser responsabilidade da iniciativa privada.
 
O partido está em processo de regulamentação no TSE, mas já conta com diretórios em 16 estados. Nos quartéis das Forças Armadas, no Rio, a legenda passou a ser conhecida por meio de panfleto em que pede assinaturas de apoio ao registro na Justiça Eleitoral.
 
A proposta de privatizar os presídios segue modelos adotados na França e nos EUA. Segundo os integrantes do partido, a privatização reduz os custos governamentais com os presídios e tem demonstrado ser mais eficiente que o modelo público atual na recuperação de infratores.
 
CUSTO DOS PRESÍDIOS
 
Segundo o PMB, cada preso custa mais de R$ 40 mil por ano em um presídio federal. Enquanto isso, o país gasta R$ 15 mil anualmente com cada aluno do ensino superior.

NA INTERNET
 
A campanha do PMB pela regulamentação da sigla e pela privatização de presídios pode ser conferida em detalhes no site da legenda. O endereço é: PMB.
 
05 de janeiro de 2013
in montedo.com

ROSEMARY NORONHA INTERMEDIAVA PLEITOS DO BB JUNTO A LULA DIZ VEJA-

Agenda da ex-secretária da Presidência em SP mostra 25 reuniões com vice-presidentes da instituição

 
A ex-secretária da Presidência da República em São Paulo de Rosemary Noronha intermediava pleitos do Banco do Brasil junto ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre 2007 e 2010, Rose, como era conhecida, teve 39 reuniões com ocupantes de postos importantes na instituição, 25 delas com vice-presidentes.

As informações foram divulgadas pela “Veja” e, segundo a revista, as reuniões constam na agenda de Rose, apreendida durante a Operação Porto Seguro, da Polícia Federal. Rose foi indiciada pela PF pelos crimes de formação de quadrilha, tráfico de influência e corrupção passiva.

A atuação de Rose como intermediária entre diretoria do Banco do Brasil e Lula foi confirmada à revista pelo pelo ex-vice presidente do Banco do Brasil, Ricardo Oliveira: "A Rose levava as demandas instituição do banco para presidente. Esse contato direto foi muito positivo", disse Oliveira à revista.

Na agenda da ex-secretária constam 16 reuniões com Oliveira, que seria um dos aliados de Aldemir Bendine, presidente do Banco do Brasil.

Oliveira disse ainda, segundo a revista, que Rose foi acionada, por exemplo, para convencer o presidente a aprovar a compra da Nossa Caixa pelo banco, um negócio bilionário, de R$ 5,3 bilhões.

O escritório da Presidência da República em São Paulo funciona no prédio do Banco do Brasil. De acordo com a reportagem, Rose teria usado seu prestígio para interceder por dois candidatos a presidente do banco em 2009 - Bendine e Ricardo Flores, que acabou alçado à presidência da Previ, o fundo de pensão dos funcionários do BB.

À Veja, Flores disse não se lembrar das reuniões com Rose. Tanto Oliveira quanto Flores foram demitidos pela presidente Dilma Rousseff.

O Banco do Brasil informou em nota encaminhada à revista que a relação da instituição com Rose sempre foi institucional. A revista afirma que Rose cobrava, em troca, ingressos para shows, eventos em resorts e almoços em restaurantes caros, que eram pagos pelo banco.

A Operação Porto Seguro revelou que, além de receber "pequenos agrados", Rose foi beneficiada duas vezes pelo Banco do Brasil. Seu ex-marido José Cláudio Noronha foi nomeado para o conselho de administração da Aliança Brasil Seguros, a seguradora do BB que hoje se chama Brasilprev, usando um diploma falso de curso superior.

O atual marido, João Batista de Oliveira, dono da pequena empresa New Talent, conseguiu um contrato de R$ 1,1 milhão com a Cobra Tecnologia, subsidiária do banco, para uma obra de reforma.

Também neste caso, houve documento falso: um atestado de capacidade técnica emitido para a New Talent pela Associação Educacional e Cultural Nossa Senhora Aparecida, mantenedora da faculdade Facic, que pertencia a Paulo Vieira, ex-diretor da Agência Nacional de Águas também indiciado pela PF.

