"A verdade será sempre um escândalo". (In Adriano, M. Yourcenar)

"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o soberno estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade."
Alexis de Tocqueville (1805-1859)



terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

OS MUROS...

Conselho Superior das Forças Armadas do Egito teve se refugiar atrás de muros de concreto

O comentarista Sergio Caldieri nos envia impressionante reportagem de Bel Trew, Mohamed Abdalla e Ahmed Feteha (da Al-Ahram Online, Cairo). A matéria mostra que as intermináveis batalhas de rua entre a polícia e manifestantes levaram o governo e as Forças Armadas a se esconderem atrás de enorme muros de concreto.

Tudo começou em novembro, quando houve confrontos sangrentos, com 40 mortos, na Praça Tahrir, que foi violentamente evacuada por três vezes. O Conselho Superior das Forças Armadas então tomou a decisão drástica de construir um muro entre a polícia e os manifestantes, na Rua Mohamed Mahmoud permanentemente conflagrada.

Esse muro, que viria a servir de modelo para outros sete muros construídos depois, é uma barricada de blocos de concreto de quase 4m de altura. Clérigos da Universidade Al-Ahzar formaram cordões humanos frente ao muro, para impedir que a multidão o derrubasse.

A área em frente ao muro tornou-se local de risco para mulheres dia 25 de novembro, depois que a jornalista Caroline Sinz da televisão francesa, foi atacada por uma gangue, arrastada para a Praça Tahrir, despida e agredida sexualmente. O muro foi afinal derrubado por manifestantes nos protestos liderados pelos Ultras [torcida organizada do time Ahly, de futebol], dia 2 de fevereiro, contra o Ministério do Interior, a polícia e o Conselho Superior das Forças Armadas.

17 DE DEZEMBRO: MAIS UM MURO

Ao final dos confrontos na Rua Mohamed Mahmoud, manifestantes iniciaram protesto pacífico, sentados no chão, em frente ao prédio do Gabinete, contra a indicação de Kamal El-Ganzouri, para o posto de primeiro-ministro. Na noite de 15 de dezembro, forças de segurança sequestraram Aboudi Ibrahim, de 19 anos, que participava dos protestos, porque, segundo testemunhas, tentou recuperar uma bola de futebol que caíra à frente da Assembleia Popular.

Quando Aboudi foi solto, nas primeiras horas do dia 16 de dezembro, era evidente que havia sido violentamente espancado. Manifestantes furiosos enfrentaram o exército, que evacuou a Rua Mohamed Mahmoud, ainda na mesma manhã.

Os manifestantes transferiram-se para a rua Qasr El-Aini e durante quatro dias houve sangrentos confrontos, que resultaram na morte de 14 manifestantes.

Foi então construído o muro na rua Qasr El-Aini, para impedir o acesso de manifestantes aos prédios do Parlamento e do Gabinete. A construção começou depois de o exército evacuar com extrema violência a praça, na tarde de 17 de dezembro. Queimaram-se as tendas armadas na praça Tahrir – e os manifestantes recuaram. A batalha continuou, com manifestantes e o exército trocando pedradas por cima do muro.

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19 DE DEZEMBRO – MAIS DOIS MUROS

Na madrugada de 19 de dezembro, soldados do exército e policiais das CSF apareceram à entrada da mesquita Omar Makram, do lado da praça Tahrir. Depois de atirar na direção da praça e pôr abaixo as tendas ainda remanescentes, as forças de segurança usaram fogo pesado e gás lacrimogêneo para manter os manifestantes à distância, enquanto eram erguidos os terceiro e quarto muros.

Um deles foi construído na Rua Sheikh Rehan; o outro, na Rua Youssef El-Guindy. Os blocos de concreto foram dispostos como uma barricada entre a praça Tahrir e a rua lateral que dá acesso aos prédios do Ministério do Interior, quartel-general das Forças Armadas.

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5 DE FEVEREIRO – OUTROS TRÊS MUROS

Foram convocadas manifestações de rua para 2 de fevereiro, depois do massacre no estádio de futebol em Port Said, quando morreram mais de 70 torcedores do Ahly (“Ultras”). A população culpou as forças de segurança pelas mortes, por não terem impedido que se alastrassem as brigas entre torcidas rivais.

A manifestação reuniu-se em frente ao Ministério do Interior. A polícia usou, de início, munição revestida de borracha e gás lacrimogêneo contra a multidão, E houve cinco dias de batalhas esporádicas que se espalharam por todas as ruas da vizinhança.

No domingo, dia 5 de fevereiro, às 3h da madrugada os militares e a polícia começaram a construir mais três outros muros nas ruas levam até o prédio do Ministério do Interior, que resultou completamente cercado de muros.

Manifestantes tentaram impedir a construção do muro e foram atacados com veículos militares blindados.

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6 DE FEVEREIRO – O SÉTIMO MURO

Nesta noite de 5 de fevereiro aconteceram alguns dos ataques mais violentos pelas forças de segurança. Com os três muros já construídos nas ruas Fahmy, Mansour e Felaky, os combates foram empurrados para o oeste, na direção da praça Bab El-Louq e para a área do centro do Cairo. Manifestantes documentaram a presença de atiradores distribuídos nos prédios e uso excessivo de gás lacrimogêneo, enquanto os caminhões percorriam as ruas em várias direções, perseguindo os manifestantes que tentavam proteger-se.

Nas primeiras horas do dia 6 de fevereiro, as Forças Armadas começaram a construir mais um muro na rua Noubar, paralelo aos outros três muros, o que fechou o conjunto de muros em volta do ministério. À noite, um grupo não identificado de civis, que se apresentaram como residentes na área de Abdeen, apareceram com armas de mira telescópica e, segundo testemunhas, uma metralhadora. Todo esse armamento foi usado contra os manifestantes e dois deles foram mortos.

Esta é a realidade da situação no Cairo, com o poder tendo de se esconder atrás de muros de concreto.

14 de fevereiro de 2012

MARCOS VALÉRIO (MENSALÃO) FOI CONDENADO A 9 ANOS DE PRISÃO

O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza e seus ex-sócios na agência de publicidade SMPB, envolvidos no escândalo do mensalão do PT, foram condenados pela Justiça Federal em Belo Horizonte a mais nove anos de prisão pela prática de crimes financeiros.

