Que verdades buscará a comissão que está a ponto de nascer? As mesmas de Hitler? Quem sabe, as de Mussolini? Ou, ainda, as de Stalin. Tristes figuras, alquimistas políticos, capazes de transformar mentiras em verdades absolutas. Faz tempo que eles morreram. Mas, no Brasil, continuam influentes, à esquerda e à direita.
Os três pertenciam ao mesmo time: o totalitário. Contavam com o competente assessoramento de pessoas como Goebbels, para quem a mentira repetida à exaustão se tornaria verdade. Teoria que deu certo enquanto durou, sem antes causar a morte de 45 milhões de pessoas. "Ismo" era o sufixo que os irmanava e, ao mesmo tempo, transformava-os em competidores pela liderança mundial. O fascismo, de extrema direita, aliou-se ao nazismo, de esquerda. Ambos lutaram contra outro "ismo" de esquerda, o comunismo de Stalin. Quem pagou o pato, diga-se de passagem, foram os povos italiano, alemão e russo.
Os fascistas italianos foram simples coadjuvantes dos nazistas. Nunca é demais lembrar que nazista é a corruptela de nacional-socialista, como se auto-intitulam os filiados ao partido que hoje comanda o Brasil. Foram seus homólogos alemães que deram luz ao führer. À leste, Stalin usava métodos semelhantes, mais cruéis ainda, pois, quando o assunto era concentração de poder, não importava se milhões de pessoas fossem sacrificadas, mesmo que fossem do seu próprio povo.
As monarquias absolutistas tinham ficado no passado. Para aquela turma da pesada – Stalin, Hitler e Mussolini – o importante era tornar-se o neo-imperador, dono da vida e da morte dos seus súditos.
Alguém escreveu que "En l monarquias, a l l sita reales – mayormente l sitas y decorativas – l estado los ayuda a mantener su l s. Pero en l república (ah, que gran concepto!) democrática (ah, que peligrosa palavra!)…"
A maior ameaça para a verdade são os mentirosos. Da mesma forma, o grande inimigo da democracia são os falsos democratas. Quando estes chegam ao poder, a primeira vítima é a verdade. Se for preciso, compram-na de uma oposição venal.
Eles sabem, exatamente, onde encontrar as verdades que simulam buscar. Elas deveriam estar em suas consciências, mas não estão. Estão em seus fantasmas, mas o importante é o poder, pelo poder. Por isso, nunca revelarão a verdade que só eles conhecem, da qual deveriam se envergonhar. Escondem-na sob a capa da grande mentira que, seguindo Goebbels, vivem incessantemente a propagar. Jamais confessarão que abandonaram à própria sorte jovens que convenceram a se embrenhar em florestas como a do Araguaia.
Ávidos por indenizações milionárias, hoje são como as antigas famílias imperiais: " l sitas y decorativos, como l famílias reales de l monarquias; l estado los ayuda…" E como os ajuda!
Democracia, que bela palavra! Que perigosa palavra na boca de mentirosos!
General Hamilton Bonnat
Um painel político do momento histórico em que vivem o país e o mundo. Pretende ser um observatório dos principais acontecimentos que dominam o cenário político nacional e internacional, e um canal de denúncias da corrupção e da violência, que afrontam a cidadania. Este não é um blog partidário, visto que partidos não representam idéias, mas interesses de grupos, e servem apenas para encobrir o oportunismo político de bandidos. Não obstante, seguimos o caminho da direita. Semitam rectam.
"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)
"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)
domingo, 25 de setembro de 2011
1.150 LEIS POR DIA PARA INFERNIZAR A NOSSA VIDA
ATENÇÃO, LEITORES! ELES CRIAM 1.150 LEIS POR DIA PARA INFERNIZAR A NOSSA VIDA E NOS TORNAR MAIS IMPRODUTIVOS, MENOS FELIZES, MAIS POBRES E MENOS INTELIGENTES
Na capa da VEJA desta semana, há um brasileiro com cara de poucos amigos e o título: “Não dá mais!” Imagem e texto remetem a uma reportagem de Gabriela Carelli e Alexandre Salvador que trata da fúria legiferante que há no país PARA ATRAPALHAR A VIDA DE QUEM TRABALHA E PRODUZ: NÓS!!! Há um número de estarrecer: nas últimas duas décadas, foram criadas 4,2 milhões de leis, portarias, resoluções etc. Quer fazer a conta, leitor amigo? Foram nada menos de 1.150,68 disposições legais POR DIA — e isso sem descontar sábados, domingos e feriados. Nessa perspectiva, convenham, chega a ser positivo que os nossos parlamentares costumem trabalhar apenas de segunda a quarta… Daqui a pouco, seremos obrigados a pedir que o governo “trabalhe” menos para que nós, as suas vítimas, possamos render mais.
Reproduzo um trecho da reportagem (leia integra na edição imprensa). Volto em seguida:
O Brasil vem acenando o passo com a modernidade em diversas esferas da vida nacional. Existem ilhas de excelência na iniciativa privada e bem-sucedidas experiências de gestão pública em muitos estados da federação. Mas o coração da máquina legal que rege as relações produtivas no Brasil ainda é um aparato pombalino, arcaico, complexo e totalmente inadequado para os desafios propostos aos brasileiros neste século XXI. O Brasil tem leis demais, lavradas em linguagem rebuscada demais, o que deixa dúvida sobre sua interpretação. Essas leis se embaralham acima com artigos da Constituição, que sofre dos mesmos pecados, e abaixo com um cipoal de portarias e resoluções que brotam como erva daninha todos os dias.
O resultado de tantas leis é um emaranhado jurídico que, em vez de promover o funcionamento das instituições, tem o efeito contrário, de provocar o caos, o estado semisselvagem das sociedades sem lei.
Esta reportagem mostra como o excesso de ordenações jurídicas em todos os níveis é um atraso para o Brasil ao entronizar a burocracia como um fim em si mesmo. Não é apenas o excesso de leis que atrapalha, são os absurdos que saem da cabeça do legislador brasileiro. Enquanto isso, leis que realmente ajudariam a fazer do Brasil um país menos pesado para os brasileiros ficam paradas no Congresso Nacional. Alguns exemplos:
- Por que parou a tramitação da lei de transparência que obriga o governo a divulgar a qualquer cidadão informações sobre a execução dos contratos com empresas privadas?
- Por que não se vota logo a lei que determina a discriminação de quanto de imposto cada cidadão está pagando ao comprar um bem - seja uma bisnaga de pão, seja um automóvel?
- E a lei que disciplina as greves no setor público, onde anda?
Há anos as leis acima são empurradas com a barriga nas esferas federais e nunca são aprovadas. Enquanto isso, os textos ruins, pitorescos e absurdos saem como pão quente rumo às páginas dos diários oficiais e, logo, estarão sendo usados para atazanar pessoas, atravancar algum processo produtivo e tirar a eficiência geral da economia.
(…)
Voltei
Não há país desenvolvido como uma legislação que força o atraso. Abrir uma empresa no Brasil é um verdadeiro suplício. Mas o tormento é ainda maior quando se decide fechá-la. Num quadro que ocupa quatro páginas, a reportagem lembra algumas leis absurdas, que misturam estupidez, atraso ideológico e folclorização do subsdesenvolvimento. Cito algumas:
ALERTA CONTRA O CÂNCER NA CUECA E NA CALCINHA
PROJETO DE LEI N° 261, DE 1999
Situação: aguarda votação na Câmara dos Deputados.
O que determina: as calcinhas vendidas no país devem ter etiquetas recomendando exames de detecção de colo de útero, os sutiãs, de câncer de mama, e as cuecas, de câncer de próstata.
O absurdo: um exemplo típico do frenesi legislativo do Congresso, que cria leis que só servem para os deputados mostrarem serviço e atrapalham a vida dos cidadãos. Segundo os profissionais da saúde, a lei das etiquetas seria inútil, já que esse tipo de alerta só surte efeito em grandes campanhas de esclarecimento. Além disso, a lei representaria um enorme ônus para a indústria do vestuário. Uma etiqueta custa em média 30 centavos - incluindo gastos com estocagem, fixação nas roupas e impostos. No Brasil, vende-se hoje, anualmente, mais de l bilhão de peças íntimas. Portanto, a indústria teria de desembolsar 300 milhões de reais extras por ano e o custo, evidentemente, seria repassado ao consumidor.
NOVO PADRÃO DE TOMADAS ELÉTRICAS
RESOLUÇÃO 11, DE 2006, DO CONMETRO
Situação: em vigor.
O que determina: os aparelhos de uso doméstico, fabricados no Brasil ou importados, têm de ser equipados com um novo tipo de plugue, de dois ou três pinos e formato diferente do de qualquer outro no mundo.
O absurdo: o mais simples e eficaz seria adotar o modelo americano, que se espalhou pelo planeta e equipa todos os aparelhos importados. Mas a idéia foi enlouquecer os brasileiros e nos obrigar a usar uma tomada “jabuticaba”, que só existe aqui. A substituição de todas as tomadas de uma casa de tamanho médio custa 400 reais. O terceiro pino, o do fio terra, é inútil em casas antigas sem aterramento. O Inmetro recomenda que se levem os aparelhos antigos a um eletricista para a troca de plugues. Mais chateação.
ENSINO DE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA NAS ESCOLAS
LEI FEDERAL N° 11684, DE 2008
Situação: em vigor.
O que determina: torna obrigatórias as disciplinas de filosofia e sociologia nas três séries do ensino médio em todas as escolas do Brasil.
O absurdo: os brasileiros figuram nas piores colocações em disciplinas como ciência, matemática e leitura, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Alunos. Em vez de empreender um esforço para melhorar o quadro lastimável da educação brasileira, o governo se empenha em tornar obrigatórias disciplinas que, na prática, só vão servir de vetor para aumentar a pregação ideológica de esquerda, que já beira a calamidade nas escolas. Uma das metas do currículo de sociologia no Acre é ensinar os alunos a produzir regimentos internos para sindicatos.
INCENTIVO AO PORTUGUÊS ERRADO
PARÂMETRO CURRICULAR NACIONAL DE 1997, DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
Situação: em vigor.
O que determina: os professores não devem corrigir a maneira de falar dos estudantes.
O absurdo: o documento está ancorado em uma ideologia segundo a qual distinguir o certo do errado no ensino do idioma é “preconceito lingüístico”. Diz o texto: “A escola precisa livrar-se do mito de que existe uma única forma de falar. É descabido treinar o uso formal da língua na sala de aula”. Descabido é formar crianças que serão preteridas no mercado de trabalho por não saber usar corretamente o idioma.
Voltei
Vejam na edição imprensa da revista muitos outros exemplos escandalosos e o mal que isso faz ao país. Aos poucos, movidos por legítima indignação, os brasileiros têm ido às ruas, num movimento ainda tímido e incipiente, para protestar contra a corrupção, que é, sem dúvida, uma espécie de mãe de todos os males. Não há outro caminho a não ser deixar claro aos políticos que as instituições e o aparato legal têm de existir para que possamos viver melhor, com mais dignidade, num ambiente de liberdade, para criar e empreender.
Leiam a reportagem na íntegra. Antes de mais nada, ela serve como um instrumento de educação cívica. Infelizmente, o estado brasileiro e seus agentes parecem determinados a fazer o contrário daquela que é a sua missão. Por isso é preciso que a gente lhes diga: “NÃO, VOCÊS NÃO PODEM!”
Por Reinaldo Azevedo
Na capa da VEJA desta semana, há um brasileiro com cara de poucos amigos e o título: “Não dá mais!” Imagem e texto remetem a uma reportagem de Gabriela Carelli e Alexandre Salvador que trata da fúria legiferante que há no país PARA ATRAPALHAR A VIDA DE QUEM TRABALHA E PRODUZ: NÓS!!! Há um número de estarrecer: nas últimas duas décadas, foram criadas 4,2 milhões de leis, portarias, resoluções etc. Quer fazer a conta, leitor amigo? Foram nada menos de 1.150,68 disposições legais POR DIA — e isso sem descontar sábados, domingos e feriados. Nessa perspectiva, convenham, chega a ser positivo que os nossos parlamentares costumem trabalhar apenas de segunda a quarta… Daqui a pouco, seremos obrigados a pedir que o governo “trabalhe” menos para que nós, as suas vítimas, possamos render mais.