A agenda de Rose registra ainda reuniões com José Salinas, vice-presidente do BB até junho de 2010, e pelo menos um encontro com José Antonio Dias Tóffoli, em março de 2009, quando ele era ministro da Advocacia Geral da União (AGU).

Rose teria participado da posse de Tóffoli no Supremo Tribunal Federal. A secretária teria ainda realizado cinco reuniões com Newton Carneiro, diretor administrativo e financeiro da Petros, o fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, e duas com um representante da Funcef, o fundo de pensão dos servidores da Caixa Econômica Federal.

A revista diz ainda que Rose recebia até mesmo representantes de empresas estrangeiras que chegavam ao país, como a francesa Boiron, do setor de medicamentos, com quem manteve dois encontros. À revista, a empresa informou que os encontros foram para apresentar seu projeto para o Brasil.

A Assessoria de Imprensa do Instituto Lula informou que as informações contidas na reportagem não atingem o ex-presidente Lula. Em relação à declaração do ex-vice-presidente do BB que, segundo a revista, teria dito que Rose "levava demandas institucionais do banco para o presidente", a assessoria comunicou que essa era uma das atribuições do cargo de Rose como chefe de gabinete do escritório da Presidência em São Paulo e que não vê irregularidades nisso. A assessoria informou ainda que o ex-presidente não é objeto de investigação da Operação Porto Seguro.

05 de janeiro de 2013
O Globo

RENAN, O INDESTRUTÍVEL

Seis anos depois de deixar a presidência do Senado acossado por denúncias de corrupção, Renan Calheiros manobra nos bastidores e se torna favorito para comandar o Congresso



chamada.jpg
SEMPRE NO TOPO
Só uma catástrofe pode tirar a vitória de Renan

Há seis anos, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) deixou a presidência do Senado pela porta dos fundos. Acusado de ter despesas pessoais pagas por uma empreiteira, Renan teve suas contas devassadas, perdeu musculatura política e não lhe restou outra saída senão renunciar ao posto.

Conseguiu, porém, evitar a cassação do mandato em plenário e, agora, é considerado nome certo para comandar o Congresso até 2014, ano da corrida presidencial. Convencido do seu amplo favoritismo, Renan procurou fugir dos holofotes nos últimos dias.

Só uma catástrofe tira a sua vitória. Como maior bancada do Senado, o PMDB tem a prerrogativa de indicar o novo presidente.
Além de não possuir adversários em condições de derrotá-lo no interior do partido, Renan conta com a simpatia de legendas da oposição, como o PSDB, partido que ajudou a fundar na década de 1980.

No apagar das luzes de 2012, senadores da chamada ala rebelde do PMDB até ensaiaram lançar uma candidatura alternativa.
Foram cogitados os nomes dos senadores Luiz Henrique (SC) e Waldemir Moka (MS), mas eles recuaram, cientes da falta de votos para superar Renan. “Só entro na disputa se tiver a certeza da vitória”, blefou Luiz Henrique, praticamente jogando a toalha.

A recuperação de Renan e sua volta ao comando do Senado, seis anos depois de ser defenestrado da principal cadeira do Congresso, confirmam a máxima de que a Casa é uma espécie de associação entre amigos.

O político disposto a atender aos anseios do “clube” se credencia politicamente até ser alçado ao poder. Na lógica desse modelo, só pode alcançar o posto máximo do Senado quem for capaz de conciliar os interesses – muitas vezes escusos e nem sempre salutares para a democracia – de todos.

Conhecedor dos meandros e subterrâneos do Legislativo, Renan soube trilhar esse caminho com desenvoltura. Com a eleição de José Sarney (PMDB-AP) para a presidência da Casa, ele se rearticulou e voltou a ter o comando do PMDB e de partidos da base aliada.
A retomada da força política de Renan ficou clara durante a CPI de Carlinhos Cachoeira, quando o governo precisou de seu partido e ele atuou para evitar maiores transtornos para aliados do Planalto durante as investigações. Teve êxito na iniciativa.

RENAN-04-IE-2251.jpg
PODER
Com a eleição de Sarney para a presidência do Senado,
Renan voltou a ter o comando do PMDB

Embora torçam o nariz para sua eleição, porque sabem que terão de negociar cada votação importante numa mesa de cacife muito alto, integrantes do governo chegaram à conclusão de que Renan é um mal necessário.
Concluíram também que o Planalto não tem como atropelar uma bancada experiente como a do PMDB no Senado para fazer valer sua vontade. O Palácio do Planalto até tentou emplacar Eduardo Braga (PMDB-AM) na cadeira de presidente, nomeando-o líder do governo. Não deu certo.