E OS OUTROS 40 LADRÕES COMO FICARÃO?

14/02/2012
blog do beto

NÃO EXISTE POLÍTICO SÉRIO E RESPONSÁVEL NO PT

O vídeo abaixo fala por sí.



A falta de ética, o vale tudo eleitoral, o estelionato ideológico são a marca registrada de um partido que não possui em seus quadros um único ser minimamente sério ou honesto.
O PT é o maior ajuntamento de bandoleiros e canalhas que a política brasileira ajudou a criar. Não é a toa que o PCC é simpático ao PT e vice versa.
Esse povo deveria estar é na cadeia e jamais no poder. Mas o povão burro vota, aí fica dificil de moralizar este país. E do jeito que a coisa vai, iremos perder mais uma geração por conta da omissão de parcela do povo que acredita que a vida é futebol, cerveja, e carnaval.


E o mais impressionante é ver que essa senhora que o eleitor rejeitou nas urnas é "abençoada" com um ministério no DESgoverno corrupto e bandido das Ratazanas Vermelhas.
Diante disso dá para perceber que no voto não iremos acabar com a bandalheira e a esculhambação promovida por esse ajuntamento de meliantes.

Fevereiro 14, 2012
o mascate

É FÁCIL ENTENDER O PROCESSO CONTRA ROBERTO MARINHO PELA USURPAÇÃO DO CONTROLE DA TV PAULISTA. O CASO AGORA ESTÁ NO SUPREMO.

A pedido do comentarista Welinton Naveira e Silva, estamos voltando ao assunto da suposta compra da TV Paulista por Roberto Marinho, motivo de uma importante questão judicial que estrategicamente passa despercebida pela chamada grande imprensa.

Com toda razão, Welinton fez reparos aos termos jurídicos que dificultam a compreensão do tema, já que simplesmente reproduzimos a decisão do ministro Celso de Mello e o agravo apresentado pelo advogado Luiz Nogueira, em nome dos antigos donos da TV Paulista (hoje, TV Globo de São Paulo e responsável por mais de 50% do faturamento da rede).

O que aconteceu foi o seguinte: os herdeiros dos antigos controladores da TV Paulista (era uma S/A), ao abrirem os inventários dos pais, descobriram que não havia nenhum documento da venda da emissora para Roberto Marinho. Decidiram então procurar a TV Globo, que se recusou a lhes atender.

Os herdeiros abriram um processo de exibição de documentos, e a emissora foi obrigada judicialmente a mostrar as procurações e recibos. Não havia originais, eram cópias com papel carbono, e todas grosseiramente falsificadas, porque teriam sido redigidas em 1953 e 1964, mas a máquina de escrever utilizada só começou a ser fabricada em 1971. Além disso, havia CPF em procurações que teriam sido feitas antes de existir esse controle da Receita Federal. Uma verdadeira lambança.

Como os documentos eram flagrantemente falsos, os herdeiros então entraram com outro processo contra Roberto Marinho e a TV Globo, ingressando em juízo com uma ação declaratória de inexistência de ato jurídico. Ou seja, Marinho e a TV Globo tinham de provar que realmente haviam comprado a TV Paulista.

Nessa altura, os representantes da TV Globo tentaram fazer acordo e até existe uma gravação dessas conversas. Mas os advogados dos herdeiros dos antigos donos da emissora não aceitaram e a ação judicial prosseguiu.

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QUATRO VERSÕES DO MESMO NEGÓCIO

No decorrer do processo, Roberto Marinho primeiro disse ter adquirido a emissora diretamente da família Ortiz Monteiro, que detinha a maioria das ações, e ele teria pago apenas o equivalente a 35 dólares. Porém, como ficou provado que os documentos eram falsos, os advogados de Marinho mudaram de versão e até pediram que os papéis fossem retirados dos autos, mas a juíza não atendeu à solicitação.

Marinho passou então a alegar que havia comprado a TV de seu então administrador, Victor Costa Júnior, pelo equivalente a 2 milhões de dólares. Mas como também ficou provado que Victor Costa Jr. não podia ter vendido a empresa, porque não era possuidor de uma só ação, Marinho mudou a versão outra vez. E disse que havia assumido o controle da sociedade anônima através de duas assembleias extraordinárias.

Como essas supostas assembleias foram convocadas e realizadas de forma totalmente ilegal, os próprios advogados de Marinho admitiram nos autos que ele havia cometido várias irregularidades, mas não podia ser punido, porque os crimes e as penas já estavam prescritos. E apresentaram uma quarta versão, dizendo que Roberto Marinho se tornara proprietário da TV Paulista “por usucapião”, como se uma concessão federal pudesse ser transferida mediante simples posse…

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UM INCRÍVEL ERRO JUDICIAL

Pois bem, esse processo foi a julgamento no Rio de Janeiro, e a juíza Maria Helena Pinto Machado Martins, da 41ª Vara Cível, cometeu um erro judicial inacreditável. Julgou a ação declaratória de inexistência de ato jurídico como se fosse uma ação anulatória de ato jurídico. Agiu como uma feirante inexperiente que confundisse abacate e abacaxi, por terem nomes parecidos.

Assim, a juíza declarou prescrita a inexistente “ação anulatória” e reconheceu que o recibo, datado de 5 de dezembro de 1964 mas datilografado em máquina fabricada só em 1971, não obstante seu conteúdo anacrônico, provaria, sim, que Marinho adquirira 52% do capital social da TV Paulista pelo equivalente a apenas 35 dólares. Ou seja, a juíza foi mais realista do que o rei, porque declarou existente um negócio que o próprio Marinho negara haver ocorrido.

Na segunda instância, o erro judicial, embora primário, continuou prevalecendo, pois os desembargadores aceitam o parecer do relator Ferdinaldo Nascimento, que concordou inteiramente com a equivocadíssima decisão da juíza da 41ª Vara Cível. E também julgou a “ação declaratória” (que não prescreve), como se fosse “ação anulatória”, que prescreve.

O processo subiu então para o Superior Tribunal Federal, onde o relator, ministro João Otavio de Noronha confirmou a sentença da juíza singular e o acórdão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, também julgando a ação declaratória de inexistência de ato jurídico como se fosse uma ação anulatória.