Reproduzo um trecho da reportagem (leia integra na edição imprensa). Volto em seguida:
O Brasil vem acenando o passo com a modernidade em diversas esferas da vida nacional. Existem ilhas de excelência na iniciativa privada e bem-sucedidas experiências de gestão pública em muitos estados da federação. Mas o coração da máquina legal que rege as relações produtivas no Brasil ainda é um aparato pombalino, arcaico, complexo e totalmente inadequado para os desafios propostos aos brasileiros neste século XXI. O Brasil tem leis demais, lavradas em linguagem rebuscada demais, o que deixa dúvida sobre sua interpretação. Essas leis se embaralham acima com artigos da Constituição, que sofre dos mesmos pecados, e abaixo com um cipoal de portarias e resoluções que brotam como erva daninha todos os dias.
O resultado de tantas leis é um emaranhado jurídico que, em vez de promover o funcionamento das instituições, tem o efeito contrário, de provocar o caos, o estado semisselvagem das sociedades sem lei.
Esta reportagem mostra como o excesso de ordenações jurídicas em todos os níveis é um atraso para o Brasil ao entronizar a burocracia como um fim em si mesmo. Não é apenas o excesso de leis que atrapalha, são os absurdos que saem da cabeça do legislador brasileiro. Enquanto isso, leis que realmente ajudariam a fazer do Brasil um país menos pesado para os brasileiros ficam paradas no Congresso Nacional. Alguns exemplos:
- Por que parou a tramitação da lei de transparência que obriga o governo a divulgar a qualquer cidadão informações sobre a execução dos contratos com empresas privadas?
- Por que não se vota logo a lei que determina a discriminação de quanto de imposto cada cidadão está pagando ao comprar um bem - seja uma bisnaga de pão, seja um automóvel?
- E a lei que disciplina as greves no setor público, onde anda?
Há anos as leis acima são empurradas com a barriga nas esferas federais e nunca são aprovadas. Enquanto isso, os textos ruins, pitorescos e absurdos saem como pão quente rumo às páginas dos diários oficiais e, logo, estarão sendo usados para atazanar pessoas, atravancar algum processo produtivo e tirar a eficiência geral da economia.
(…)
Voltei
Não há país desenvolvido como uma legislação que força o atraso. Abrir uma empresa no Brasil é um verdadeiro suplício. Mas o tormento é ainda maior quando se decide fechá-la. Num quadro que ocupa quatro páginas, a reportagem lembra algumas leis absurdas, que misturam estupidez, atraso ideológico e folclorização do subsdesenvolvimento. Cito algumas:
ALERTA CONTRA O CÂNCER NA CUECA E NA CALCINHA
PROJETO DE LEI N° 261, DE 1999
Situação: aguarda votação na Câmara dos Deputados.
O que determina: as calcinhas vendidas no país devem ter etiquetas recomendando exames de detecção de colo de útero, os sutiãs, de câncer de mama, e as cuecas, de câncer de próstata.
O absurdo: um exemplo típico do frenesi legislativo do Congresso, que cria leis que só servem para os deputados mostrarem serviço e atrapalham a vida dos cidadãos. Segundo os profissionais da saúde, a lei das etiquetas seria inútil, já que esse tipo de alerta só surte efeito em grandes campanhas de esclarecimento. Além disso, a lei representaria um enorme ônus para a indústria do vestuário. Uma etiqueta custa em média 30 centavos - incluindo gastos com estocagem, fixação nas roupas e impostos. No Brasil, vende-se hoje, anualmente, mais de l bilhão de peças íntimas. Portanto, a indústria teria de desembolsar 300 milhões de reais extras por ano e o custo, evidentemente, seria repassado ao consumidor.
NOVO PADRÃO DE TOMADAS ELÉTRICAS
RESOLUÇÃO 11, DE 2006, DO CONMETRO
Situação: em vigor.
O que determina: os aparelhos de uso doméstico, fabricados no Brasil ou importados, têm de ser equipados com um novo tipo de plugue, de dois ou três pinos e formato diferente do de qualquer outro no mundo.
O absurdo: o mais simples e eficaz seria adotar o modelo americano, que se espalhou pelo planeta e equipa todos os aparelhos importados. Mas a idéia foi enlouquecer os brasileiros e nos obrigar a usar uma tomada “jabuticaba”, que só existe aqui. A substituição de todas as tomadas de uma casa de tamanho médio custa 400 reais. O terceiro pino, o do fio terra, é inútil em casas antigas sem aterramento. O Inmetro recomenda que se levem os aparelhos antigos a um eletricista para a troca de plugues. Mais chateação.
ENSINO DE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA NAS ESCOLAS
LEI FEDERAL N° 11684, DE 2008
Situação: em vigor.
O que determina: torna obrigatórias as disciplinas de filosofia e sociologia nas três séries do ensino médio em todas as escolas do Brasil.
O absurdo: os brasileiros figuram nas piores colocações em disciplinas como ciência, matemática e leitura, no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Alunos. Em vez de empreender um esforço para melhorar o quadro lastimável da educação brasileira, o governo se empenha em tornar obrigatórias disciplinas que, na prática, só vão servir de vetor para aumentar a pregação ideológica de esquerda, que já beira a calamidade nas escolas. Uma das metas do currículo de sociologia no Acre é ensinar os alunos a produzir regimentos internos para sindicatos.
INCENTIVO AO PORTUGUÊS ERRADO
PARÂMETRO CURRICULAR NACIONAL DE 1997, DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
Situação: em vigor.
O que determina: os professores não devem corrigir a maneira de falar dos estudantes.
O absurdo: o documento está ancorado em uma ideologia segundo a qual distinguir o certo do errado no ensino do idioma é “preconceito lingüístico”. Diz o texto: “A escola precisa livrar-se do mito de que existe uma única forma de falar. É descabido treinar o uso formal da língua na sala de aula”. Descabido é formar crianças que serão preteridas no mercado de trabalho por não saber usar corretamente o idioma.
Voltei
Vejam na edição imprensa da revista muitos outros exemplos escandalosos e o mal que isso faz ao país. Aos poucos, movidos por legítima indignação, os brasileiros têm ido às ruas, num movimento ainda tímido e incipiente, para protestar contra a corrupção, que é, sem dúvida, uma espécie de mãe de todos os males. Não há outro caminho a não ser deixar claro aos políticos que as instituições e o aparato legal têm de existir para que possamos viver melhor, com mais dignidade, num ambiente de liberdade, para criar e empreender.
Leiam a reportagem na íntegra. Antes de mais nada, ela serve como um instrumento de educação cívica. Infelizmente, o estado brasileiro e seus agentes parecem determinados a fazer o contrário daquela que é a sua missão. Por isso é preciso que a gente lhes diga: “NÃO, VOCÊS NÃO PODEM!”
Por Reinaldo Azevedo
DESCOBERTA VALA COM 1700 CORPOS EM TRÍPOLI.
Prisão de Abu Salim, em Trípoli (Foto: François Mori/AP)
Os insurgentes líbios anunciaram a descoberta neste domingo em Trípoli de uma vala comum com 1.270 corpos. Um simpatizante do regime de Muammar Khadafi, detido horas antes, denunciou o local exato da cova. Há suspeita de que os corpos encontrados na fossa poderiam pertencer aos presos da prisão de Abu Salim massacrados pelo regime em 1996.
O chefe do Conselho militar de Trípoli, Abdul Hakim Belhadj, que esteve detido durante anos na prisão de Abu Salim, afirmou que as forças rebeldes estavam coletando informações sobre o local, mas que ainda não havia certeza da existência da vala comum.
A prisão de Abu Salim servia de cárcere para os adversários do regime e era conhecida pela tortura sistemática de presos realizada com diferentes técnicas. A prisão abrigou também presos acusados de pertencer ao Grupo Islâmico Líbio de Combate (GICL). Esse grupo teria fomentado uma rebelião da população carcerária que terminou no massacre de 1996, um dos maiores da história do país. Mais de 1,2 mil pessoas foram assassinadas.
No final de agosto, quando os rebeldes alcançaram o controle de Trípoli, os habitantes próximos a este complexo penitenciário abriram as portas da prisão e liberaram centenas de detidos.
Fonte: Revista Época
DANDO COICE NO ESCURO
NO PAÍS DOS CASCOS DUROS, DOS COICES E RELINCHOS A TECNOLOGIA É ZERO!
Na mão dessa gente de casco duro do PT o Brasil avança no atraso. Incrível não? avançar no atraso! Pois é. Esta é a proeza do PT, como nunca antes neste país. Quando o Brasil começaou a melhorar um pouco com o Plano Real, que sepultou a maior inflação do mundo e criou uma Lei de Responsabilidade Fiscal para impedir que a vagabundagem política gastasse além da arrecadação, a estupidez majoritária dos brasileiros resolveu eleger os cascos duros.
Para se ter uma pequena idéia do atraso científico e tecnológico, anuncia-se, conforme transcrevo após este prólogo, o iPhone 5, enquanto o Brasil continua com a mesma tecnologia de transmissão de dados pré-iPhone 3! A banda larga é a mais estreita do planeta. A rigor, a comparação que se pode fazer é a seguinte: o Brasil usa sinais de fumaça e tambores para se comunicar.
É que os países civilizados e verdadeiramente capitalistas não elegem políticos do casco duro que relincham e dão coices, por isso surfam no que há de mais moderno e veloz no que respeita à internet.
Ainda possuo um iPhone 3 e não me animei em trocar pela versão 4, pois a dita banda larga já era obsoleta quando adquiri o aparelho há mais de um ano. Agora a Apple anuncia o lançamento do iPhone 5! Leiam:
A Apple deve apresentar seu novo modelo de iPhone no próximo dia 4 de outubro.
Quem garante é o site americano especializado em tecnologia All Things Digital. A publicação, que costuma acertar em suas previsões, afirmou que Tim Cook, atual presidente-executivo da Apple, deve subir ao palco para exibir o aparelho – que deverá chegar às lojas algumas semanas depois, de acordo com fontes ouvidas pelo site.
O anúncio terá um significado especial para fãs e investidores da marca. Eles presenciarão, pela primeira vez em anos, um grande lançamento da companhia sem seu criador, Steve Jobs, que deixou o cargo de CEO em agosto. O principal desafio de Cook será atender às expectativas da plateia, que espera, como sempre, ser impressionada pelos lançamentos.
O atual executivo-chefe da companhia, situada em Cupertino, na Califórnia, contará com auxílio de colegas para realizar o anúncio. Entre eles, o vice-presidente sênior de projetos, Phil Schiller, conhecido por compartilhar o palco com Jobs em outras ocasiões.
A exemplo do que acontece com outros produtos da Apple, o lançamento do iPhone 5 tem sido envolto em rumores. A previsão de outubro, contudo, é o único que sobreviveu com o passar dos meses. Um documento vazado pela rede de varejo americana Best Buy há algumas semanas informava que o lançamento se daria no dia 21, data atualizada pela informação desta quarta-feira.
Do site da revista Veja.
GUIDO MANTEGA NA GLOBONEWS
Artigos - Economia
Foi encontrado o limite político. O eleitorado disse não ao financiamento dos desocupados dos países quebrados. Nada impede que esse não seja extensivo aos próprios parasitas autóctones.
Ontem eu vi a entrevista do ministro Guido Mantega dada à GloboNews. O ministro foi enfático ao dizer que a crise da Grécia – e, por extensão, da Europa – depende apenas de vontade política para ser resolvida, faltando apenas que os decisores ponham os recursos necessários para estancar a crise. Atenho-me a esse trecho da entrevista, pois ele revela duas coisas importantes.
Primeiro, que a tecnocracia teria os instrumentos necessários para o combate à crise e a Europa dispusesse dos recursos para tanto. Isso é falso, pois se assim fosse as crises não se sucederiam. Reduzir a crise a tecnicalidades tecnocráticas é algo absurdo, porque esta crise tem um caráter muito mais problemático e sua solução escapa ao arbítrio. A ciência econômica dita convencional não tem meios para superá-la porque está em jogo o modelo de Estado e o modelo político, algo que transcende à ciência econômica.
O segundo ponto é precisamente este, que está colocado o dilema moral profundo. As populações que trabalham e pagam impostos estão se recusando a financiar gente desocupada e parasita. Este primeiro movimento mostra a contradição da proverbial história da formiga e da cigarra. As formigas não querem mais sustentar as vadias cigarras. Não faz sentido para a população alemã pagar a conta da irresponsabilidade de governos outros, como o grego. O sinal vermelho contra a imoralidade expropriatória acendeu. Não há argumento tecnocrático que convença o eleitorado da justeza dessa causa perdida.
Acrescento que esse conflito distributivo está latente no interior das fronteiras nacionais e as eleições recentes mostram que o eleitorado cansou de dar carta branca à social-democracia. Na verdade, a crise é da social-democracia. O modelo se esgotou, em virtude o abuso que a classe política e a tecnocracia fizeram ao longo do tempo. O modelo encontrou sua própria fronteira.