O outro plano era trabalhar nos bastidores pelo nome do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Mas Lobão não quis deixar a Esplanada. “Ele quer ficar no ministério. Renan e Lobão já conversaram sobre o assunto e meu pai declinou da candidatura em favor do Renan”, conta o senador Lobão Filho (PMDB-MA).
A saída do Executivo foi deixar o jogo correr sozinho. Bom para o indestrutível Renan, acostumado a altos e baixos em sua trajetória.

O gráfico do poder político de Renan sempre se moveu em ritmo de montanha-russa, desde que ele saiu da Assembleia Legislativa de Alagoas para o topo no Congresso.
Quando foi eleito presidente do Senado, em 2005, o peemedebista estava longe de ser uma figura de currículo ilibado.
Pesava em suas costas o passado de braço direito e líder de governo na curta gestão Fernando Collor, em 1990.

Durante o impeachment do ex-presidente alagoano, Renan traiu Collor e ajudou a alimentar as denúncias contra o ex-tesoureiro Paulo César Farias.
A estratégia de desvinculação da imagem funcionou. Em 1998, Renan saiu das páginas dos escândalos e deu a volta por cima ao ser nomeado ministro da Justiça no fim do primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso.
Sua passagem pelo ministério, porém, durou pouco mais de um ano. A saída foi precipitada por conflitos com a cúpula da Polícia Federal.

IEpag35_Renan.jpg

Em 2003, Renan conseguiu se livrar dos antigos estigmas políticos e ganhou espaço no governo Luiz Inácio Lula da Silva, amparado pelo PMDB.
Com a bancada do partido nas mãos, tornou-se líder natural e o principal interlocutor do PMDB no Congresso junto ao governo.
Assim, pavimentou o caminho que o levou até o comando do Legislativo, em 2005.
O tiro que derrubou Renan da presidência do Senado, em 2007, partiu do campo pessoal e ricocheteou nas relações da vida pública.

Ele foi acusado de pagar pensão alimentícia a sua ex-amante Mônica Veloso, com quem teve uma filha, com recursos da empreiteira Mendes Júnior – empresa ativa no mercado de licitações de grandes obras governamentais.

A denúncia de uso do cargo público para favorecimento próprio foi desdobrada em outras. Ao Conselho de Ética do Senado, ele teve que se explicar sobre a utilização de laranjas na compra de empresas de comunicação em Alagoas.
Precisou justificar também o fato de sua família ter vendido a peso de ouro uma fábrica de refrigerantes para uma firma que, meses depois, obteve uma série de benefícios fiscais do governo.

As apurações foram arquivadas na Casa, depois de sua absolvição em plenário, mas se transformaram em dois inquéritos contra o senador. Graças à ajuda de habilidosos advogados, os processos tramitam lentamente no Supremo Tribunal Federal (STF).

Para se esquivar das denúncias que pesam contra ele e ainda carecem de explicação, Renan repete um mantra. Diz ter sido vítima de uma campanha de adversários que usaram “problemas pessoais” para atingi-lo. Por isso, hoje ele prefere manter a discrição. A atuação legislativa é planejada no sentido de evitar estardalhaços.

Renan ajuda a acompanhar projetos de relevância ou de grande importância para o governo, mas evita relatorias de temas de apelo midiático que o obriguem a ter contato frequente com veículos de comunicação. Tomou horror a jornalistas.

Atende todos que o procuram, mas usa a habilidade com as palavras para conversar durante muito tempo sem dizer nada.

“Renan mente em off” tornou-se um bordão nos corredores do Congresso para resumir a rejeição do parlamentar ao contato com a imprensa. Aos mais próximos, Renan tem repetido que está “preparado emocionalmente” para ver ressuscitado seu histórico de escândalos. Para o político alagoano, tudo vale a pena quando a recompensa é a volta ao poder.

05 de janeiro de 2013
Josie Jeronimo, IstoÉ

REPARAÇÃO

 


Reparação é o título do documentário de longa-metragem em High Definition que conta a história de Orlando Lovecchio, vítima de um atentado a bomba praticado pela guerrilha que lutava contra o regime militar no Brasil, em 1968.
 