E confirmou que Roberto Marinho comprara, sim, a TV Paulista em negociação direta com a família Ortiz Monteiro com base nos documentos falsos e por apenas o equivalente a 35 dólares, muito embora os advogados de Marinho e da TV Globo tivessem declarado nos autos que ele na verdade adquirira a TV Paulista de seu então administrador, Victor Costa Junior (o que também era impossível, pois ele nunca teve uma só ação da S/A).

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NEGÓCIO INEXISTENTE AGORA É VÁLIDO

Assim, por decorrência, a Justiça brasileira acabou inovando completamente nesse processo. Repita-se: declarou válida uma negociação que os próprios interessados (Roberto Marinho e TV Globo) negaram enfaticamente ter existido.

Com a inusitada e inexplicável reincidência do erro judicial em três instâncias, agora a palpitante e estranha questão chega ao Supremo, tendo com relator o insuspeito ministro Celso de Mello, o decano do tribunal.

Espera-se, agora, que o relator reconheça que o processo tem de ser julgado pela instância competente, ou seja, a Justiça Federal, já que a decisão do STJ, ao transitar em julgado declarando que Roberto Marinho comprou a TV Paulista diretamente da família Ortiz Monteiro, sem dúvida significa a nulidade da concessão da emissora.

Traduzindo: os autos mostram que o governo transferiu a concessão para Marinho como se ele tivesse adquirido a emissora mediante aumento de capital da S/A, em duas assembleias extraordinárias. Ambas totalmente ilegais, mas o governo militar as considerou válidas em 1975 para dar a concessão a Roberto Marinho.

Portanto, Como agora a Justiça decidiu que Marinho não adquiriu o controle da TV mediante as assembleias extraordinárias, e sim pela compra direta aos Ortiz Monteiro, a concessão fica automaticamente sem validade. É disso que se trata.

14 de fevereiro de 2012
Carlos Newton

A VIVANDEIRA ESTIMULA A MOBILIZAÇÃO DE POLICIAIS MILITARES

Vejam, abaixo, vídeo em que Ideli Salvatti aparece como vivandeira, estimulando a mobilização de policiais militares. E aí, Dilma, não vai ficar “horrorizada”?

Todos sabemos, e já o provei com imagens e banda sonora, que Jaques Wagner (PT), governador da Bahia, era um notório insuflador de greves de policias militares no seu estado.

Afinal, um adversário seu estava no poder, certo?

Peço que vocês vejam este vídeo de janeiro de 2009.

Embora eu não precisasse dizer o nome da estrela — não há diferença de voz nem de cabelo —, cumpro o dever jornalístico: trata-se da então senadora Ideli Salvatti (PT-SC), que disputaria o governo de Santa Catarina no ano seguinte, sendo derrotada.

Como prêmio, levou o Ministério da Piaba (também conhecido como “da Pesca”).

Depois assumiu o das Relações Institucionais, em lugar de Luiz Sérgio, que ficou com a piaba…

Vejam. Depois explico tudinho.



O busílis é o seguinte: em dezembro de 2008, um movimento de PMs e bombeiros tomou conta dos quartéis de Santa Catarina, acusando o governo de não cumprir uma lei que dizia respeito à organização da Segurança Pública — a 254. Nem vou entrar nesse mérito agora. O fato é que, à mobilização, seguiram-se processos administrativos, punições etc. Todo mundo acabou anistiado em 2011.

É disso que fala Ideli em 2009 a lideranças de policiais militares ligadas à Anaspra (Associação Nacional de Entidades Representativas de Praças Militares Estaduais). À esquerda do vídeo, vocês vêem ninguém menos do que Marco Prisco, o líder da greve na Bahia. Ora, em 2009, Ideli estava à vontade para se comportar como vivandeira porque o governador do Estado era Luiz Henrique (PMDB), hoje senador. Embora formalmente integre um partido da base, ele pertence ao grupo dos peemedebistas independentes.

Notem como a fabulosa promete que vai mobilizar o Ministério da Justiça — cujo titular era o ínclito Tarso Genro, que hoje enfrenta a mobilização da PM gaúcha.

Chamo a atenção de vocês para a fala de Ideli a partir dos 42 segundos.

Ela relata que o “Cel Eliésio” — refere-se ao então comandante-geral da PM em Santa Catarina, Eliésio Rodrigues — havia concedido uma entrevista à CBN.

Transcrevo suas palavras:

“Estava o coronel Eliésio dando entrevista e falando, falando, falando… Eu até comentei, fiquei positivamente impressionada porque o Mário Motta [jornalista que fazia a entrevista] foi muito pra cima dele, cobrando: ‘Muito bem, tem hierarquia, tem disciplina, mas como é que reivindica sem afrontar… Como é que pede? Se não cumpre a lei, reclama como? Coloca como? Ele se espremeu bastante. Mas o ideal seria alguém de vocês estar lá falando, né? Não apenas o jornalista estar fazendo as cobranças (…).

Repararam, né?

Ideli trata o coronel com certo menoscabo—- “falando, falando, falando” — e acha divertido ver o comandante da PM sendo apertado pelo jornalista.

Mas Ideli quer é que os próprios militares cheguem à imprensa. Para ela, valores como disciplina e hierarquia podem ficar em segundo plano diante de “reivindicações”. Ela avança.

“Eu acho muito importante a gente colocar, ter alguns eventos que possa (sic) permitir que a posição de vocês também venha a público, que eles não fiquem falando sozinhos. Acho que vocês estão corretíssimos de fazer movimentos buscando apoio popular, fazer abaixo-assinados”

Ideli não está contente, como se vê. Ela quer mobilização popular. E lembra a vantagem de que gozam profissionais da saúde, da educação e da segurança no que respeita a mobilizações:

“E nós, né?, temos esta vantagem. Quer dizer, estes três setores estão, segurança e educação ainda mais do que a saúde, a gente está muito espalhado. A gente tem como fazer isso em vários locais ao mesmo tempo, em vários municípios. Então eu acho muito importante vocês estarem dando conta mesmo desta coisa aí de puxar a opinião pública a favor de vocês.”

Encerro

Este é o PT. Dois anos depois, a presidente Dilma Rousseff, que fez Ideli sua ministra, viria a se dizer “horrorizada” com os eventos da Bahia.

Diante da crise, a hoje ministra sumiu do mapa, não quis dar as caras, desapareceu.

O negócio dela, agora, são as “relações institucionais”, né?