Ele supõe a permanente expansão da carga tributária e dívida pública. Na Europa, ambas estão esgotadas, pois já se encontram na zona de asfixia. Não há solução técnica para o problema.
Da mesma forma, foi encontrado o limite político. O eleitorado disse não ao financiamento dos desocupados dos países quebrados. Nada impede que esse não seja extensivo aos próprios parasitas autóctones. Acho até que isso já está em curso, na medida em que políticos de direita têm obtido crescentes votações. Depois das orgias dos bailouts, uma apoteose da irresponsabilidade tecnocrática, estamos vendo agora o movimento na direção oposta.
Guido Mantega está raciocinando em termos de normalidade e de crises passageiras. Penso que essa é “a crise”, que deverá modificar consideravelmente as forças políticas, o perfil do Estado e o modo de conduzir as políticas econômicas.
Nivaldo Cordeiro, 24 Setembro 2011
Foi encontrado o limite político. O eleitorado disse não ao financiamento dos desocupados dos países quebrados. Nada impede que esse não seja extensivo aos próprios parasitas autóctones.
Ontem eu vi a entrevista do ministro Guido Mantega dada à GloboNews. O ministro foi enfático ao dizer que a crise da Grécia – e, por extensão, da Europa – depende apenas de vontade política para ser resolvida, faltando apenas que os decisores ponham os recursos necessários para estancar a crise. Atenho-me a esse trecho da entrevista, pois ele revela duas coisas importantes.
Primeiro, que a tecnocracia teria os instrumentos necessários para o combate à crise e a Europa dispusesse dos recursos para tanto. Isso é falso, pois se assim fosse as crises não se sucederiam. Reduzir a crise a tecnicalidades tecnocráticas é algo absurdo, porque esta crise tem um caráter muito mais problemático e sua solução escapa ao arbítrio. A ciência econômica dita convencional não tem meios para superá-la porque está em jogo o modelo de Estado e o modelo político, algo que transcende à ciência econômica.
O segundo ponto é precisamente este, que está colocado o dilema moral profundo. As populações que trabalham e pagam impostos estão se recusando a financiar gente desocupada e parasita. Este primeiro movimento mostra a contradição da proverbial história da formiga e da cigarra. As formigas não querem mais sustentar as vadias cigarras. Não faz sentido para a população alemã pagar a conta da irresponsabilidade de governos outros, como o grego. O sinal vermelho contra a imoralidade expropriatória acendeu. Não há argumento tecnocrático que convença o eleitorado da justeza dessa causa perdida.
Acrescento que esse conflito distributivo está latente no interior das fronteiras nacionais e as eleições recentes mostram que o eleitorado cansou de dar carta branca à social-democracia. Na verdade, a crise é da social-democracia. O modelo se esgotou, em virtude o abuso que a classe política e a tecnocracia fizeram ao longo do tempo. O modelo encontrou sua própria fronteira.
Ele supõe a permanente expansão da carga tributária e dívida pública. Na Europa, ambas estão esgotadas, pois já se encontram na zona de asfixia. Não há solução técnica para o problema.
Da mesma forma, foi encontrado o limite político. O eleitorado disse não ao financiamento dos desocupados dos países quebrados. Nada impede que esse não seja extensivo aos próprios parasitas autóctones. Acho até que isso já está em curso, na medida em que políticos de direita têm obtido crescentes votações. Depois das orgias dos bailouts, uma apoteose da irresponsabilidade tecnocrática, estamos vendo agora o movimento na direção oposta.
Guido Mantega está raciocinando em termos de normalidade e de crises passageiras. Penso que essa é “a crise”, que deverá modificar consideravelmente as forças políticas, o perfil do Estado e o modo de conduzir as políticas econômicas.
Nivaldo Cordeiro, 24 Setembro 2011
OS CORREGEDORES DA HISTÓRIA
Artigos - Governo do PT
Quem conhece alguma coisa sobre como a história acontece e sobre a história que se conta há de saber que atribuir a detecção da verdade a um grupo de sete pessoas é expressão de indizível petulância.
O Congresso Nacional se encaminha para aprovar a criação da Comissão da Verdade. Saído do forno da Câmara na última quarta-feira, o projeto segue, agora, para o Senado Federal, de onde rumará para sanção presidencial.
Pelo projeto, caberá à presidente Dilma a tarefa de indicar todos os sete membros da Comissão.
Como é que é? Todos? Sim, todos. Foi-lhe vedado, apenas, nomear quem exerça "cargo no Executivo e em partido, quem não tenha condições de atuar com imparcialidade e quem esteja no exercício de cargo em comissão ou função de confiança".
Esta foi a contribuição do DEM para o projeto. Imagino que o deputado ACM Neto, depois de vê-la aprovada, deve ter ido dormir tranquilo, convencido de que a exigência proposta por ele confere à comissão a dignidade, a isenção e a inteireza do melhor mármore de Carrara. Pois sim!
Barbadinha a tarefa de Dona Dilma. O que mais existe em relação aos episódios a serem apurados é imparcialidade. Vai sobrar gente imparcial na lista dos querendões. Uma vez nomeados pelas mãos todo-poderosas da presidente para uma tarefa árdua e contínua de dois anos, os sete "corregedores" da história, certamente muito bem remunerados, mas sem peias nem gratidões, farão o trabalho com alma, luvas, retortas e cadinhos de cientistas em seu laboratório.
Aliás, quem conhece alguma coisa sobre como a história acontece e sobre a história que se conta há de saber que atribuir a detecção da verdade a um grupo de sete pessoas é expressão de indizível petulância.
Como resultado do trabalho da Comissão, presume-se, haverá verdades decididas por sete a zero e verdades decididas por quatro a três. Em quaisquer escores, contudo, o que emergir será verdade evangélica, obra de redatores ungidos e sagrados, sobre cuja posição nada se poderá arguir sem contrariar o que já está decidido na lei que os nomeou. Qualquer versão diversa será, oficialmente, uma mentira cabeluda.
Ouvi vários pronunciamentos durante a discussão da matéria na Câmara dos Deputados. Quase todos a favor. Ou marcados por aquela moderação benevolente e contida de quem sabe que já ganhou e não quer marola, ou espumando os ódios habituais e ancestrais.
Durante aquela sessão plenária foi posta em marcha, ante e mediante um singular tribunal da história, a canonização de guerrilheiros que, integrando organizações assumidamente comunistas, teriam pegado em armas para lutar até a morte pela democracia. E que, para isso, foram treinados em Cuba, Pequim e Moscou.
O único argumento posto contra quem se atreveu a expor tamanha obviedade foi riso e vaia... Riso e vaia de puro amor à verdade! É o mesmo amor à verdade que inspira tantos e tantos professores - de história e de qualquer outra coisa - em sala de aula, a moldar a história brasileira e universal ao seu gosto, como se fosse um Lego.
Encaixam as peças a gosto e jogam fora as que não agradam. E só por escrever isto e jamais ter negociado meu senso crítico pelo sorriso benevolente de quem quer que seja, eu já me torno um autor politicamente incorreto, como politicamente incorreta estará qualquer perspectiva não canônica dos fatos de 1964 e adjacências.
Reconto o episódio a seguir para quem não o leu num artigo que escrevi em março. Uma senhora foi a Cuba. Senhora de esquerda, do tipo que usa brinco com estrela. Foi cheia de entusiasmo para conhecer a imagem viva de seus afetos ideológicos. O refúgio do companheiro Zé Dirceu. O paraíso caribenho de Lula. A terra do socialismo real.
Quando retornou, a família caiu-lhe em cima com suas curiosidades.
Longos silêncios, muxoxos e frases desconexas eclodiram, depois de alguns dias, neste desabafo restrito ao circuito mais íntimo:
"Tá, aquilo é uma droga. Mas eu não posso ficar dizendo, tá?". Tá, madame. Yo la entiendo. A verdade sobre Cuba fica entre quatro paredes. Agora, vamos cuidar da verdade sobre o Brasil, é isso? Se uma simples militante age assim, o que farão os corregedores da história escolhidos a dedo e lupa por Dona Dilma, aspirante a santa padroeira dos guerrilheiros nacionais?
Percival Puggina, 24 Setembro 2011
OS PIORES NO PODER
Artigos - Governo do PT
Leis ridículas, proibicionismos arbitrários e descabidos, e um Estado agigantado, autoritário e ineficiente.
A visão de que a burocracia estatal pode consertar a sociedade tem trazido consequências nefastas à nação brasileira, como a violação constante das liberdades individuais. É o que Nivaldo Cordeiro comenta em vídeo, citando matéria publicada pela revista Veja.
A revista Veja trouxe matéria de capa mostrando a loucura que é o cipoal jurídico e burocrático que asfixia e inferniza a vida cotidiana dos brasileiros.
É preciso se perguntar como isso tornou-se possível. Os brasileiros delegaram aos seus piores cidadãos a condição de governante e este se acham capazes de tornar a vida perfeita, mediante a burocratização de tudo. O eleitorado é cúmplice por eleger seus próprios algozes.
Nivaldo Cordeiro, 25 Setembro 2011
Leis ridículas, proibicionismos arbitrários e descabidos, e um Estado agigantado, autoritário e ineficiente.
A visão de que a burocracia estatal pode consertar a sociedade tem trazido consequências nefastas à nação brasileira, como a violação constante das liberdades individuais. É o que Nivaldo Cordeiro comenta em vídeo, citando matéria publicada pela revista Veja.
A revista Veja trouxe matéria de capa mostrando a loucura que é o cipoal jurídico e burocrático que asfixia e inferniza a vida cotidiana dos brasileiros.
É preciso se perguntar como isso tornou-se possível. Os brasileiros delegaram aos seus piores cidadãos a condição de governante e este se acham capazes de tornar a vida perfeita, mediante a burocratização de tudo. O eleitorado é cúmplice por eleger seus próprios algozes.
Nivaldo Cordeiro, 25 Setembro 2011
HACKERS ATACAM PETIÇÃO PRÓ-FAMÍLIA
Hackers gayzistas atacam petição pró-família que apoia Julio Severo e outros cristãos
Notícias Faltantes - Perseguição Anticristã
Esta é a "democracia" e a "tolerância" das hordas gayzistas financiadas pelas grandes fundações do globalismo ocidental: calar a voz dos cristãos e de todo aquele que se opor ao projeto de modelagem moral e comportamental que bilionários progressistas almejam impor a todos.
O site ProFamillyFreedom.net, no qual há uma petição pró-família para apoiar a Julio Severo e outros grupos cristãos pró-família sofreu ataque de hackers neste domingo.
A petição foi criada por LifeSiteNews em resposta a uma campanha em massa da organização homo-fascista AllOut, que se gaba de ter mais de 500 mil adeptos.
A campanha de AllOut pressionou o PayPal a bloquear seus serviços para mim e organizações pró-família. O PayPal prontamente cedeu, primeiramente bloqueando minha conta, efetivamente me impedindo de receber doações voluntárias de amigos.
Agora, para garantir que uma campanha pró-família positiva pressione o PayPal na direção certa, hackers homossexuais atacaram o site da petição pró-família.
Ao que tudo indica, outras pessoas que querem ajudar também estão sob ataque. Don Hank, dono do site americano Laigle’s Forum, teve sua conta de e-mail MSN de acesso pago bloqueada depois de distribuir mensagens sobre o PayPal e sua injusta escolha de participar do ataque de AllOut contra mim.
Além disso, AllOut, que é uma organização que recebe grandes financiamentos, está ativamente coletando assinaturas para sua petição para pressionar o Congresso do Brasil a aprovar leis anti-“homofobia”. Provavelmente, AllOut está trabalhando em parceria com grupos homossexuais do Brasil, que o informaram acerca de mim e minhas atividades contra a agenda gay, inclusive meu livro “O Movimento Homossexual”, publicado originalmente pela Editora Betânia e agora disponível gratuitamente como e-book aqui.
Por quase dez anos, ativistas homossexuais estão ativamente hackeando sites que publicam artigos escritos por mim. Sites que me defendem também são atacados.
Tudo o que posso pensar é que vozes proféticas pagam um alto preço. Pergunte a João Batista. Ou pergunte às duas testemunhas de Apocalipse 11. Todos eles foram perseguidos por seu chamado profético, e todos eles foram abençoados pelas palavras de Jesus:
“Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.” (Mateus 5:10-12 ACF)
Julio Severo, 25 Setembro 2011
Notícias Faltantes - Perseguição Anticristã
Esta é a "democracia" e a "tolerância" das hordas gayzistas financiadas pelas grandes fundações do globalismo ocidental: calar a voz dos cristãos e de todo aquele que se opor ao projeto de modelagem moral e comportamental que bilionários progressistas almejam impor a todos.