Orlando perdeu a perna no célebre atentado ao Consulado dos EUA em São Paulo e, ainda hoje, em 2009, luta por justiça: como não é considerado uma vítima da ditadura militar, a aposentadoria que recebe é menor que a do autor do atentado que o vitimou e enterrou para sempre seu sonho de ser piloto de avião.
O episódio envolvendo Orlando e seus desdobramentos tem merecido amplo e constante destaque na imprensa.
 
A partir deste caso, o filme provoca uma reflexão a respeito do período militar, da violência de grupos extremistas ontem e hoje na América Latina, da ditadura cubana que persiste até hoje com o apoio de democratas em todo o continente, além da relação ainda conflituosa existente entre o aparelho repressivo do Estado e os cidadãos comuns.
 
Com depoimentos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do historiador Marco Antonio Villa, do jornalista Demétrio Magnolli, entre outros, Reparação pretende iniciar uma nova discussão sobre o período militar dentro do contexto do Cinema Brasileiro, que até hoje tem falhado por mostrar apenas um lado dos que viveram a época, de uma forma muitas vezes maniqueísta (como se a História pudesse ser resumida a um eterno embate do bem contra o mal).
 
Em uma abordagem franca e sem amarras partidárias ou ideológicas, Reparação comprova sua total independência ao não ter recorrido às verbas públicas para sua realização.
 
Uma prova de que o Cinema Brasileiro pode suscitar o debate com qualidade técnica e total independência estética e de pensamento.
 
05 de janeiro de 2013
in blog do mario fortes

ALÍVIO DE CONSCIÊNCIA

 

Os conhecimentos mais atuais comprovam que os grupos humanos sobreviveram independentes uns dos outros em épocas remotas e em toda parte alcançaram altos níveis de conhecimento. Ainda hoje grupos primitivos convivem à margem de sociedades avançadas. O que pesa na consciência é constatar que em tempo algum deixaram de coexistir ignorantes letrados, explorando primitivos e ignorantes física ou mentalmente escravizados.

A imagem pública dos ignorantes letrados é bem diferente de suas intenções. As decisões políticas de governantes, em âmbito privado e no domínio de informações vitais mantidas em sigilo, lhes tem propiciado o exercício do poder de vida e morte sobre indivíduos ou grupos selecionados. Pra quê? Por quê? São muitas as teorias de poder conspiratório desde tempos remotos.

É possível constatar, aqui e acolá, como os homens investidos de poder aplicam medidas duras em mão única, driblando ou ignorando impunemente as Leis, cumprindo, como vassalos, as ordens emanadas do topo da pirâmide econômica mundial. Razão consciente, lógica, dignidade, respeito à vida, virtudes e valores parecem ter sido extirpados das cogitações políticas.

Para os que buscam compreender o emaranhado de Leis interpretadas segundo interesses dos poderosos, está bem claro que os governantes e seus conselheiros, repetem políticas elaboradas à distância, em laboratórios que guardam informações sobre economia, controle de massas, química, matemáticas, biologia e técnicas avançadas que interferem com a meteorologia, com a vida privada e até com a mente das pessoas.

Assim é que a educação e a informação controlada por uns poucos seguem estritas regras políticas, ditadas por fontes específicas e aplicadas pelos feitores acadêmicos e governantes em âmbito local. O arquétipo universal joga com concepções totalitárias, para incutir a obediência aos padrões que afastam o indivíduo da realidade essencial, distraindo-o, entulhando as mentes com conteúdos contraditórios.

Os banqueiros, em toda parte do mundo, são peritos em apagar contas, em fazer sumir economias e submeter todas as nações. As que reagem de algum modo, são eliminadas do mapa ou obrigadas a obedecer à ditadura internacionalista que elabora todas estas políticas. Por que se restringem as liberdades de escolha e as liberdades individuais? As respostas conduzem à perda de paciência no trato com ignorantes letrados e complacência no trato com ignorantes iletrados.