Das não-institucionais, como insuflar os quartéis, ela cuidava quando senadora e pré-candidata do PT ao governo do Estado.

Aí dizem algumas almas simples: “Acho que você é muito severo com o PT”.

Não!

Sou apenas justo.

Até porque a severidade supõe uma aposta na mudança de conduta daquele que é alvo da reprimenda.

E tentar corrigir um petista não é uma tarefa fácil nem difícil.

É apenas uma tarefa inútil.


Reinaldo Azevedo
14/02/2012

210 PREFEITOS TIVERAM SEUS MANDATOS CASSADOS!

Pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios mostra que 483 prefeitos deixaram o cargo antes do fim do mandato, a maior parte cassados, por corrupção ou crime eleitoral.

Um número considerável de prefeitos vem sendo cassado por crimes de improbidade administrativa ou por conta de infrações relacionadas à legislação eleitoral, principalmente por compra de votos nas eleições.

É o que constata pesquisa realizada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).
De acordo com a pesquisa, dos 5.563 prefeitos que foram eleitos em 2008, 383 não estão mais no exercício do mandato. E a maior parte deles – nada menos que 210 – foram cassados.

Veja quais foram os motivos de afastamento dos prefeitos


14 de fevereiro de 2012
FONTE: CONGRESSO EM FOCO

REFLEXÕES SOBRE BUDISMO, CRISTIANISMO, JUDAÍSMO E OS DIREITOS RELIGIOSOS NA CHINA E NO MUNDO

A ação de certos países do Ocidente em relação à Síria, conforme relatou o embaixador russo, é realmente histérica, obscena e esquizofrênica.

O Partido Comunista Chinês entende, por sua vez, que Cristianismo e o Budismo Tibetano seriam portas abertas para a doutrinação e o entreguismo judaico/cristão. É por isto que existe uma severa e estreita fiscalização sobre grupos religiosos, intelectuais e até mesmo sobre os exercícios tradicionais e a prática “espiritual” conhecida por Falun Dafa. Desde 1999 os lideres do PCC promovem verdadeira limpeza para erradicar tais práticas.

Eu já havia dito aqui em 2010 que há um organismo estatal do PCC, espécie de agência reguladora, que restringe brutalmente a prática religiosa de Cristianismo, Judaísmo e Budismo Tibetano. Quanto a este último nem se fala, pois o chamado Dalai Lama nada mais é que um líder separatista disfarçado em líder religioso.

Cristãos e budistas tibetanos divulgam aqui nos EUA que, desde então, milhares de praticantes Falun Gong estão impedidos de “pacificamente” praticarem sua fezinha.

De acordo com “investigações” de advogados chineses de direitos humanos, pela Anistia Internacional e pelas Nações Unidas, uma vez em custódia, praticantes dos supracitados movimentos se deparam com formas severas de tortura, inclusive choques elétricos, abusos psiquiátricos e violência sexual. Reportam que milhares já morreram como resultado.

Mas nada parecido, digo eu, com o massacre de Jericó praticado por Josué e justificado por um “pastor” evangélico como “limpeza étnica” ordenada por Deus. É de vomitar mesmo!

Dizem os supracitados “investigadores” que alegações sobre a existência de um organismo dedicado a extrair e vender órgãos de praticantes Falun Gong vieram a público agora. Uma reportagem independente de “investigadores” canadenses descobriu serem verdadeiras tais denúncias, enfatizando que em seis anos a origem de 41.500 órgãos usados em transplantes não poderia ser identificada até seus doadores.
Se quiserem, verifiquem o http://www.OrganHarvestingation.net

Dizem que os horrores a que os praticantes Falun Gong estão expostos na China continuam até hoje. Depois dos jogos Olímpicos de 2008 em Beijing, agências chinesas de segurança prenderam cerca de 8 mil aderentes dos ditos movimentos “espirituais”, desde estudantes universitários a trabalhadores aposentados.

O que essas reportagens não revelam é que os direitos humanos são outra arena onde o Oriente é assado de acordo com a moldura judaico/cristiana. Nada posso falar sobre budistas chineses. Mas sei que islamistas extremistas rejeitam tenazmente a noção de direitos humanos como conceito Ocidental. E tudo indica que a Rússia e a China seguem tal substrato filosófico.

Dizem os islamistas que a sharia (lei islâmica) contém todos os direitos a que um muçulmano pode pretender. Islamistas moderados não rejeitam os direitos humanos, mas protestam que são definidos dentro da tradição ocidental de liberalismo secular, que enfatiza as liberdades individuais em oposiçã aos deveres do homem, ou da mulher.

Os ocidentais pensam primeiramente em seus indivíduos (como a lei de Murici, no Brasil), mas nós pensamos primeiro sobre a UMMA, que transporta uma ideia holística… e o indivíduo não existe por si só; o indivíduo é um membro da comunidade.

Com a palavra os leitores.

14 de fevereiro de 2012
Paulo Solon

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PS – Usando um pouco de humorismo, eu diria que Madonna e dança do ventre nada têm a ver com Oriente e com Islam. Nem o “rei” Roberto Carlos, patrocinado pela Rede Globo de Imoralidade, pretendendo ser judeu e representando, de modo ridículo, no Muro das Lamentações.

UM NOVO SUCESSO DO FRACASSO?

INTERNACIONAL - ESTADOS UNIDOS

Embora a popularidade de Barack Hussein Obama esteja baixíssima, as perspectivas eleitorais nos EUA não são as melhores para os republicanos. Até agora, o candidato preferido nas eleições internas é Mitt Romney, mas há tanta resistência contra ele nas bases, que, previsivelmente, muitos eleitores terão preguiça de ir às urnas só para votar de novo, como em 2008, num puro mal menor. Historicamente, o GOP (Grand Old Party) só tem chance quando escolhe um candidato com clara imagem de conservador, como Eisenhower ou Reagan, mas se dá muito mal quando aposta em conciliadores e muristas.

Foi precisamente por isso que a grande mídia, obamista até além do limite da sanidade, vendo seu ídolo cair nas pesquisas, passou ao plano B: promover Romney para dividir o eleitorado republicano, demonizando Gingrich, que ameaçava unificá-lo.

Está dando certo. O problema com Romney é que seu eleitorado não é ideológico. Compõe-se essencialmente de "moderados" e indecisos. O ex-governador de Massachusetts mudou de posição tantas vezes, e em tantos assuntos, que ninguém sabe exatamente o que ele pensa sobre coisa alguma.