O site ProFamillyFreedom.net, no qual há uma petição pró-família para apoiar a Julio Severo e outros grupos cristãos pró-família sofreu ataque de hackers neste domingo.
A petição foi criada por LifeSiteNews em resposta a uma campanha em massa da organização homo-fascista AllOut, que se gaba de ter mais de 500 mil adeptos.
A campanha de AllOut pressionou o PayPal a bloquear seus serviços para mim e organizações pró-família. O PayPal prontamente cedeu, primeiramente bloqueando minha conta, efetivamente me impedindo de receber doações voluntárias de amigos.
Agora, para garantir que uma campanha pró-família positiva pressione o PayPal na direção certa, hackers homossexuais atacaram o site da petição pró-família.
Ao que tudo indica, outras pessoas que querem ajudar também estão sob ataque. Don Hank, dono do site americano Laigle’s Forum, teve sua conta de e-mail MSN de acesso pago bloqueada depois de distribuir mensagens sobre o PayPal e sua injusta escolha de participar do ataque de AllOut contra mim.
Além disso, AllOut, que é uma organização que recebe grandes financiamentos, está ativamente coletando assinaturas para sua petição para pressionar o Congresso do Brasil a aprovar leis anti-“homofobia”. Provavelmente, AllOut está trabalhando em parceria com grupos homossexuais do Brasil, que o informaram acerca de mim e minhas atividades contra a agenda gay, inclusive meu livro “O Movimento Homossexual”, publicado originalmente pela Editora Betânia e agora disponível gratuitamente como e-book aqui.
Por quase dez anos, ativistas homossexuais estão ativamente hackeando sites que publicam artigos escritos por mim. Sites que me defendem também são atacados.
Tudo o que posso pensar é que vozes proféticas pagam um alto preço. Pergunte a João Batista. Ou pergunte às duas testemunhas de Apocalipse 11. Todos eles foram perseguidos por seu chamado profético, e todos eles foram abençoados pelas palavras de Jesus:
“Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.” (Mateus 5:10-12 ACF)
Julio Severo, 25 Setembro 2011
OS ILLUMINATI
NOVA ORDEM MUNDIAL
A Nova Ordem Mundial (NOM) é uma teoria conspiratória, na qual um grupo poderoso e secreto está planejando dominar o mundo através de um governo mundial único.
A Nova Ordem Mundial seria um plano com o objetivo de derrubar governos de todo o mundo, bem como erradicar em todo o mundo todas as religiões e crenças, para unificar a humanidade sob uma “nova ordem”, que seria baseada em uma ideologia extremamente uniforme, uma moeda única e uma religião universal.
Nesta teoria, ocorrências significativas são ditas, que são causadas por um grupo extremamente poderoso e secreto ou de vários grupos interligados. Acontecimentos históricos e atuais são vistos como passos de um curso planejado para governar o mundo principalmente através de uma combinação de políticas financeiras, corrupção política, engenharia social, controle mental, e o medo à base da propaganda (cultura do medo).
Uma das variantes da moderna teoria conspiratória da Nova Ordem Mundial seria um plano concebido por Adam Weishaupt, fundador dos Illuminati, que segundo os teóricos ainda existe e continua a perseguir a implementação desta nova ordem. O chamado "processo de globalização" iniciado em finais do século XX a nível mundial, seria uma das muitas facetas do estabelecimento progressivo dessa nova ordem.
A teoria de Conspiração da Nova Ordem Mundial pode ser apresentada por qualquer pessoa, ou grupo de pessoas que temem a perda da sua liberdade ideológica e liberdades religiosas, sejam eles da extrema-direita ou de extrema-esquerda, bem como por cristãos fundamentalistas, grupos de conservadores e liberais.
Essa Teoria conspiratória do final do século XX e início do século XXI permitiu a fusão de muitas ideias que tem aberto a mente das pessoas sobre a natureza da conspiração da Nova Ordem Mundial e da identidade dos seus conspiradores que existem desde a antiguidade.
Alegados sinais de uma conspiração
Proponentes da teoria oferecem diversas observações que eles consideram como sendo de apoio à teoria:
Teóricos da conspiração afirmam que existem símbolos judaico-maçônicos no Grande Selo dos EUA.
O 'Olho da Providência' flutuando acima de uma pirâmide inacabada no verso do Grande Selo dos Estados Unidos. Influência dos Illuminati?.
O Olho da Providência (Olho que tudo vê) suposto símbolo dos Illuminati na nota de um dólar.
Eles apontam para diversos sinais e símbolos maçônicos que se encontram embutidos nos murais no Aeroporto Internacional de Denver ou esculpidos em edifícios públicos (particularmente em Washington DC) ; símbolos supostamente dos Illuminati incorporados no Grande Selo dos Estados Unidos com as palavras “Novus Ordo Seclorum” que em latim significa "nova ordem dos séculos”, ou que foi impresso na nota de um dólar americano a partir de 1935 pelo secretário do Tesouro dos EUA, Henry Morgenthau Jr., sob demanda do então Secretário de Agricultura e futuro Vice-presidente dos Estados Unidos, Henry A. Wallace, sob a influência de Nicholas Roerich. Alguns veem pentagramas e outras formas supostamente ocultas concebidas no planejamentos de cidades.
Alegam que os sinais e os símbolos têm sido encontrados em templos Mórmons da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, e sobre a roupa de vários clérigos. Os Cavaleiros de Colombo e da Ordem Soberana e Militar de Malta, como na Maçonaria, utilizam muitos desses rituais e símbolos complexos.
Os defensores desta teoria afirmam que algumas pessoas fazem parte da conspiração. A maioria das famílias proeminentes, tais como os Rothschild, os Rockefeller (a família de banqueiros que comandam o mundo), a família Bush, os Morgan, os Warburg e os Du Pont, monarcas europeus e da família real saudita, o Vaticano e os sionistas estão alegadamente entre os importantes membros. Alguns modernos papas e membros hierarquia da Igreja Católica Romana são também citados e estariam a desempenhar um papel e têm utilizado a expressão Nova Ordem Mundial, em seus discursos: João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II, e Bento XVI.
Os defensores desta teoria afirmam que muitas organizações internacionais como o Banco Mundial, o FMI, a União Europeia, as Nações Unidas e a OTAN são fundamentais para as organizações da NOM.
Presidentes e primeiros-ministros de nações também estão incluídos na teoria. Uma versão alternativa da teoria da Nova Ordem Mundial afirma que essas famílias e as pessoas estão todas relacionadas à mesma linhagem de sangue.
Seguidores da teoria da NOM incluem os seguintes grupos suspeitos, de tentar criar uma nova ordem mundial, estes grupos são vistos como parte da frente organização (ões):
Comissão Trilateral, Conferência Bilderberg, Council on Foreign Relations, Clube de Roma, Nações Unidas, Projeto para o Novo Século Americano, Federal Reserve Bank, Maçonaria, G8, Caveira e Ossos, Ordem de Malta, CIA.
(wikipédia)
A Nova Ordem Mundial (NOM) é uma teoria conspiratória, na qual um grupo poderoso e secreto está planejando dominar o mundo através de um governo mundial único.
A Nova Ordem Mundial seria um plano com o objetivo de derrubar governos de todo o mundo, bem como erradicar em todo o mundo todas as religiões e crenças, para unificar a humanidade sob uma “nova ordem”, que seria baseada em uma ideologia extremamente uniforme, uma moeda única e uma religião universal.
Nesta teoria, ocorrências significativas são ditas, que são causadas por um grupo extremamente poderoso e secreto ou de vários grupos interligados. Acontecimentos históricos e atuais são vistos como passos de um curso planejado para governar o mundo principalmente através de uma combinação de políticas financeiras, corrupção política, engenharia social, controle mental, e o medo à base da propaganda (cultura do medo).
Uma das variantes da moderna teoria conspiratória da Nova Ordem Mundial seria um plano concebido por Adam Weishaupt, fundador dos Illuminati, que segundo os teóricos ainda existe e continua a perseguir a implementação desta nova ordem. O chamado "processo de globalização" iniciado em finais do século XX a nível mundial, seria uma das muitas facetas do estabelecimento progressivo dessa nova ordem.
A teoria de Conspiração da Nova Ordem Mundial pode ser apresentada por qualquer pessoa, ou grupo de pessoas que temem a perda da sua liberdade ideológica e liberdades religiosas, sejam eles da extrema-direita ou de extrema-esquerda, bem como por cristãos fundamentalistas, grupos de conservadores e liberais.
Essa Teoria conspiratória do final do século XX e início do século XXI permitiu a fusão de muitas ideias que tem aberto a mente das pessoas sobre a natureza da conspiração da Nova Ordem Mundial e da identidade dos seus conspiradores que existem desde a antiguidade.
Alegados sinais de uma conspiração
Proponentes da teoria oferecem diversas observações que eles consideram como sendo de apoio à teoria:
Teóricos da conspiração afirmam que existem símbolos judaico-maçônicos no Grande Selo dos EUA.
O 'Olho da Providência' flutuando acima de uma pirâmide inacabada no verso do Grande Selo dos Estados Unidos. Influência dos Illuminati?.
O Olho da Providência (Olho que tudo vê) suposto símbolo dos Illuminati na nota de um dólar.
Eles apontam para diversos sinais e símbolos maçônicos que se encontram embutidos nos murais no Aeroporto Internacional de Denver ou esculpidos em edifícios públicos (particularmente em Washington DC) ; símbolos supostamente dos Illuminati incorporados no Grande Selo dos Estados Unidos com as palavras “Novus Ordo Seclorum” que em latim significa "nova ordem dos séculos”, ou que foi impresso na nota de um dólar americano a partir de 1935 pelo secretário do Tesouro dos EUA, Henry Morgenthau Jr., sob demanda do então Secretário de Agricultura e futuro Vice-presidente dos Estados Unidos, Henry A. Wallace, sob a influência de Nicholas Roerich. Alguns veem pentagramas e outras formas supostamente ocultas concebidas no planejamentos de cidades.
Alegam que os sinais e os símbolos têm sido encontrados em templos Mórmons da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, e sobre a roupa de vários clérigos. Os Cavaleiros de Colombo e da Ordem Soberana e Militar de Malta, como na Maçonaria, utilizam muitos desses rituais e símbolos complexos.
Os defensores desta teoria afirmam que algumas pessoas fazem parte da conspiração. A maioria das famílias proeminentes, tais como os Rothschild, os Rockefeller (a família de banqueiros que comandam o mundo), a família Bush, os Morgan, os Warburg e os Du Pont, monarcas europeus e da família real saudita, o Vaticano e os sionistas estão alegadamente entre os importantes membros. Alguns modernos papas e membros hierarquia da Igreja Católica Romana são também citados e estariam a desempenhar um papel e têm utilizado a expressão Nova Ordem Mundial, em seus discursos: João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II, e Bento XVI.
Os defensores desta teoria afirmam que muitas organizações internacionais como o Banco Mundial, o FMI, a União Europeia, as Nações Unidas e a OTAN são fundamentais para as organizações da NOM.
Presidentes e primeiros-ministros de nações também estão incluídos na teoria. Uma versão alternativa da teoria da Nova Ordem Mundial afirma que essas famílias e as pessoas estão todas relacionadas à mesma linhagem de sangue.
Seguidores da teoria da NOM incluem os seguintes grupos suspeitos, de tentar criar uma nova ordem mundial, estes grupos são vistos como parte da frente organização (ões):
Comissão Trilateral, Conferência Bilderberg, Council on Foreign Relations, Clube de Roma, Nações Unidas, Projeto para o Novo Século Americano, Federal Reserve Bank, Maçonaria, G8, Caveira e Ossos, Ordem de Malta, CIA.
(wikipédia)
sábado, 24 de setembro de 2011
NACIONAL-DESENVOLVIMENTO
O governo Dilma tem deixado cada vez mais claro seu viés ideológico nas últimas medidas econômicas. Trata-se de uma ideologia antiga, cuja essência se traduz pela inabalável fé na capacidade do próprio governo agir como locomotiva do crescimento econômico. O corolário desta crença é uma profunda desconfiança do livre funcionamento dos mercados.
Durante o governo Lula esta característica já era bastante visível, especialmente após a crise de 2008, que deu a oportunidade para que o governo avançasse com seus tentáculos sobre a economia. Calhou com a véspera das eleições, e o então presidente Lula juntou a fome com a vontade de comer. O BNDES foi o grande instrumento desta política expansionista do Estado, assim como os gastos públicos.
