Plano de Mobilidade anunciado por Dilma já foi apresentado por dois ministros desde 2007
O Plano de Mobilidade urbana anunciado pela presidente Dilma Rousseff em rede nacional de rádio e TV, na noite desta Sexta, é promessa há seis anos e já foi apresentado, em versões distintas, por dois ministros desde então.
O primeiro plano foi traçado em 2007 pelo então ministro das Cidades, Marcio Fortes, dentro do PAC da Mobilidade Urbana, a pedido do, à época, presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Lembre aqui
No ano seguinte, pelas mãos da então ministra do Turismo, Marta Suplicy, em Maio de 2008 foi entregue a Dilma Rousseff – então chefe da Casa Civil de Lula, outro plano de mobilidade, elaborado pelo Ministério do Turismo. Veja aqui
O projeto previa R$ 38 bilhões em obras para mobilidade urbana justamente para o período da Copa, em São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza, Recife, Olinda, Natal, Maceió e Brasília.
Na época, a ministra Marta garantiu serem fundamentais para o trânsito de turistas e a realização da Copa.
Passados cinco anos, os planos foram adaptados para a tutela do Ministério das Cidades, que mantém as obras a toque de caixa.
22 de junho de 2013
O primeiro plano foi traçado em 2007 pelo então ministro das Cidades, Marcio Fortes, dentro do PAC da Mobilidade Urbana, a pedido do, à época, presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Lembre aqui
No ano seguinte, pelas mãos da então ministra do Turismo, Marta Suplicy, em Maio de 2008 foi entregue a Dilma Rousseff – então chefe da Casa Civil de Lula, outro plano de mobilidade, elaborado pelo Ministério do Turismo. Veja aqui
O projeto previa R$ 38 bilhões em obras para mobilidade urbana justamente para o período da Copa, em São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza, Recife, Olinda, Natal, Maceió e Brasília.
Na época, a ministra Marta garantiu serem fundamentais para o trânsito de turistas e a realização da Copa.
Passados cinco anos, os planos foram adaptados para a tutela do Ministério das Cidades, que mantém as obras a toque de caixa.
22 de junho de 2013
Leandro Mazzini - Folha de Sã Paulo
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