Sua força está na simpatia, na inegável capacidade de comunicação e na fraqueza dos concorrentes. Estes, em contrapartida, têm sua base de apoio entre "verdadeiros crentes", que votam por convicção. Resultado: os eleitores de Romney se bandeariam automaticamente para Gingrich, Santorum ou mesmo Ron Paul, se um destes fosse o escolhido, mas a recíproca não é verdadeira.

Entre os conservadores há mesmo quem pense que Romney é até pior que Obama, e nada menos de vinte por cento dos republicanos já declararam em pesquisas que, na hipótese de um confronto final entre os dois, darão um novo mandato ao atual presidente.

Para complicar as coisas, o megabilionário George Soros, financiador-mor do Occupy Wall Street e da ascensão da Fraternidade Islâmica ao poder em vários países do Oriente Médio, falando outro dia a um grupo de seus co-investidores, declarou alto e bom som que eles nada têm a se preocupar com as próximas eleições, pois um governo Romney não será muito diferente da gestão Obama.

Na boca dele, isso era elogio, mas, entre as bases republicanas, soou como uma confirmação de tudo o que pensavam de pior a respeito de Romney. A colunista Ann Coulter, adepta entusiasta de Romney, andou espalhando o slogan: "Ajude a reeleger Obama: vote em Gingrich".

Hoje sabemos que é o contrário: o ex-speaker of the House teria muito mais chances contra o atual presidente, atraindo para si boa parte dos torcedores de Santorum, de Ron Paul e do próprio Romney, enquanto este não tem igual força unificadora.

Não é impossível, mas muito improvável, que, debilitada a candidatura Gingrich pelo fiasco nos debates da Flórida, os conservadores, para se livrar de Romney, cerrem fileiras em torno de Santorum.

O problema é que este não tem dinheiro e entraria em campo contra a maior verba de campanha que os democratas já conseguiram juntar ao longo de toda a sua história.

Jogando habilmente com o poder da mídia e explorando as fraquezas internas do partido adversário, os democratas estão se saindo muito bem na difícil operação de transfigurar em candidato viável um dos presidentes mais impopulares de todos os tempos, sem precisar para isso nem mesmo melhorar a imagem da criatura.

OLAVO DE CARVALHO, 14 FEVEREIRO 2012
Publicado no Diário do Comércio.

BIZARRO! BUROCRACIAL AMERICANA PROIBE AGRICULTOR DE VENDER LEITE IN NATURA!!!

Daniel Allgyer e sua vaquinha
Nos EUA, o FDA - Food and Drug Administration, proibiu e processou com sucesso um agricultor amish de vender leite in natura, contra a vontade do próprio e pasmem(!) dos seus próprios clientes!


Por Klauber Cristofen Pires, com a indicação de um dileto leitor.

O que mais pode ser provado para demonstrar que estamos vivendo a era dos governos totais, ou como o profético texto de Julio Severo, nos tempos da marca da besta?

Os amish são um povo que se recolheu à vida abdicada de todos os confortos tecnológicos da era contemporânea, para viverem em comunhão religiosa. Jamais se ouviu na vida de um deles roubando ou matando alguém. Eles vivem mais ou menos segundo os costumes do século XVI e concentram-se no trabalho árduo do campo e nos seus cultos religiosos.

De repente, vivemos em um momento em que um dos alimentos mais preciosos da humanidade - o leite - é condenado por um órgão estatal, por alegadamente não estar "pasteurizado", muito embora o vendedor o vendesse fresco e diariamente, de gado sadio, a clientes que tinham pleno conhecimento de sua origem e de suas condições.

Mas, não tenham inveja dos irmãos do Norte! Aqui no Brasil a tara regulamentatória já alcançou os mesmos níveis de cinismo, estando os fiscais agropecuários a exigir o carimbo SIF para o trânsito de alimentos. Em uma ocasião, uns fiscais da Adepará (Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará) quiseram me impedir de colocar num vôo para um parente em Vitória- ES alguns litros de tucupi, jambu e pimenta, alimentos artesanais que nem sequer são de origem animal. Recentemente, um amigo meu, dono de um fino restaurante de pescados,também foi advertido de que teria de adquirir seus insumos com selo SIF - ele que adquiria o pescado fresco no famoso mercado de Ver-o-Peso, a apenas algumas centenas de metros do seu estabelecimento.

Fico imaginando a minha vida, eu que consumi tanta coisa sem o carimbo do "SIFU". Bebi muito leite in natura, comi muito queijo, linguiça, morcilha e mortadela de produtor rural, sem dizer das pamonhas, dos sucos de uva, dos caldos de cana, dos milhos-verdes cozidos e assados, dos caranguejos, dos peixes, dos piquis, ovos, mel, doces dos mais variados frutos silvestres e até de tapuru e turu (nem queiram saber o que é isto, hehe). E diga-se(!), ainda estou com muita saúde, graças a Deus!

Meus caros leitores - isto é coisa de máfia! Isto é coisa das ditaduras mais cruéis. Os governos querem monopolizar até mesmo o nosso direito escolher o que comer!

Abaixo, segue o texto em português, segundo tradução automática do Google
14 de fevereiro de 2012

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Feds desligar fazenda Amish para a venda de leite fresco