Bastou o agravamento da crise mundial desta vez para que o governo Dilma partisse com mais ferocidade ainda nesta direção. O Banco Central, que no Brasil ainda não é independente, tomou a ousada medida de reduzir a taxa básica de juros de forma inesperada, mesmo com uma inflação rodando acima de 7%, e sem perspectiva para grande arrefecimento. Foi um tiro no escuro, representando perigosa mudança de postura.
Um Banco Central independente com claras metas de inflação é importante como guardião da moeda, justamente porque sempre há o risco de ele ser capturado pelos interesses momentâneos do governo. Quando isto ocorre, a maior sacrificada acaba sendo a responsabilidade monetária, e aquele que controla o poder de emissão da moeda se transforma num caixa automático do governo, permitindo maiores gastos públicos por meio do pior imposto de todos, pois disfarçado e prejudicial aos mais pobres: o inflacionário.
Após este fundamental pilar da estabilidade ser gravemente abalado, o governo Dilma ainda sacudiu com força outro pilar crucial: o livre comércio. É verdade que o Brasil já não era uma das economias mais abertas do mundo. Basta comparar as taxas médias aduaneiras que praticamos com aquela de países mais abertos. Mas a direção era de maior abertura. Até o governo resolver atender ao lobby das grandes montadoras nacionais e subir drasticamente os impostos sobre carros importados.
Esta decisão absurda pode desencadear uma guerra comercial, o pesadelo de qualquer economia. Basta refletir sobre a ótica militar para compreender isso: quando um país entra em guerra com outro, um dos primeiros alvos é justamente o acesso do inimigo aos produtos importados, ou seja, fechar o livre fluxo comercial. Aquilo que inimigos fazem durante uma guerra é feito pelo nosso próprio governo, em tempos de paz. Trata-se de um tiro certeiro nos consumidores, sob o manto da proteção aos empregos nacionais.
Nenhum brasileiro com mais de 30 anos pode ignorar os efeitos maléficos desta medida. Basta se lembrar da fatídica “Lei da Informática”, aquela que criou enormes obstáculos ao progresso nacional ao obrigar todos a consumir máquinas obsoletas. Ou então o próprio setor automotivo antes da abertura realizada pelo governo Collor, quando éramos forçados a pagar preço de Mercedes por verdadeiras carroças.
O protecionismo comercial sempre foi uma bandeira dos nacional-desenvolvimentistas, que já atenderam pelo nome de mercantilistas no passado. Ocorre que suas falácias econômicas já foram devidamente refutadas desde o século XVIII, por Adam Smith, ou pelo economista francês Bastiat no século seguinte. Em outras palavras, trata-se de uma ideologia antiga e ultrapassada, que sempre trouxe atraso onde foi implementada.
Quando o governo Dilma argumenta que pretende proteger o emprego local com tais tarifas, ele está ignorando que a contrapartida é um gasto maior dos consumidores. Este gasto extra é o que Bastiat chamou de “aquilo que não se vê”, ou seja, o custo de oportunidade derivado do aparente benefício imediato. Um simples exemplo resume a falácia: se, enquanto consumidores, compramos o mesmo tipo de carro pagando menos, parece evidente que esta economia irá para outros setores, seja no consumo de outros bens, seja como poupança para investimentos.
O governo Dilma resolveu mostrar sua face verdadeira. Ninguém consegue sustentar uma máscara por tempo demais. E esta face agora exposta tem rugas que datam do século XVIII. O governo está derrubando, um a um, os mais importantes pilares de uma economia. Os gastos públicos cresceram demais e, até agora, nada além de pura retórica indica que vão cair na magnitude necessária.
Em vez de fazer o dever de casa, cortar gastos e encaminhar reformas estruturais ao Congresso, o governo Dilma escolhe uma perigosa rota de fuga. Permite mais inflação derrubando os juros na marra, fornece crédito subsidiado pelo BNDES a grandes grupos nacionais, e ainda cria barreiras protecionistas que afetam todos os consumidores. São, em sua essência, os principais pontos do manual nacional-desenvolvimentista, o velho e fracassado mercantilismo. É lamentável ver que uma presidente economista ainda acredita nestas tolas receitas. O custo será alto para o país.
Rodrigo Constantino
Durante o governo Lula esta característica já era bastante visível, especialmente após a crise de 2008, que deu a oportunidade para que o governo avançasse com seus tentáculos sobre a economia. Calhou com a véspera das eleições, e o então presidente Lula juntou a fome com a vontade de comer. O BNDES foi o grande instrumento desta política expansionista do Estado, assim como os gastos públicos.
Bastou o agravamento da crise mundial desta vez para que o governo Dilma partisse com mais ferocidade ainda nesta direção. O Banco Central, que no Brasil ainda não é independente, tomou a ousada medida de reduzir a taxa básica de juros de forma inesperada, mesmo com uma inflação rodando acima de 7%, e sem perspectiva para grande arrefecimento. Foi um tiro no escuro, representando perigosa mudança de postura.
Um Banco Central independente com claras metas de inflação é importante como guardião da moeda, justamente porque sempre há o risco de ele ser capturado pelos interesses momentâneos do governo. Quando isto ocorre, a maior sacrificada acaba sendo a responsabilidade monetária, e aquele que controla o poder de emissão da moeda se transforma num caixa automático do governo, permitindo maiores gastos públicos por meio do pior imposto de todos, pois disfarçado e prejudicial aos mais pobres: o inflacionário.
Após este fundamental pilar da estabilidade ser gravemente abalado, o governo Dilma ainda sacudiu com força outro pilar crucial: o livre comércio. É verdade que o Brasil já não era uma das economias mais abertas do mundo. Basta comparar as taxas médias aduaneiras que praticamos com aquela de países mais abertos. Mas a direção era de maior abertura. Até o governo resolver atender ao lobby das grandes montadoras nacionais e subir drasticamente os impostos sobre carros importados.
Esta decisão absurda pode desencadear uma guerra comercial, o pesadelo de qualquer economia. Basta refletir sobre a ótica militar para compreender isso: quando um país entra em guerra com outro, um dos primeiros alvos é justamente o acesso do inimigo aos produtos importados, ou seja, fechar o livre fluxo comercial. Aquilo que inimigos fazem durante uma guerra é feito pelo nosso próprio governo, em tempos de paz. Trata-se de um tiro certeiro nos consumidores, sob o manto da proteção aos empregos nacionais.
Nenhum brasileiro com mais de 30 anos pode ignorar os efeitos maléficos desta medida. Basta se lembrar da fatídica “Lei da Informática”, aquela que criou enormes obstáculos ao progresso nacional ao obrigar todos a consumir máquinas obsoletas. Ou então o próprio setor automotivo antes da abertura realizada pelo governo Collor, quando éramos forçados a pagar preço de Mercedes por verdadeiras carroças.
O protecionismo comercial sempre foi uma bandeira dos nacional-desenvolvimentistas, que já atenderam pelo nome de mercantilistas no passado. Ocorre que suas falácias econômicas já foram devidamente refutadas desde o século XVIII, por Adam Smith, ou pelo economista francês Bastiat no século seguinte. Em outras palavras, trata-se de uma ideologia antiga e ultrapassada, que sempre trouxe atraso onde foi implementada.
Quando o governo Dilma argumenta que pretende proteger o emprego local com tais tarifas, ele está ignorando que a contrapartida é um gasto maior dos consumidores. Este gasto extra é o que Bastiat chamou de “aquilo que não se vê”, ou seja, o custo de oportunidade derivado do aparente benefício imediato. Um simples exemplo resume a falácia: se, enquanto consumidores, compramos o mesmo tipo de carro pagando menos, parece evidente que esta economia irá para outros setores, seja no consumo de outros bens, seja como poupança para investimentos.
O governo Dilma resolveu mostrar sua face verdadeira. Ninguém consegue sustentar uma máscara por tempo demais. E esta face agora exposta tem rugas que datam do século XVIII. O governo está derrubando, um a um, os mais importantes pilares de uma economia. Os gastos públicos cresceram demais e, até agora, nada além de pura retórica indica que vão cair na magnitude necessária.
Em vez de fazer o dever de casa, cortar gastos e encaminhar reformas estruturais ao Congresso, o governo Dilma escolhe uma perigosa rota de fuga. Permite mais inflação derrubando os juros na marra, fornece crédito subsidiado pelo BNDES a grandes grupos nacionais, e ainda cria barreiras protecionistas que afetam todos os consumidores. São, em sua essência, os principais pontos do manual nacional-desenvolvimentista, o velho e fracassado mercantilismo. É lamentável ver que uma presidente economista ainda acredita nestas tolas receitas. O custo será alto para o país.
Rodrigo Constantino
MIMETISMO CORRUPTO
Pois,
Nosso povo é como camaleão, mas o camaleão tem apenas o mimetismo da cor, nossos compatriotas da índole.
O mimetismo da índole, elege corruptos, e dignifica o "rouba mas faz".
Maluf, Collor, sarney, são exemplos bizarros de reeleitos.
Há os babacas que sustentam programas de televisão tipos "reality shows" como BBB, A FAZENDA, com simplórios SMSs, ou telefonemas, de custo irrisório, 0,90 centavos, onde as geradoras do programas faturam entre 3 e 10 milhões de reais por semana, já retirados os impostos e os custos das operadoras. No decurso de 12 a 14 semanas são 100 milhões de reais.
A cada 4 meses poderíamos premiar 100 mil pobres brasileiros com 1000 reais, ou distribuir 50 mil cestas básicas por semana.
O povo disfarça sua índole corrupta, votando e debatendo esse tipo de roubo oficializado.
Nosso pobre gasta 80 reais de impostos numa cesta básica, e paga um imposto renda, nas loterias oficiais e clandestinas em busca da sorte,num país em que o jogo é proibido.
Enquanto em Hollywood, filmes e seriados são feitos com patrocínio privado, incluindo-se aqui grandes peças da Broadway, nosso povo esquece que impostos que deveriam financiar saúde e educação são desviados para, filmes de péssima qualidade e shows teatrais ou musicais, tudo patrocinado com dinheiro público. O governo paga o show e os marajás empresários ficam com o lucro.
Os petistas , pulhas culturais chama a mídia de PIG, e não é que eles tem razões incontestáveis.
O patrocínio de jornais e novelas em horário nobre é da CEF, do Banco do Brasil, da Petrobrás, dos Correios, chega-se ao cúmulo de horários de propaganda de partidos políticos, claro que evidentemente gratuitos, e pagos com recursos do erário publico.
O PIG não é GOLPISTA é GOVERNISTA, politiqueiro, sórdido e corrupto.
O reality show da vida é quem vai ser atendido na fila do SUS, e quem vai ser mandado de volta ao pó da terra.
Quem será o próximo a morrer na saidinha de banco, nos campus universitários, ou atropelados por cafajestes nas calçadas da vida.
Os nossos políticos também fazem outro tipo de reality show, apartado do povo, que transformam seus votos em SMSs corruptos.
Adoram pilantras, amam artistas que são ralés humanas no mundo das drogas, idolatram analfabetos funcionais tiriricamente os elegem.
Novamente relembro fatos do mês de agosto que marcaram nossa história.
Getúlio suicidou envergonhado pela corrupção.
Jânio renunciou ou morria.
Bebidas, telefones e cigarros arrecadam 300 milhões de reais em impostos por dia, alguém já imaginou para onde vai tanto dinheiro?
bom dia
Postado por VSROCCHA
Nosso povo é como camaleão, mas o camaleão tem apenas o mimetismo da cor, nossos compatriotas da índole.
O mimetismo da índole, elege corruptos, e dignifica o "rouba mas faz".
Maluf, Collor, sarney, são exemplos bizarros de reeleitos.
Há os babacas que sustentam programas de televisão tipos "reality shows" como BBB, A FAZENDA, com simplórios SMSs, ou telefonemas, de custo irrisório, 0,90 centavos, onde as geradoras do programas faturam entre 3 e 10 milhões de reais por semana, já retirados os impostos e os custos das operadoras. No decurso de 12 a 14 semanas são 100 milhões de reais.
A cada 4 meses poderíamos premiar 100 mil pobres brasileiros com 1000 reais, ou distribuir 50 mil cestas básicas por semana.
O povo disfarça sua índole corrupta, votando e debatendo esse tipo de roubo oficializado.
Nosso pobre gasta 80 reais de impostos numa cesta básica, e paga um imposto renda, nas loterias oficiais e clandestinas em busca da sorte,num país em que o jogo é proibido.
