Meses atrás, aqui no Blog da Tribuna, eu mencionei esta possibilidade de a presidente Dilma deixar o PT e retornar ao PDT, no caso de Lula querer se candidatar à presidência em 2014.
Concordamos, portanto, que esta possibilidade não pode ser descartada. Mas há um detalhe sumamente importante se tal enfrentamento entre os dois se concretizar.
Lula virá extremamente desgastado com os escândalos que aconteceram em seu governo.
Dilma terá contra si uma administração pífia, um crescimento nulo do Brasil, além da alta da inflação, o declínio da Petrobrás, e a inexistência de qualquer plano que elevasse a Educação, melhorasse a Saúde e contemplasse com maiores atenções a Segurança.
Certamente seria o momento adequado para um terceiro candidato se infiltrar entre ambos e trazer para si a alteração desta política nefasta que os dois petistas se caracterizam, haja vista que um tirará votos do outro e vice-versa, possibilitando o surgimento de um nome que a meu ver, obrigatoriamente, não deve estar vinculado à política, razão pela qual Eduardo Campos não seria esta pessoa que pudesse ameaçar a Lula e Dilma, porque da mesma origem, condição que não suportamos mais.
A pergunta que se impõe é: quem seria esse terceiro candidato? Ocorre que, ao ponto que se transformou este País, estamos nas mãos dos mesmos, e não há ninguém com cacife para duelar nas urnas com aqueles que tanto criticamos e rejeitamos!
Concordamos, portanto, que esta possibilidade não pode ser descartada. Mas há um detalhe sumamente importante se tal enfrentamento entre os dois se concretizar.
Lula virá extremamente desgastado com os escândalos que aconteceram em seu governo.
Dilma terá contra si uma administração pífia, um crescimento nulo do Brasil, além da alta da inflação, o declínio da Petrobrás, e a inexistência de qualquer plano que elevasse a Educação, melhorasse a Saúde e contemplasse com maiores atenções a Segurança.
Certamente seria o momento adequado para um terceiro candidato se infiltrar entre ambos e trazer para si a alteração desta política nefasta que os dois petistas se caracterizam, haja vista que um tirará votos do outro e vice-versa, possibilitando o surgimento de um nome que a meu ver, obrigatoriamente, não deve estar vinculado à política, razão pela qual Eduardo Campos não seria esta pessoa que pudesse ameaçar a Lula e Dilma, porque da mesma origem, condição que não suportamos mais.
A pergunta que se impõe é: quem seria esse terceiro candidato? Ocorre que, ao ponto que se transformou este País, estamos nas mãos dos mesmos, e não há ninguém com cacife para duelar nas urnas com aqueles que tanto criticamos e rejeitamos!
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