Por Stephen Dinan-O Washington Times segunda-feira 13 de fevereiro, 2012
O FDA ganhou sua luta de dois anos para encerrar um fazendeiro Amish que era venda de leite cru fresco para os consumidores ansiosos no, Washington DC, região depois que um juiz proibiu este mês Daniel Allgyer de vender sua leite para fora do Estado e disse a seus clientes que iria encerrar sua cultivar completamente.
A decisão tem adeptos enfurecidos Sr. Allgyer, alguns dos quais têm vindo a comprar com ele por seis anos e dizem que o governo está interferindo com seus direitos parentais para alimentar seus filhos.
Mas a Food and Drug Administration, que lançou um completo investigação completa com uma inspeção de surpresa 5 da manhã e uma de palha comprar picada operação contra Fazenda Sr. Allgyer do Acres Rainbow, disse leite não pasteurizado é inseguro e foi exercer a sua autoridade devido à parar as vendas do leite a partir de um estado para outro.
Somando-se a problemas Mr. Allgyer, o juiz Lawrence F. Stengel disse que, se o agricultor é encontrado a violar a lei novamente, ele vai ter que pagar o Custos da FDA para investigar e processar ele.
Seus clientes têm receio de falar em público, temendo que a FDA virá depois deles.
"Eu não posso acreditar que em 2012 o governo federal está atacando fazendeiros Amish com uma arma todo um direito humano básico para comer comida natural ", disse um deles, que pediu para não ser identificado, mas recebeu embarques semanais de ovos, mel, leite e manteiga de Acres arco-íris, uma fazenda perto de Lancaster, Pa. "Em Maryland, que forçar os contribuintes a pagar por abortos, mas Deus não permita que queremos o mesmo leite nossos avós bebeu. "
A FDA, porém, disse que o juiz fez a escolha certa em deter o Sr. Transfronteiriços Allgyer de vendas.
"Venda interestadual do leite cru é permitido na Pensilvânia, eo Sr. Allgyer já havia recebido uma carta de aviso aconselhando-o que interestadual venda de leite cru para consumo humano é ilegal ", porta-voz da agência Siobhan DeLancey disse.
Nem o FDA, nem o Departamento de Justiça, que perseguiu o legal caso, desde números de The Washington Times sobre o custo do investigação e briga judicial.
Fãs de leite fresco, que eles também chamam de leite cru, atribuir todos os tipos de benefícios de saúde a ele, incluindo os dentes melhores e mais fortes do sistema imunológicosistemas. O leite cru é particularmente popular entre os pais que o querem para seus filhos.
Em um único toque, o movimento reúne pessoas de esquerda e da direita que argumentam que o governo federal não tem nada a controlar o que as pessoas escolhem para consumir.
Em um rali no ano passado, eles beberam o leite fresco em um parque do outro ladoConstitution Avenue do Senado.
Mas o FDA diz que concluiu, após amplo estudo junto com o Centros para Controle e Prevenção de Doenças, que o leite cru não é mais seguro que o leite pasteurizado. Ela discorda daqueles que dizem que a pasteurização - o processo de aquecimento de alimentos para matar organismos nocivos - torna menossaudável.
Muitos de segurança alimentar pesquisadores dizem que a pasteurização, que se disseminou na década de 1920 e 1930, reduziu drasticamente as instâncias de leite doenças transmissíveis, como a febre tifóide e difteria.
O FDA começou a olhar em operações Mr. Allgyer no final de 2009, quando um investigador da agência Baltimore escritório usado pseudônimos para se inscrever para um grupo de usuários do Yahoo composta de clientes Acres arco-íris.
O investigador encomendas de leite fresco e se tivesse entregue residências particulares em Maryland, onde foi pego e documentada como provas no caso. Ao cruzar linhas de estado, o leite passou a fazer parte de comércio interestadual e, portanto, sujeitas a proibição do FDA.
Em um ponto, os funcionários da FDA fez um 5 da manhã visita a fazenda do Sr. Allgyer da.Ele virou-los, mas não antes de observar os recipientes de leite marcado para embarque para Maryland.
Após o primeiro FDA tomou medidas, o Sr. Allgyer mudou seu modelo de negócio. Ele arranjou para vender as acções das vacas aos seus clientes, argumentando que que possuíam o leite e ele estava apenas transferi-lo para eles.
Juiz Stengel chamado que tratam "apenas um subterfúgio."
"O resultado prático do acordo é que os consumidores pagam dinheiro para Sr. Allgyer e receber leite cru ", escreveu o juiz em um parecer de 13 páginas.
Grassfed No Clube de compra Hill tem cerca de 500 membros ativos.
Liz Reitzig, uma mãe que se tornou um ativista do leite cru e é um organizador do grupo, disse que os advogados que buscaram o caso contra Sr. Allgyer deveria "se envergonhar".
"Muitas famílias dependem do leite por razões de saúde ou necessidades nutricionais, assim um monte de gente vai estar tentando desesperadamente encontrar outra fonte agora ", disse ela.

SETE PESSOAS QUE NÃO DEIXARÃO SUA HERANÇA PARA OS FILHOS

Pais ricos buscam ensinar o valor do dinheiro aos filhos deixando a maior parte da herança para caridade

Bill Gates
O fundador da Microsoft, Bill Gates é o segundo homem mais rico do mundo, com um patrimônio de 56 bilhões de dólares. No entanto, segundo declarações de Gates à imprensa, seus três filhos receberão apenas uma “minúscula” fatia dessa herança. Estima-se que Jennifer Katharine, Phoebe Adele e Rory John receberiam 10 milhões de dólares cada.

“Não acho que essa quantidade dinheiro faria bem a eles. Eles terão que encontrar o próprio caminho”, disse Bill Gates em entrevista ao jornal britânico Daily Mail. A maior parte do seu patrimônio irá para a fundação filantrópica Bill & Melinda Gates, que ele fundou junto com a mulher.

Warren Buffett
99% do patrimônio de 50 bilhões de dólares de Warren Buffet serão doados, sendo 85% destinados à Bill & Melinda Gates Foundation, projeto filantrópico do fundador da Microsoft. A seus três filhos — Susie, Howard e Peter — Buffet disse querer dar “o suficiente para que eles sentissem que podem fazer qualquer coisa, mas não tanto que eles sentissem que não precisam fazer nada”.

Michael Bloomberg
Os 19,5 bilhões de dólares do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, devem ir quase integralmente para a caridade. Ele declarou uma vez que “o melhor planejamento financeiro termina com o cheque do coveiro voltando”.

Emma e Georgina, as duas filhas de Bloomberg, foram personagens de um documentário chamado “Born Rich”, sobre a vida de crianças nascidas em famílias extremamente ricas.

Ted Turner
Aos 24 anos de idade Ted Turner transformou a companhia de outdoors que herdou após o suicídio do pai em 1963, em um império bilionário da mídia, incluindo a rede de notícias CNN. Estima-se que Turner, que já doou mais de 1 bilhão de dólares para projetos ligados à ONU, teria uma fortuna de 2 bilhões de dólares.

Em entrevistas recentes ele disse ter apenas alguns milhões na conta bancária e que esperava ter o suficiente para pagar seu enterro quando morrer. Os cinco filhos de Turner deverão dividir o que restar do seu patrimônio.