Enquanto em Hollywood, filmes e seriados são feitos com patrocínio privado, incluindo-se aqui grandes peças da Broadway, nosso povo esquece que impostos que deveriam financiar saúde e educação são desviados para, filmes de péssima qualidade e shows teatrais ou musicais, tudo patrocinado com dinheiro público. O governo paga o show e os marajás empresários ficam com o lucro.
Os petistas , pulhas culturais chama a mídia de PIG, e não é que eles tem razões incontestáveis.
O patrocínio de jornais e novelas em horário nobre é da CEF, do Banco do Brasil, da Petrobrás, dos Correios, chega-se ao cúmulo de horários de propaganda de partidos políticos, claro que evidentemente gratuitos, e pagos com recursos do erário publico.
O PIG não é GOLPISTA é GOVERNISTA, politiqueiro, sórdido e corrupto.
O reality show da vida é quem vai ser atendido na fila do SUS, e quem vai ser mandado de volta ao pó da terra.
Quem será o próximo a morrer na saidinha de banco, nos campus universitários, ou atropelados por cafajestes nas calçadas da vida.
Os nossos políticos também fazem outro tipo de reality show, apartado do povo, que transformam seus votos em SMSs corruptos.
Adoram pilantras, amam artistas que são ralés humanas no mundo das drogas, idolatram analfabetos funcionais tiriricamente os elegem.
Novamente relembro fatos do mês de agosto que marcaram nossa história.
Getúlio suicidou envergonhado pela corrupção.
Jânio renunciou ou morria.
Bebidas, telefones e cigarros arrecadam 300 milhões de reais em impostos por dia, alguém já imaginou para onde vai tanto dinheiro?
bom dia
Postado por VSROCCHA
DILMA FAZ O QUE LULA QUERIA
Continuamos precisando de algo como um novo Plano Real, para derrubar juros e impostos de forma duradoura
Lula presidente não perdia a oportunidade de apresentar seu governo como o introdutor de tudo de bom que acontecia no país. Mas, enquanto atacava a herança maldita de FHC, mantinha intacto o tripé da política econômica herdada, o regime de metas de inflação com Banco Central independente, câmbio flutuante e superávit primário nas contas públicas.
A presidente Dilma está fazendo o contrário. Elogiou FHC pela estabilização do Real, diz que as bases macroeconômicas estão mantidas, mas na prática vai lentamente desmontando o tripé (ou flexibilizando, se quiserem).
Em comum, a mesma atitude: falar uma coisa e fazer outra.
Só que com os sinais trocados.
Alguns analistas entendem isso como uma manifestação de independência que Dilma estaria tomando em relação à herança lulista.
Errado.
Dilma está fazendo na política econômica o que Lula gostaria de ter feito há muito tempo. E que começou a fazer nos dois últimos anos de seu governo.
Com o (bom) pretexto de combater a crise internacional de 2008/09, Lula colocou de lado a contenção do gasto público e aumentou as despesas de várias maneiras, mantendo-as em expansão mesmo quando as coisas se acalmaram. Mais do que isso, recuperou o discurso de que gastar é sempre bom e que sempre é possível aumentar os impostos.
No ano passado, eleitoral, Lula finalmente conseguiu dobrar o Banco Central de Henrique Meirelles, levando a instituição a suspender a alta de juros para não atrapalhar a campanha de Dilma.
Lembrem-se: para fazer aquilo o BC construiu um cenário de queda de inflação que gerou muita desconfiança na ocasião e que não se materializou.
Veio, então, o BC de Dilma, com Alexandre Tombini na presidência, que começou subindo juros, diante da evidência de uma inflação em alta.
Mas logo deu um cavalo de pau e começou a reduzir a taxa, surpreendendo mesmo os analistas mais afinados com os argumentos oficiais.
Foi uma virada semelhante à de 2010 e com o mesmo conteúdo político de enquadrar-se na linha explicitada pelo governo.
O câmbio flutuante foi flexibilizado de diversas maneiras. E o superávit primário tem sido obtido até aqui graças a uma arrecadação excepcionalmente elevada. Os gastos governamentais continuam em alta e se programa mais elevação no ano que vem.
A volta do protecionismo explícito - como, por exemplo, a elevação abrupta do imposto sobre carros importados - é mais um dado a indicar que a presidente Dilma move sua política econômica na direção do chamado "desenvolvimentismo", com forte intervenção do governo, gastos públicos subindo, subsídios e proteção para determinados setores, os amigos da casa, e tolerância com a inflação.
O economista Mario Cimoli, diretor da Cepal, desenvolvimentista, disse uma vez que a melhor política econômica para a América Latina seria uma combinação brasileiro-argentina.
Do Brasil, a política industrial com seu braço principal, o BNDES.
Da Argentina, a política monetária e cambial, com juro baixo, moeda desvalorizada, não importando a inflação elevada.
Pode até não ser exatamente assim, mas que parece, parece.
E sabem qual a ironia dessa história?
É a política econômica que José Serra adoraria fazer.
Eis por que a presidente Dilma dificilmente enfrentará oposição nessa sua guinada.
Tucanos estão ou iludidos com os elogios formais feitos pela presidente ou gostando dessa política econômica ou interessados em embarcar em algumas canoas do governo (como faz o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin).
Os democratas podem fazer algum sucesso no combate ao aumento de impostos, mas não é muito.
Tudo considerado, não haverá uma guinada radical, mesmo porque muitas das normas de política econômica estão definidas em lei, como é o caso da responsabilidade fiscal.
É a nossa sorte.
Ninguém espera uma explosão da inflação, mas algo perto de 7% ao ano por um bom tempo (que é alta).
O governo estará sempre tratando de arrecadar cada vez mais para gastar mais.
E, sem reformas, ficaremos com uma economia irregular, com o custo Brasil muito elevado para todos e sendo aliviado para alguns setores, com muito consumo (inclusive do governo) e pouco investimento. Cresce aqui e ali, dependendo do mundo, mas não deslancha de modo consistente.
Continuamos precisando de algo como um novo Plano Real, para derrubar juros e impostos de forma duradoura.
Carlos Alberto Sardenberg
O Globo
Lula presidente não perdia a oportunidade de apresentar seu governo como o introdutor de tudo de bom que acontecia no país. Mas, enquanto atacava a herança maldita de FHC, mantinha intacto o tripé da política econômica herdada, o regime de metas de inflação com Banco Central independente, câmbio flutuante e superávit primário nas contas públicas.
A presidente Dilma está fazendo o contrário. Elogiou FHC pela estabilização do Real, diz que as bases macroeconômicas estão mantidas, mas na prática vai lentamente desmontando o tripé (ou flexibilizando, se quiserem).
Em comum, a mesma atitude: falar uma coisa e fazer outra.
Só que com os sinais trocados.
Alguns analistas entendem isso como uma manifestação de independência que Dilma estaria tomando em relação à herança lulista.
Errado.
Dilma está fazendo na política econômica o que Lula gostaria de ter feito há muito tempo. E que começou a fazer nos dois últimos anos de seu governo.
Com o (bom) pretexto de combater a crise internacional de 2008/09, Lula colocou de lado a contenção do gasto público e aumentou as despesas de várias maneiras, mantendo-as em expansão mesmo quando as coisas se acalmaram. Mais do que isso, recuperou o discurso de que gastar é sempre bom e que sempre é possível aumentar os impostos.
No ano passado, eleitoral, Lula finalmente conseguiu dobrar o Banco Central de Henrique Meirelles, levando a instituição a suspender a alta de juros para não atrapalhar a campanha de Dilma.
Lembrem-se: para fazer aquilo o BC construiu um cenário de queda de inflação que gerou muita desconfiança na ocasião e que não se materializou.
Veio, então, o BC de Dilma, com Alexandre Tombini na presidência, que começou subindo juros, diante da evidência de uma inflação em alta.
Mas logo deu um cavalo de pau e começou a reduzir a taxa, surpreendendo mesmo os analistas mais afinados com os argumentos oficiais.
Foi uma virada semelhante à de 2010 e com o mesmo conteúdo político de enquadrar-se na linha explicitada pelo governo.
O câmbio flutuante foi flexibilizado de diversas maneiras. E o superávit primário tem sido obtido até aqui graças a uma arrecadação excepcionalmente elevada. Os gastos governamentais continuam em alta e se programa mais elevação no ano que vem.
A volta do protecionismo explícito - como, por exemplo, a elevação abrupta do imposto sobre carros importados - é mais um dado a indicar que a presidente Dilma move sua política econômica na direção do chamado "desenvolvimentismo", com forte intervenção do governo, gastos públicos subindo, subsídios e proteção para determinados setores, os amigos da casa, e tolerância com a inflação.
O economista Mario Cimoli, diretor da Cepal, desenvolvimentista, disse uma vez que a melhor política econômica para a América Latina seria uma combinação brasileiro-argentina.
Do Brasil, a política industrial com seu braço principal, o BNDES.
Da Argentina, a política monetária e cambial, com juro baixo, moeda desvalorizada, não importando a inflação elevada.
Pode até não ser exatamente assim, mas que parece, parece.
E sabem qual a ironia dessa história?
É a política econômica que José Serra adoraria fazer.
Eis por que a presidente Dilma dificilmente enfrentará oposição nessa sua guinada.
Tucanos estão ou iludidos com os elogios formais feitos pela presidente ou gostando dessa política econômica ou interessados em embarcar em algumas canoas do governo (como faz o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin).
Os democratas podem fazer algum sucesso no combate ao aumento de impostos, mas não é muito.
Tudo considerado, não haverá uma guinada radical, mesmo porque muitas das normas de política econômica estão definidas em lei, como é o caso da responsabilidade fiscal.
É a nossa sorte.
Ninguém espera uma explosão da inflação, mas algo perto de 7% ao ano por um bom tempo (que é alta).
O governo estará sempre tratando de arrecadar cada vez mais para gastar mais.
E, sem reformas, ficaremos com uma economia irregular, com o custo Brasil muito elevado para todos e sendo aliviado para alguns setores, com muito consumo (inclusive do governo) e pouco investimento. Cresce aqui e ali, dependendo do mundo, mas não deslancha de modo consistente.
Continuamos precisando de algo como um novo Plano Real, para derrubar juros e impostos de forma duradoura.
Carlos Alberto Sardenberg
O Globo
MANIPULADOS E MAL PAGOS
Há milênios, os cérebros mais “iluminados” conspiram para a união da raça humana em comunidade única, sob um só governo com poderes e controle total sobre as mentes escravizadas. As referências a tal governo expostas pelos pesquisadores – algumas documentadas – datam de milênios, passam pela Grécia de Sócrates e Platão e sempre são marcadas por grandes batalhas, montanhas de cadáveres, saques e destruição. Tudo ensanduichado em religiões, esoterismo, símbolos e rituais de seitas secretas.
As armas utilizadas para criar super-homens e robôs serviçais, parecem ter alcançado seu auge com os conhecimentos tecnológicos e científicos mais atuais. A genética e as comunicações eletrônicas, a utilização de drogas e técnicas de controle mental, estão presentes no cotidiano de todas as pessoas, que aceitam e desconhecem o alcance, a história real e objetivos dos que manipulam este conhecimento.
O resultado abusivo da educação que utiliza programas mentais aplicados em todas as escolas, já é visível no comportamento das crianças, dos jovens adultos e na impotência dos responsáveis pela segurança pública em todo o mundo. As políticas homogêneas parecem feitas para fomentar e prestigiar os criminosos mais violentos. Tudo para facilitar as soluções de controle estatal e privação de liberdades.
Os que não nasceram no seio de famílias da estirpe dos Iluminatti, estão sendo conformados para atuar como escravos da nova ordem mundial.
E são formadas as tropas especiais, contando até com centros de treinamento psiquiátrico, para o sacrifício em atividades estratégicas. Todos os humanos hoje são cobaias, listadas para experimentar uma hierarquia de experiências traumáticas (inicialmente testadas em laboratórios do comunismo e do nazismo) que submetem o corpo e a mente.
Em centros “demcráticos” especializados, com endereço conhecido e divulgado por pesquisadores, tais experiências são realizadas para excitar áreas do cérebro ao máximo. Drogas, tortura e traumas diversos são aplicados. E as cobaias podem ser indivíduos que estão entre os milhares de pessoas desaparecidas diariamente.
As atenções foram concentradas em estudos de experiência pos traumática – PSTD - que pesquisa os resultados de debilidade psicopática e reações crônicas após o trauma.
Muita política publica utiliza estes conhecimentos para aterrorizar grandes contingentes populacionais. O pânico, a impotência e a vulnerabilidade registrada pelo cérebro, tanto desenvolve fobias e estados depressivos, quanto comportamentos apáticos.