Nem sempre foi assim. Existem indícios de civilizações anteriores com conhecimento e práticas superiores às que historicamente somos obrigados a engolir como ração cultural. Existem traços arqueológicos do que foi uma explosão nuclear em eras remotas na Índia, mesmo antes de escrita a Epopéia de Gilgamesh, isto é, muito antes da nossa era. O mapeamento do planeta foi feito com exatidão muito antes dos portulanos. Egipcios, como Incas, Maias e Aztecas dominavam conhecimentos astrológicos e tecnologias.

Na mesma linha de raciocínio, o poder já foi exercido em eras remotas, por guias (governantes) com profundo conhecimento de realidades que teimamos em ignorar, encurralados na contra mão da ração de informação distribuída aos que sustentam com o trabalho, desde o mais humilde ao mais intelectual e criativo – que não subsistiria sem a existência do primeiro, mais humilde.

São incontáveis as imagens de artefatos voadores e relatos ancestrais sobre seres, venerados como deuses em todas as culturas. Os estudiosos sabem que pouco sabem sobre a ambientação do mundo em eras antigas. Sabem que conhecemos comprovadamente apenas uma fração decimal do passado. E o fascínio continua, as perguntas que tentam calar estão presentes.

Alcançar o alívio de consciência e a harmonia com o existente que transcende aos sentidos físicos requer aplicação disciplinada e observação constante dos eventos naturais. Requer compreensão dos fatos mantidos em sigilo, que poderiam mudar o relacionamento entre os povos. O alívio de consciência decorre do respeito humano, da razão, do comprometimento ativo e defesa intransigente das Leis Universais.

Os conspiradores continuam em atividade. Pra quê? Para manter a posição no topo da pirâmide. Por quê? Talvez por existir uma pretensa genética de sangue azul. Dizem alguns que são “povo escolhido”, outros que são descendentes de Jesus.

O fato é que a vida é como é e obedece a Leis Eternas, Cósmicas. O mundo interior, particular, único, de cada pessoa, corresponde à consciência da própria estrutura espiritual, administrando o dia a dia.
05 de janeiro de 2013
Arlindo Montenegro é Apicultor.
in alerta total

VAMOS FALAR À EXAUSTÃO. SE POSSÍVEL GRITAR!!!

REPORTAGEM-BOMBA REVELA: ROSE, A AMIGA ÍNTIMA DO LULA, É PODEROSA LOBISTA DE LUXO DOS GOVERNOS DO PT E ATUA EM NEGÓCIOS ATÉ DO BANCO DO BRASIL!
 
ESTRELADA - Rosemary Noronha, fotografada três semanas depois de ser indiciada pela Polícia Federal: batom, brincos, unhas feitas e estrelas vermelhas tatuadas no pulso [Foto: revista Veja]

Não era bem o que parecia. Quando o nome de Rosemary Nóvoa de Noronha veio a público com a deflagração da Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, a amiga íntima do ex-presidente Lula e então chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo não passava de uma “petequeira”. A expressão, cunhada pelo ex-deputado Roberto Jefferson para designar funcionários públicos que se deixam corromper em troca de ninharia, parecia feita para ela. Rose, como é conhecida, foi acusada de integrar uma quadrilha especializada em fraudar pareceres oficiais para beneficiar empresários trambiqueiros. Defendia os interesses dos criminosos no governo e, em contrapartida, tinha despesas pagas por eles - de cirurgia plástica a prestações de carro. A versão da petequeira foi providencialmente adotada pelo PT. Rose, ventilou o partido, agiria apenas na arraia-miúda do governo e sem nenhuma relação com a sigla. Eis uma tese que os fatos vêm insistindo em derrubar.

No mês passado, VEJA revelou que a amiga de Lula usava o cargo para agendar reuniões com ministros de estado: abria as portas, inclusive de gabinetes no Palácio do Planalto, a interesses privados. Agora, descobre-se que sua área de atuação abrangia também setores de orçamentos bilionários, como o Banco do Brasil (BB) e o fundo de pensão de seus funcionários, a Previ. Rose, a petequeira, participou ativamente das negociações de bastidores que definiram a sucessão no comando tanto do BB quanto no da Previ, defendeu pleitos de caciques do PT junto à cúpula do banco e atuou como lobista de luxo de empresários interessados em ter acesso à direção e ao caixa da instituição. Sua agenda de compromissos como chefe do gabinete da Presidência em São Paulo, obtida por VEJA, mostra que, graças à intimidade com o então presidente, a mulher que num passado não muito remoto era uma simples secretária se transformou numa poderosa personagem do governo Lula.
 