T. Boone Pickens
T. Boone Pickens é dono de um patrimônio de 1,4 bilhão de dólares que conseguiu por meio de uma agressiva estratégia de aquisições. Ele começou a ganhar seu próprio dinheiro entregando jornais aos 12 anos, por isso não é de se estranhar que não vá deixar a maior parte da sua herança para os quatro filhos. A metade do dinheiro ele já se comprometeu a doar para caridade. Em entrevista ele disse não ser “um grande fã de fortunas herdadas. Normalmente faz mais mal que bem”, disse.

William Barron Hilton
Hoje com 2,5 bilhões de dólares, William Barron Hilton herdou do pai, Conrad Hilton, apenas 500 mil. O herdeiro da rede de hotéis Hilton recorreu à justiça para exigir uma parcela maior do patrimônio do pai, que havia decidido doar 97% do seu dinheiro para caridade.

Ele conseguiu aumentar sua herança recebendo 4 milhões de ações da companhia, mas já decidiu seguir os passos do pai e deixar 97% da sua fortuna para a Conrad N. Hilton Foundation. Seus oito filhos e muito netos, entre eles a socialite Paris Hilton, irão dividir os demais 3%.

Bernard Marcus
Bernard Marcus, um descendente de russos que fundou a Home Depot, tem um patrimônio de 1,9 bilhão de dólares. Mas a maior parte desta fortuna não será deixada para os seus três filhos, e sim para a sua fundação, a Marcus Foundation, que é voltada para a educação e o cuidado de deficientes.

14/02/2012

UNIÃO EUROPÉIA PEDE AJUDA À CHINA

A Europa é o maior parceiro comercial da China
O presidente da União Europeia, Herman Van Rompuy, e o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso — as duas maiores autoridades do bloco — estão em Pequim, a fim de convencer os chineses a injetarem recursos no socorro à Europa.

Leia também: Ainda não é hora de comemorar o fim da crise financeira

A China ainda não injetou qualquer quantia na ajuda às economias europeias fortemente abaladas pela crise da dívida pública na zona do euro.

Maior parceiro comercial
Van Rompuy e Durão Barroso têm a missão de convencer investidores chineses de que a Europa conseguirá lidar com a crise da dívida.

A Europa é o maior parceiro comercial da China. Existe a perspectiva de participação dos chineses na ajuda à zona do euro por intermédio do Fundo Monetário Internacional.

14/02/2012
Fonte: BBC Brasil

ISRAEL E IRÃ: À BEIRA DE UM CONFRONTO

O ímpeto está crescendo para um ataque aéreo israelense ao Irã – com ou sem apoio norte-americano

Será que é tudo parte de uma campanha cuidadosamente estruturada de blefes e boatos para apoiar sanções mais severas e trazer o Irã à mesa de negociações – ou será que o terreno está de fato sendo preparado para um ataque às instalações nucleares iranianas nos próximos meses? Talvez não seja nenhum dos dois, e as pessoas que contam, aqueles que ainda não se decidiram, estão especulando e debatendo freneticamente.

No início de fevereiro a conferência anual de segurança Herzliya em Israel deu uma plataforma para a elite militar e de inteligência do país tornar públicas as suas preocupações sobre os progressos do Irã na fabricação de uma arma nuclear. O belicoso ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a “janela” para um ataque efetivo estava se fechando rapidamente por causa da movimentação contínua de centrífugas essenciais de enriquecimento de urânio para as instalações no subsolo de Fordow, perto da cidade sagrada de Qom, que daria ao Irã uma “zona de imunidade” na qual eles poderiam fazer uma bomba independentemente de quaisquer intervenções vindas de fora.

O equivalente norte-americano de Barak, Leon Panetta, que estava viajando com jornalistas para uma conferência com seus colegas da Otan em Bruxelas, confessou pouco tempo depois que havia grandes chances de um ataque israelense ao Irã em abril, maio ou junho, quando os céus costumam estar mais claros. Panetta não falou oficialmente, mas recusou depois uma oportunidade de retirar suas afirmações.

Em meio à eminente guerra de palavras, preparações militares para um conflito estão, sem dúvida, acontecendo. O chefe das tropas terrestres da Guarda Revolucionária Iraniana anunciou exercícios no sul do país, perto do Estreito de Hormuz, e os Estados Unidos já deram início ao maior treinamento militar para um desembarque anfíbio em uma década, descrito pelo Almirante John Harvey, do Comando da Marinha, como “motivado por acontecimentos recentes” e “aplicável” ao Estreito de Hormuz. Enquanto isso, o DEBKAfile, um exagerado, mas às vezes bem-informado site de segurança israelense, anunciou que “muitos milhares” de tropas norte-americanas estavam chegando nas duas ilhas perto do Estreito, Masirah, em Omã, e Socotra, no Iêmen.

Mas mesmo com todos os alarmes e excursões, há poucas conclusões concretas sobre o possível ataque eminente ao Irã, ou sobre se Israel está preparado para agir de forma unilateral. E ainda não está claro se, caso fossem convencidos de que isso está prestes a acontecer, os Estados Unidos se sentiriam obrigados a apoiar Israel e dar continuidade aos ataques. Apenas aqueles nos cargos mais altos do governo de Israel (e talvez dos Estados Unidos) sabem se as forças aéreas israelenses são capazes de conduzir um ataque sem ajuda.

14/02/2012
Fonte: Economist

EPIDEMIA MISTERIOSA MATA MILHARES NA AMÉRICA CENTRAL

Cientistas dizem que a origem da epidemia parece residir na natureza cansativa do trabalho realizado por suas vítimas

Uma misteriosa epidemia está assolando a costa do Pacífico da América Central, matando mais de 24 mil pessoas em El Salvador e na Nicarágua desde o ano 2000 e atingindo milhares de outras pessoas com uma doença renal crônica em taxas praticamente invisíveis em qualquer outro lugar.

A ministra da Saúde de El Salvador, Maria Isabel Rodriguez, já pediu ajuda da comunidade internacional para combater a epidemia.

Muitas das vítimas desta doença misteriosa são trabalhadores braçais ou de canaviais. Pacientes, médicos locais e ativistas acreditam que os químicos agrícolas utilizados durante anos pelos trabalhadores com praticamente nenhuma das proteções exigidas em países mais desenvolvidos têm a ver com a disseminação da doença.