Paralelamente desenvolveram-se escolas de terapia, onde as vítimas são informadas de que seus medos estão ancorados em experiências do passado, ou de “vidas passadas”.
Assim também age uma farta literatura de “auto ajuda”, afastando as pessoas da realidade.
O cérebro é muito complexo e capaz de realizar meio milhão de reações químicas diferentes por minuto. Mapeá-lo e alimentá-lo é o suficiente para fazer com que as pessoas sejam direcionadas, agindo ou deixando de agir em cenários específicos. Os veículos para a alimentação do cérebro estão no conteúdo da formação básica e acadêmica, na mídia massiva, nas novelas, nos contos infantis, na música, nas artes, nas pregações de líderes religiosas.
Na grande feira das drogas existem mais de duzentos produtos químicos disponíveis para facilitar a fuga à realidade, bem como a hipnose, a metodologia da repetição e da propaganda subliminar para conformar o pensamento e ação das pessoas.
Na eletrônica, desde 1989, os implantes de eletrodos no cérebro já estão disponíveis e até foram patenteados alguns por Phillip L. Stoklin, na Flórida.
A patente número 4.858.612, refere um dispositivo que pode ser implantado no córtex cerebral.
A programação mental está nos filmes, nos jogos eletrônicos e na estrutura das palavras de um discurso, de um livro, de um artigo de jornal ou edição de imagens. Está nos treinamentos corporativos que utilizam as técnicas da Programação Neuroliguística, facilitando a manipulação e modificação de comportamentos.
A metodologia inclui o ataque às crenças e princípios espirituais, o sentimento de culpa, o ridículo, a raiva, a vergonha e finalmente à desumanização, ao crime, à ausência de crítica.
Este é o ambiente excelente para a nova ordem mundial em curso.
Arlindo Montenegro
As armas utilizadas para criar super-homens e robôs serviçais, parecem ter alcançado seu auge com os conhecimentos tecnológicos e científicos mais atuais. A genética e as comunicações eletrônicas, a utilização de drogas e técnicas de controle mental, estão presentes no cotidiano de todas as pessoas, que aceitam e desconhecem o alcance, a história real e objetivos dos que manipulam este conhecimento.
O resultado abusivo da educação que utiliza programas mentais aplicados em todas as escolas, já é visível no comportamento das crianças, dos jovens adultos e na impotência dos responsáveis pela segurança pública em todo o mundo. As políticas homogêneas parecem feitas para fomentar e prestigiar os criminosos mais violentos. Tudo para facilitar as soluções de controle estatal e privação de liberdades.
Os que não nasceram no seio de famílias da estirpe dos Iluminatti, estão sendo conformados para atuar como escravos da nova ordem mundial.
E são formadas as tropas especiais, contando até com centros de treinamento psiquiátrico, para o sacrifício em atividades estratégicas. Todos os humanos hoje são cobaias, listadas para experimentar uma hierarquia de experiências traumáticas (inicialmente testadas em laboratórios do comunismo e do nazismo) que submetem o corpo e a mente.
Em centros “demcráticos” especializados, com endereço conhecido e divulgado por pesquisadores, tais experiências são realizadas para excitar áreas do cérebro ao máximo. Drogas, tortura e traumas diversos são aplicados. E as cobaias podem ser indivíduos que estão entre os milhares de pessoas desaparecidas diariamente.
As atenções foram concentradas em estudos de experiência pos traumática – PSTD - que pesquisa os resultados de debilidade psicopática e reações crônicas após o trauma.
Muita política publica utiliza estes conhecimentos para aterrorizar grandes contingentes populacionais. O pânico, a impotência e a vulnerabilidade registrada pelo cérebro, tanto desenvolve fobias e estados depressivos, quanto comportamentos apáticos.
Paralelamente desenvolveram-se escolas de terapia, onde as vítimas são informadas de que seus medos estão ancorados em experiências do passado, ou de “vidas passadas”.
Assim também age uma farta literatura de “auto ajuda”, afastando as pessoas da realidade.
O cérebro é muito complexo e capaz de realizar meio milhão de reações químicas diferentes por minuto. Mapeá-lo e alimentá-lo é o suficiente para fazer com que as pessoas sejam direcionadas, agindo ou deixando de agir em cenários específicos. Os veículos para a alimentação do cérebro estão no conteúdo da formação básica e acadêmica, na mídia massiva, nas novelas, nos contos infantis, na música, nas artes, nas pregações de líderes religiosas.
Na grande feira das drogas existem mais de duzentos produtos químicos disponíveis para facilitar a fuga à realidade, bem como a hipnose, a metodologia da repetição e da propaganda subliminar para conformar o pensamento e ação das pessoas.
Na eletrônica, desde 1989, os implantes de eletrodos no cérebro já estão disponíveis e até foram patenteados alguns por Phillip L. Stoklin, na Flórida.
A patente número 4.858.612, refere um dispositivo que pode ser implantado no córtex cerebral.
A programação mental está nos filmes, nos jogos eletrônicos e na estrutura das palavras de um discurso, de um livro, de um artigo de jornal ou edição de imagens. Está nos treinamentos corporativos que utilizam as técnicas da Programação Neuroliguística, facilitando a manipulação e modificação de comportamentos.
A metodologia inclui o ataque às crenças e princípios espirituais, o sentimento de culpa, o ridículo, a raiva, a vergonha e finalmente à desumanização, ao crime, à ausência de crítica.
Este é o ambiente excelente para a nova ordem mundial em curso.
Arlindo Montenegro
STJ - O CASO SARNEY: IMAGEM DA IMPUNIDADE
Polícia Federal pede que Ministério Público recorra contra Fernando Sarney
Delegados da Polícia Federal defendem a legalidade das provas obtidas na operação Faktor, antiga Boi Barrica, que foram anuladas pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), beneficiando o empresário Fernando Sarney e outros familiares do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
Para os policiais federais, cabe agora ao Ministério Público recorrer da decisão para tentar reerguer a operação. À polícia resta aguardar fatos novos ou novos documentos para que uma nova investigação seja aberta.
Como se sabe, em decisão unânime da 6ª Turma do STJ, os ministros entenderam que escutas telefônicas, extratos bancários e documentos fiscais obtidos pela PF não poderão ser usados para processar ninguém.
Os ministros do STJ entenderam que os grampos que originaram as quebras de sigilo foram ilegais. A investigação teve início em 2006, quando o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), unidade de inteligência financeira do Brasil, encaminhou comunicação à PF dando conta de movimentação financeira atípica, no valor de R$ 2 milhões, nas contas-correntes de algumas pessoas físicas e jurídicas, entre elas, Fernando José Macieira Sarney e Teresa Cristina Murad Sarney.
Segundo o STJ, foi ilegal fazer pedidos de quebra de sigilo telefônico e fiscal com base apenas no relatório do Coaf. Delegados da PF, no entanto, sustentam que os pedidos foram feitos depois de investigações preliminares. Dizem ainda que apenas 4% das operações policiais têm escutas telefônicas e que os pedidos de quebra são feitos com critério rígido.
Carlos Newton
***
JUDICIÁRIO SE DOBRA A SARNEY
João Bosco Rebelo
Os juízes do Superior Tribunal de Justiça devem ter feito a relação custo/benefício antes de tomar a decisão que devolve à estaca zero as investigações da Polícia Federal no caso do empresário Fernando Sarney.
Mas, se a fizeram, foi em caráter individual e político. A instituição só perdeu – e muito – com o desmerecimento das instâncias judiciárias que autorizaram as escutas e da Polícia Federal, ambas postas sob suspeita, no mínimo, de incompetência.
Contribui o STJ para piorar ainda mais a imagem do Poder Judiciário, visto como ineficiente, porque lento; injusto porque discricionário; corporativo, porque recusa controles.
Essa a imagem hoje do Poder Judiciário. Que pune pobres, mas livra os ricos, que cerceia a ação do seu órgão de controle, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e que só vê a própria barriga quando exige aumento de 56% aos servidores dos tribunais superiores.
É nesse contexto que o STJ, ainda na vigência de uma censura vergonhosa e humilhante para o país, imposta pelo Judiciário ao Estadão para atender a Fernando Sarney, simplesmente invalida tudo sobre o que ele se investigou, ainda que sob respaldo do próprio judiciário maranhense.
Se já não havia dúvida de que o Poder Executivo está submetido ao poder político do senador José Sarney (PMDB-AP), agora não há mais dúvida de que o Judiciário também e, por extensão, o País.
A insensibilidade é tal que tira a percepção de que tudo o já revelado pela investigação está consolidado como verdade. Assim, a decisão só é vista como uma forma de atender ao clã familiar. Nada mais.
(Transcrito do blog de João Bosco Rebelo)
O ORIENTE MÉDIO NUNCA MAIS SERÁ O MESMO
Os palestinos não conseguirão seu estado agora. Mas os palestinos provarão –se obtiverem votos suficientes na Assembleia Geral e se Mahmoud Abbas não sucumbir à sua subserviência característica ante o poder de EUA-Israel – que já fizeram por merecer ser estado.
E estabelecerão para os árabes o que Israel gosta de chamar – enquanto amplia suas colônias em terra roubada –“fatos em campo”: nunca mais EUA e Israel estalarão os dedos e verão árabes bater continência perfilados.
Os EUA perderam a aposta que fizeram para o Oriente Médio. Acabou: fim do “processo de paz”, do “mapa do caminho”, do “acordo de Oslo”. Esse fandango já é história.
Pessoalmente, acho que “Palestina” é estado-fantasia, já impossível, agora que Israel já roubou quase toda a terra dos árabes, para os projetos coloniais israelenses.
Quem duvidar, que dê uma olhada na Cisjordânia. Colônias em massa, exclusivas para judeus, as daninhas restrições que impedem palestinos de construírem casas de mais de um piso, e a destruição, como castigo, do sistema de esgotos urbanos, os “cordões sanitários” ao lado da fronteira com a Jordânia, as estradas exclusivas para colonos israelenses, tudo isso converteu o mapa da Cisjordânia em pára-brisa esfacelado de carro detonado. Às vezes, suspeito que a única força que impede que haja ali a “Grande Israel” é a obstinação daqueles palestinos incansáveis.
Mas, agora, se fala afinal de temas maiores. Essa votação na ONU – na Assembleia Geral e no Conselho de Segurança; em certo sentido, nem faz diferença – dividirá o ocidente: EUA de um lado; árabes, de outro.
Abrirá em fendas as divisões que há dentro da União Europeia, entre europeus do leste e europeus do oeste; entre Alemanha e França (Alemanha apoiando Israel pelas razões históricas de sempre; a França atormentada pelo sofrimento dos palestinos). E, claro, será como cunha cravada entre Israel e a União Europeia.
Décadas de poder, brutalidade e colonização, pelos militares israelenses; milhões de europeus, já conscientes da responsabilidade histórica que pesa sobre eles pelo holocausto de judeus e conhecedores da violência das nações muçulmanas, já não se deixam acovardar na crítica, por medo de serem ofendidos, acusados de antissemitismo.
Há racismo no ocidente – e temo que sempre haverá – contra muçulmanos, africanos e judeus. Mas as colônias israelenses na Cisjordânia nas quais não podem viver árabes palestinos muçulmanos são o quê, além de expressão de racismo?
Israel sofre parte dessa tragédia, é claro. O insano governo israelense levou os israelenses por esse caminho de perdição, que se viu adequadamente sintetizado no medo que lhes causou a democracia na Tunísia e no Egito. O principal aliado de Israel é hoje a Arábia Saudita, o que é caso exemplar de toda essa insensatez.
E a cruel recusa, por Israel, a desculpar-se pela matança de nove turcos, ano passado, em ataque contra a Flotilha da Paz em Gaza, e de cinco policiais egípcios durante incursão de palestinos em Israel.
Por tudo isso, adeus aos únicos aliados que Israel ainda tinha na região, Turquia e Egito, no curto espaço de 12 meses. No governo de Israel há hoje gente inteligente, potencialmente equilibrados, como Ehud Barak, e loucos, como o ministro dos Negócios Exteriores Avigdor Lieberman (…).
Sarcasmos à parte, os israelenses merecem coisa melhor.
O estado de Israel talvez tenha sido criado por ato injusto – a Diáspora Palestina é prova disso – mas foi criado por ato legal. Os fundadores foram perfeitamente capazes de construir acordo com o rei Abdullah da Jordânia depois da guerra 1948-49 para dividir a Palestina entre judeus e árabes. Mas foi a ONU, que se reuniu para decidir o destino da Palestina dia 29/11/1947, quem deu a Israel sua legitimidade, com EUA como primeira nação a votar a favor de criar-se o estado de Israel. E agora – por uma suprema ironia da história –, Israel quer impedir que a ONU garanta legitimidade aos árabes palestinos e os EUA serão a primeira nação a votar contra essa legitimidade justa.