 
05 de janeiro de 2013
in aluizio amorim

AMOR CANINO

Faremos uma pequena série sobre as relações entre cães e pessoas. A partir desta, apenas algumas imagens sem texto que só quem ama os animais e principalmente os cães, podem entender.


amor canino

Outra frase que me impressionou é a que diz: “Um cão é a única coisa no planeta Terra que ama você mais do que ele ama a si próprio”.

E C. Goede também escreveu a respeito:

 “Cães e Pessoas. Eles pode entrar em sua vida como bençãos ou lições. Aprendemos coisas de ambos mas, honestamente, os cães tem me ensinado muito mais sobre ser uma pessoa melhor do que as pessoas tem feito”.

Finalizamos com Leonardo Da Vinci:

“Chegará o dia em que os homens conhecerão o íntimo dos animais. A partir desse dia, todo crime contra um animal será considerado crime contra a humanidade.”

Se algum dia você perder tudo, será o dia em que saberá

05 de janeiro de 2013
Marc Albert

SIMUN (1)

 


A empresa picareta (perdão pela redundância), que deve em torno de 150 milhões e vem dando calote há anos em clientes e fornecedores, para quem não lembra, é dirigida pelo marido da Ereni6.

A Anatel também proibiu a fusão entre a empresa e a Nextel, um negócinho de cerca de 1/2 bilhão. Mas em se tratando de brasil petralha, como a Anatel vinha blindando o marido da petralha ex-ministra, o que aparenta ser um simun, pode ser só um ventinho que entrou no negócio, apenas para inglês ver, para tirar da reta o da presidenta.
O pai de um colega de ginásio, mineiro lá das Geraes, tinha uma frase supimpa para isso: Um amigo é potro.

(1) Simun (do francês simoun) ou samiel é um vento quente que sopra do centro da África em direção ao norte. No deserto do Saara, por exemplo, o simum é capaz de provocar grandes tempestades de areia.

Aproveitando o espaço, e para não dizerem que “a gente” tem má vontade apenas contra os petralhas, leio na mesma coluna que o ex-lider senador Mario Couto, do PSDB-PA, que agora é dono de um time de futebol em Salinópolis, conhecido por gastos da verba indenizatória em tapiocas e sorvetes, gastou também, em um único posto de gasolina da cidade, mais de 51 mil reais em 2011, e mais 23 mil, de janeiro a outubro deste ano. Putz, ele deve ter medo de avião e faz a rota Belém-Brasilia duas vezes por semana.

Veja foi lá investigar e descobriu que o dono do posto é filho do deputado estadual Luiz Rebelo. Advinhem de onde é o deputado? PP-PA. Em agosto, a única nota apresentada era de R$ 3.700,00. Pois é, isso reforça meu entendimento que nosso congresso é mesmo um valhacouto.

05 de janeiro de 2013
Magu

PS.

Anhangüera® disse:
Antiskimieskessa: ô Magu, eu sou mineiro e não conheço a expressão. Que significa essa frase?
 
  • magu disse:
    Vou traduzir para o vernáculo, ao contrário do andamento do regionalismo.
    Um amigo é potro…um amigo é po otro…um amigo é para outro…um amigo é para o outro amigo! – Voilá!
  •  

ENCHENTES EM XEREM, E O HELL DE JANEIRO CONTINUA LINDO!



Pelo terceiro ano consecutivo as chuvas trazem mortes, perdas materiais e destruição aos menos favorecidos no estado do Hell de Janeiro.
Assim como na região Serrana em 2010, ou no morro do BUMBA, agora é a vez de Duque de Caxias ficar debaixo d'água.

A grana pelo que parece, some antes de serem feitas as obras para contenção das enchentes.

Mas o povo do Hell de Janeiro reelegeu o Cabral, então tá tudo certo.
 
Faltam médicos em hospitais, balas perdidas continuam fazendo vítimas civis. 7 milhões de dinheiro público jogados fora em shows na praia.

E acima de tudo....O Maracanã, o templo da alienação ludopédica Tupiniquim, está com as obras em dia.
Então...

05 de janeiro de 2013
omascate

LULA, DILMA E OS ANALFABETOS FUNCIONAIS

 


 
05 de janeiro de 2013