Teoria da desidratação

Há, no entanto, evidências que sustentam uma hipótese mais complicada. Cientistas dizem que a origem da epidemia parece residir na natureza cansativa do trabalho realizado por suas vítimas, incluindo trabalhadores da construção, mineiros e outros que ficam durante horas sem água suficiente sob forte calor, ficando sujeitos a repetidas crises de desidratação.

Muitas destas pessoas começam a trabalhar muito cedo, por volta dos dez anos de idade. Tal rotina parece causar por algum motivo uma doença renal crônica, que, por sua vez, em geral é causada por diabetes e pressão alta, doenças ausentes na maioria dos pacientes na América Central.

De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde, um braço da OMS, o número de mortes anuais em decorrência de doença renal crônica na Nicarágua mais do que duplicou em uma década, passando de 466 em 2000 para 1.047 em 2010. Em El Salvador, houve um aumento parecido, de 1.282 em 2000 para 2.181 em 2010.

Doença mortal

Na Costa Rica também tem sido registrado um aumento significativo desta doença renal. Estatísticas apontam também para um aumento do número de mortes no Panamá, embora em condições menos dramáticas.

Embora alguns destes números crescentes possam estar relacionados a um melhor registro de dados, cientistas não têm dúvidas de que estão enfrentando algo mortal e até então desconhecido para a medicina.

14/02/2012
Fonte: AP

UMA PRIMAVERA DE MOSCOU?

Tanto Vladimir Putin como o Ocidente devem atentar para a mensagem por trás dos protestos
Manifestações grandes e pacíficas na corrida para uma eleição presidencial podem parecer sinais de uma democracia saudável. Não na Rússia. Ao invés disso, os protestos em Moscou refletem um crescente desencantamento com o sistema de democracia “gerenciada” sob o governo de Vladimir Putin, que planeja retornar como presidente no mês que vem.

Os protestos têm duas características marcantes. Primeiro, eles são restritos e ordeiros, como convém aos seus participantes, em sua maioria usuários da internet e oriundos da classe média. A não ser por alguns nacionalistas raivosos, estes não são revolucionários que exigem a derrocada de um regime, como em 1917. Eles são russos comuns que se beneficiaram dos frutos de uma década de crescimento econômico, mas lutam por mais liberdade política, por um Estado mais transparente, menos manipulação das urnas e menos corrupção. Eles foram levados à rua com medo de que Putin, que foi presidente em 2000-2008 e depois deixou Dmitry Medvedev governar por quatro anos, ficará no poder até 2024, sem nenhum lampejo de esperança por reformas.

Uma segunda característica é que os manifestantes não têm líderes óbvios que possam substituir Putin. Eles não estão pedindo a sua derrocada, ou mesmo apoiando outro candidato nas eleições (em parte porque os liberais foram impedidos de participarem). Diferentemente das revoluções coloridas que varreram a Ucrânia e a Georgia, ou a Primavera Árabe, os manifestantes têm demandas estreitas, específicas, como a repetição da eleição da Duma, em dezembro, e a dissolução do chefe da comissão de eleição, o que mostra um desejo maior pelo cumprimento da lei e por instituições que funcionem de maneira adequada na Rússia. Os manifestantes buscam uma mudança evolucionária, não revolucionária, um ponto que eles poderiam conseguir se estivessem mais dispostos a negociar com vozes liberais do establishment, ao invés de rejeitá-las.

Deixe que os russos se libertem

O Ocidente está em uma posição estranha. Ainda que a Rússia se beneficiasse do cumprimento da lei e de eleições justas, o Ocidente não poderia arcar com o custo de ser flagrado dando apoio aos manifestantes. Putin foi eleito e, até recentemente, tinha apoio popular. Mas o Ocidente ainda deveria ser incisivo em alertar Putin das consequências de qualquer apelo à força após a eleição. Isso significa sanções específicas, duras, se necessário. Os russos são ricos e sofisticados o suficiente para escolher seus políticos sozinhos. A repressão aberta, entretanto, deveria encontrar resistência.

14/02/2012
fonte: Economist

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

LULA NO HOSPITAL E A TEORIA DA CONSPIRAÇÃO

Internado desde ontem, sábado (11) no Hospital Sírio-Libanês, Luiz Erário Lula da Silva foi atendido com queixa de perda de apetite e fadiga. Os médicos constataram uma inflamação de mucosa da laringe e esôfago, decorrentes da radioterapia.

O boletim médico assinado por Antonio Carlos Onofre de Lira e Paulo Cesar Ayroza Galvão, médicos de elite, diz que o "estado de saúde do ex-presidente é bom e não há alteração no plano de tratamento radioterápico".

Lula está internado para "observação e intensificação das medidas de suporte nutricional, fisioterápicas e fonoaudiológicas". Poderia até mesmo ter alta nesta segunda-feira (13).

Faz coisa de dez dias já, que Lula fvem sendo obrigado a cancelar compromissos e até deixou de ir ao Instituto Lula. Por recomendação médica, cancelou a participação no desfile da Gaviões da Fiel, cujo enredo é em sua homenagem. Isso quer dizer que, em matéria de Corinthias, futebol e samba, ele continua com o pé frio. Mas os médicos não dão bola pra isso.

Além de impedir Lula de participar do carnaval, o tratamento também fez o paciente ícone cancelar um encontro reservado com Hugo Chávez, neste sábado, na embaixada venezuelana em Brasília. A reunião contaria com as participações da diligenta presidenta Dilma, Zé Dirceu e Franklin Martins.

Bolas, então, o tal encontro não seria "reservado"; seria secreto! Restou no ar um leve cheiro de que a liberdade de expressão escapou pela tangente, mais uma vez. Os médicos nem precisaram recomendar a esterilização do ambiente.

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO

Lula já saberia que seu tumor já passou pela garganta. Diante das recentes pesquisas encomendadas que deram a Dilma índices mais altos de popularidade do que aqueles alcançados por ele no seu primeiro ando de mandato, Lula estaria só fazendo render a história do Hospital Sírio-Libanês, o SUS das elites.

Condoídos, os caciques e majoritários do PT convenceriam Dilma de que Luiz Erário da Silva mereceria tomar o seu lugar em 2014. Seria só por rápidos quatro anos. Depois, ela voltaria. Nos meios da Inteligência Nacional, ainda há controvérsias.

13 de fevereiro de 2012
sanatório da notícia