Israel não tem direito de existir? É a velha armadilha, estupidamente repetida pelos assim ditos “apoiadores de Israel”, também para mim, pessoalmente, muitas vezes repetida, embora, ultimamente, cada vez menos frequentemente. Cabe aos estados – que não são seres humanos – assegurar a outros estados o direito de existir. Para que indivíduos façam a mesma coisa, é indispensável que considerem um mapa. Porque, afinal, onde, exatamente, geograficamente, fica Israel?
Israel é a única nação do planeta que não sabe e não diz onde está sua fronteira leste. Acompanha a velha linha do armistício da ONU, a fronteira de 1967, que Abbas tanto ama e Netanyahu tanto odeia? Exclui toda a Cisjordânia palestina menos as colônias exclusivas para israelenses… Ou exclui toda a Cisjordânia?
Mostrem-me mapa do Reino Unido que inclua Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte, e o Reino Unido tem direito de existir. Mas mostrem-me mapa do RU que pretenda incluir no RU os 26 condados da Irlanda independente e mostre que Dublin seria cidade britânica, não cidade irlandesa, e direi não: essa nação não tem direito de existir nessas fronteiras inchadas. No caso de Israel, aí está a razão pela qual quase todas as embaixadas ocidentais, inclusive as embaixadas dos EUA e da Grã-Bretanha, estão instaladas em Telavive, não em Jerusalém.
No novo Oriente Médio, com o Despertar Árabe e a revolta de povos livres que exigem dignidade e liberdade, esse voto da ONU – aprovado pela Assembleia Geral, vetado pelos EUA se for para o Conselho de Segurança – constitui uma espécie de pino que faz girar tudo que a ele esteja ligado: vira-se aí uma página, e marca-se também o fracasso do império.
A política externa dos EUA tornou-se de tal modo presa a Israel, tão temerosos, tão assustadiços ante Israel tornaram-se quase todos os deputados, deputadas, senadores e senadoras dos EUA – a ponto de amarem mais Israel que os EUA –, que os EUA, essa semana, deixarão de ser a nação que gerou Woodrow Wilson e seus 14 princípios de autodeterminação, não o país que combateu o nazismo e o fascismo e o militarismo japonês, não o farol da liberdade que, como nos dizem, os seus Pais Fundadores representaram –, e se revelarão ao mundo como estado autista, intratável, acovardado, cujo presidente, depois de prometer novo afeto ao mundo muçulmano, é forçado a apoiar uma potência ocupante contra um povo que nada pede além do reconhecimento do estado independente ao qual tem perfeito direito.
Será o caso de dizer “pobre velho Obama”, como eu disse em outros tempos? Acho que não. Bom de retórica, vão, superficial, distribuindo fingido respeito em Istambul e no Cairo poucos meses depois de eleito, essa semana o mesmo Obama comprovará que a reeleição parece-lhe mais importante que o futuro do Oriente Médio; que sua ambição pessoal de continuar no poder supera, em importância, os sofrimentos de um povo que sobrevive sob ocupação. Nesse específico contexto, chega a ser bizarro que alguém que se apresenta como homem de tão altos princípios aja tão covardemente. Para o novo Oriente Médio, onde árabes exigem para eles os mesmos direitos e liberdades dos quais Israel e EUA dizem-se campeões, é tragédia profunda.
Na fonte de tudo estão os fracassos dos EUA, que não se ergueram para enfrentar Israel e que não insistiram em obter acordo de paz justo na “Palestina”, atrelados ao herói da guerra do Iraque, Blair. Os árabes também são responsáveis, por terem permitido que as ditaduras durassem tanto tempo, tentando conter dunas de areia com falsas fronteiras, velhos dogmas e petróleo (e que ninguém acredite que alguma “nova” “Palestina” seria um paraíso para seu próprio povo).
E Israel também é responsável, porque é dever de Israel acolher respeitosamente o pedido dos palestinos que requerem à ONU que reconheça o estado palestino e que cumpra todas as suas obrigações de garantir, com o reconhecimento, como de tantos outros estados-membros, segurança e paz também aos palestinos.
Mas nada disso acontecerá. O jogo está perdido. O poder político dos EUA no Oriente Médio será sacrificado aos pés de Israel. Servicinho vagabundo, esse, dos EUA, em nome da liberdade…
Robert Fisk (The Independent, UK)
E estabelecerão para os árabes o que Israel gosta de chamar – enquanto amplia suas colônias em terra roubada –“fatos em campo”: nunca mais EUA e Israel estalarão os dedos e verão árabes bater continência perfilados.
Os EUA perderam a aposta que fizeram para o Oriente Médio. Acabou: fim do “processo de paz”, do “mapa do caminho”, do “acordo de Oslo”. Esse fandango já é história.
Pessoalmente, acho que “Palestina” é estado-fantasia, já impossível, agora que Israel já roubou quase toda a terra dos árabes, para os projetos coloniais israelenses.
Quem duvidar, que dê uma olhada na Cisjordânia. Colônias em massa, exclusivas para judeus, as daninhas restrições que impedem palestinos de construírem casas de mais de um piso, e a destruição, como castigo, do sistema de esgotos urbanos, os “cordões sanitários” ao lado da fronteira com a Jordânia, as estradas exclusivas para colonos israelenses, tudo isso converteu o mapa da Cisjordânia em pára-brisa esfacelado de carro detonado. Às vezes, suspeito que a única força que impede que haja ali a “Grande Israel” é a obstinação daqueles palestinos incansáveis.
Mas, agora, se fala afinal de temas maiores. Essa votação na ONU – na Assembleia Geral e no Conselho de Segurança; em certo sentido, nem faz diferença – dividirá o ocidente: EUA de um lado; árabes, de outro.
Abrirá em fendas as divisões que há dentro da União Europeia, entre europeus do leste e europeus do oeste; entre Alemanha e França (Alemanha apoiando Israel pelas razões históricas de sempre; a França atormentada pelo sofrimento dos palestinos). E, claro, será como cunha cravada entre Israel e a União Europeia.
Décadas de poder, brutalidade e colonização, pelos militares israelenses; milhões de europeus, já conscientes da responsabilidade histórica que pesa sobre eles pelo holocausto de judeus e conhecedores da violência das nações muçulmanas, já não se deixam acovardar na crítica, por medo de serem ofendidos, acusados de antissemitismo.
Há racismo no ocidente – e temo que sempre haverá – contra muçulmanos, africanos e judeus. Mas as colônias israelenses na Cisjordânia nas quais não podem viver árabes palestinos muçulmanos são o quê, além de expressão de racismo?
Israel sofre parte dessa tragédia, é claro. O insano governo israelense levou os israelenses por esse caminho de perdição, que se viu adequadamente sintetizado no medo que lhes causou a democracia na Tunísia e no Egito. O principal aliado de Israel é hoje a Arábia Saudita, o que é caso exemplar de toda essa insensatez.
E a cruel recusa, por Israel, a desculpar-se pela matança de nove turcos, ano passado, em ataque contra a Flotilha da Paz em Gaza, e de cinco policiais egípcios durante incursão de palestinos em Israel.
Por tudo isso, adeus aos únicos aliados que Israel ainda tinha na região, Turquia e Egito, no curto espaço de 12 meses. No governo de Israel há hoje gente inteligente, potencialmente equilibrados, como Ehud Barak, e loucos, como o ministro dos Negócios Exteriores Avigdor Lieberman (…).
Sarcasmos à parte, os israelenses merecem coisa melhor.
O estado de Israel talvez tenha sido criado por ato injusto – a Diáspora Palestina é prova disso – mas foi criado por ato legal. Os fundadores foram perfeitamente capazes de construir acordo com o rei Abdullah da Jordânia depois da guerra 1948-49 para dividir a Palestina entre judeus e árabes. Mas foi a ONU, que se reuniu para decidir o destino da Palestina dia 29/11/1947, quem deu a Israel sua legitimidade, com EUA como primeira nação a votar a favor de criar-se o estado de Israel. E agora – por uma suprema ironia da história –, Israel quer impedir que a ONU garanta legitimidade aos árabes palestinos e os EUA serão a primeira nação a votar contra essa legitimidade justa.
Israel não tem direito de existir? É a velha armadilha, estupidamente repetida pelos assim ditos “apoiadores de Israel”, também para mim, pessoalmente, muitas vezes repetida, embora, ultimamente, cada vez menos frequentemente. Cabe aos estados – que não são seres humanos – assegurar a outros estados o direito de existir. Para que indivíduos façam a mesma coisa, é indispensável que considerem um mapa. Porque, afinal, onde, exatamente, geograficamente, fica Israel?
Israel é a única nação do planeta que não sabe e não diz onde está sua fronteira leste. Acompanha a velha linha do armistício da ONU, a fronteira de 1967, que Abbas tanto ama e Netanyahu tanto odeia? Exclui toda a Cisjordânia palestina menos as colônias exclusivas para israelenses… Ou exclui toda a Cisjordânia?
Mostrem-me mapa do Reino Unido que inclua Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte, e o Reino Unido tem direito de existir. Mas mostrem-me mapa do RU que pretenda incluir no RU os 26 condados da Irlanda independente e mostre que Dublin seria cidade britânica, não cidade irlandesa, e direi não: essa nação não tem direito de existir nessas fronteiras inchadas. No caso de Israel, aí está a razão pela qual quase todas as embaixadas ocidentais, inclusive as embaixadas dos EUA e da Grã-Bretanha, estão instaladas em Telavive, não em Jerusalém.
No novo Oriente Médio, com o Despertar Árabe e a revolta de povos livres que exigem dignidade e liberdade, esse voto da ONU – aprovado pela Assembleia Geral, vetado pelos EUA se for para o Conselho de Segurança – constitui uma espécie de pino que faz girar tudo que a ele esteja ligado: vira-se aí uma página, e marca-se também o fracasso do império.
A política externa dos EUA tornou-se de tal modo presa a Israel, tão temerosos, tão assustadiços ante Israel tornaram-se quase todos os deputados, deputadas, senadores e senadoras dos EUA – a ponto de amarem mais Israel que os EUA –, que os EUA, essa semana, deixarão de ser a nação que gerou Woodrow Wilson e seus 14 princípios de autodeterminação, não o país que combateu o nazismo e o fascismo e o militarismo japonês, não o farol da liberdade que, como nos dizem, os seus Pais Fundadores representaram –, e se revelarão ao mundo como estado autista, intratável, acovardado, cujo presidente, depois de prometer novo afeto ao mundo muçulmano, é forçado a apoiar uma potência ocupante contra um povo que nada pede além do reconhecimento do estado independente ao qual tem perfeito direito.
Será o caso de dizer “pobre velho Obama”, como eu disse em outros tempos? Acho que não. Bom de retórica, vão, superficial, distribuindo fingido respeito em Istambul e no Cairo poucos meses depois de eleito, essa semana o mesmo Obama comprovará que a reeleição parece-lhe mais importante que o futuro do Oriente Médio; que sua ambição pessoal de continuar no poder supera, em importância, os sofrimentos de um povo que sobrevive sob ocupação. Nesse específico contexto, chega a ser bizarro que alguém que se apresenta como homem de tão altos princípios aja tão covardemente. Para o novo Oriente Médio, onde árabes exigem para eles os mesmos direitos e liberdades dos quais Israel e EUA dizem-se campeões, é tragédia profunda.
Na fonte de tudo estão os fracassos dos EUA, que não se ergueram para enfrentar Israel e que não insistiram em obter acordo de paz justo na “Palestina”, atrelados ao herói da guerra do Iraque, Blair. Os árabes também são responsáveis, por terem permitido que as ditaduras durassem tanto tempo, tentando conter dunas de areia com falsas fronteiras, velhos dogmas e petróleo (e que ninguém acredite que alguma “nova” “Palestina” seria um paraíso para seu próprio povo).
E Israel também é responsável, porque é dever de Israel acolher respeitosamente o pedido dos palestinos que requerem à ONU que reconheça o estado palestino e que cumpra todas as suas obrigações de garantir, com o reconhecimento, como de tantos outros estados-membros, segurança e paz também aos palestinos.
Mas nada disso acontecerá. O jogo está perdido. O poder político dos EUA no Oriente Médio será sacrificado aos pés de Israel. Servicinho vagabundo, esse, dos EUA, em nome da liberdade…
Robert Fisk (The Independent, UK)
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